<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7437390942079730889</id><updated>2011-12-23T07:20:15.490-08:00</updated><category term='Resenha / Seriados'/><category term='Crítica de filmes - 2009'/><category term='Agradecimento'/><category term='Crítica de filmes - 2011'/><category term='Crítica de filmes - 2010'/><category term='Passatempos'/><title type='text'>EU SUBJETIVO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://eusubjetivo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7437390942079730889/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eusubjetivo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luciano Reis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269041027176940106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-FMEMTm_DZSM/TjDjv7vFNMI/AAAAAAAABSI/CpclI5iLCek/s220/IMG0396A.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>78</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7437390942079730889.post-2642449067793031371</id><published>2011-05-04T13:19:00.000-07:00</published><updated>2011-05-06T11:00:03.038-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crítica de filmes - 2011'/><title type='text'>FILME "LARANJA MECÂNICA" (1971)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-3vURlAjEIG4/TcG55fYWKGI/AAAAAAAABQ4/tTamSFfLvM8/s1600/Laranja-Mec%25C3%25A2nica.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-3vURlAjEIG4/TcG55fYWKGI/AAAAAAAABQ4/tTamSFfLvM8/s400/Laranja-Mec%25C3%25A2nica.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602963808752904290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A estória é em torno de Alex (Malcolm McDowell, o eterno &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Calígula”&lt;/span&gt;), líder de uma gangue de delinquentes que, como fonte de satisfação, no que eles chamam de “ultraviolência”, matam, roubam e estupram. Mais tarde, Alex cai nas mãos da Polícia e é usado em um experimental e desumano método que visa refrear seus maléficos impulsos. Ao final, Alex, agora em um ser extremamente impotente, retorna indefeso à sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O estranho título, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Laranja Mecânica”&lt;/span&gt;, tem no mínimo significados – isso mesmo, significados – curiosos, tão incomuns quanto o próprio título.&lt;br /&gt;Ao pé da letra, o título original, “Clockwork Orange”, quer dizer “Laranja com Mecanismo de Relógio”. O que nos remonta a uma visão mecânica, forçada e robótica da qual se pode condicionar o comportamento humano.&lt;br /&gt;Quanto ao substantivo frutífero “laranja”, pesquisei sobre e, aqui, propriamente dito, tem semelhança com a palavra inglesa “orang – utan”, ou seja, indireta a uma conhecida espécie de macaco (Orangotango), certamente alaranjado, fácil de dominar.&lt;br /&gt;Ainda em relação ao título, existe também a alusão ligando-o a uma velha expressão londrina (o filme se passa em Londres) que apropriadamente significa: “muito estranho”. Nesse aspecto, liga-se à visão do autor sobre o comportamento dos jovens delinqüentes ou, mais corretamente, como já se apontou no início, ao tratamento que o criminoso Alex fora submetido.&lt;br /&gt;A ideia que prevalece então é que o título abrange todo o procedimento supramencionadamente mecânico e artificial em que Alex é inserido sob o subterfúgio de “reabilitação”,  por qualificarem o ser humano como um ser programável; um verdadeiro animal “domesticável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-izoOgb7ENyc/TcG6FGZxjpI/AAAAAAAABRA/ZKqXgcItmG4/s1600/fotos-da-filme-laranja-mecanica-.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 227px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-izoOgb7ENyc/TcG6FGZxjpI/AAAAAAAABRA/ZKqXgcItmG4/s400/fotos-da-filme-laranja-mecanica-.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602964008206438034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sem dúvida, o grande trunfo do filme, muito polemizado na época – até mesmo proibido de ser exibido no Brasil –, foi apresentar a violência de forma tão aberta e ampla, abusando totalmente da complexidade do tema, em uma chocante e irônica narrativa.&lt;br /&gt;No tocante ao personagem Alex, pode-se dizer que as barbaridades antes fomentadas e praticadas por ele, subjugadas como sem razão, são, na verdade, uma represália contra esse mesmo governo, corrompido, regido por paradigmas egoístas, motivado unicamente pelo interesse e benefício próprio.&lt;br /&gt;Independente de como ele se portasse, agora “civilizada”, ou antes, desordeiramente, ele sempre seria a repressiva vítima.&lt;br /&gt;Por tal motivo, Alex poderia ser incontestavelmente o herói da estória, mas ao analisar toda a monstruosidade cometida por ele contra inocentes [ou não... tanto faz], mesmo sendo fruto de sua considerável revolta, a exata justificativa de seus atos não aparece. Sendo assim, nessa retratação, mocinho e antagonista se contrasta.&lt;br /&gt;Kubrick, satisfatoriamente, não isenta ninguém, ele simplesmente explora os dois lados, revelando intrinsecamente cada intenção, para que o expectador chegue a um veredito, segundo o que lhe apraz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em equiparação com a nossa realidade, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Laranja mecânica”&lt;/span&gt;, nos faz perceber que, pela má e controladora atuação do Estado como regente da ordem, a sociedade se torna apática no que diz respeito aos infortúnios com as quais se depara como, impunidade, desrespeito, preconceito, corrupção, guerras, assassinatos. Isso porque a indiferença foi bem imputada pela subordinação. O que é muito bem representado na cena final em que o vilão/herói Alex, “regenerado”, tem o seu silêncio obrigatoriamente comprado.&lt;br /&gt;E é isso que o roteiro basicamente denuncia: A violência é notavelmente aflorada quando somos duramente inibidos por pseudolálicos e invasivos concebimentos morais, cotidianamente sustentados pela hipocrisia e conivência, seja governamental, religiosa ou meramente social. Pois a prática da violência, em tese domada pelo conceito civil, nos é inerente e instintiva. No entanto, o que mais ocorre em nosso meio é a rendição voluntária à inatividade, por ser assim mais cômodo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1uMAF4ynjgA/TcG6M0XWvJI/AAAAAAAABRI/9IxkTeJ1Ehg/s1600/laranja-mecanica.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 283px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1uMAF4ynjgA/TcG6M0XWvJI/AAAAAAAABRI/9IxkTeJ1Ehg/s400/laranja-mecanica.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602964140803406994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os agentes controladores do filme, governo e igreja, tanto um como o outro podem [e por vezes o fazem] manipular em prol de seus ideais. Um agente utiliza-se de argumentos inspirados no que denominam como “boa conduta”; o outro se apega àquilo que julga ser aprovado ou não por Deus. Então, o que fosse considerado “politicamente incorreto”, ou “heresia”, tinha como resultado a punição.&lt;br /&gt;É, talvez Stanley Kubrick estivesse suscitando repúdio a política e a religião, talvez não, pois, pelo que conheço de seus filmes, mesmo polêmicos e “rebeldes”, são abertos à interpretação pessoal. Baseado nisso, a mensagem que eu extraio como espectador, simplória ou equivocada que seja, é acima de tudo, um alerta no que diz respeito às nossas atitudes tomadas, decisões pessoais e/ou qualquer manifestação que venhamos expressar.&lt;br /&gt;Segundo meu ponto de vista, ao contrário do que alguns pensam sobre o filme conforme pesquisei, acho descartável a ideia de que a obra apoie à anarquia ou, redundamente, a total abdicação de lei, fé e ordem.&lt;br /&gt;Aceitar assim é generalizar, e isso pode soar como insensato  no tocante ao contexto, ainda mais se o motivo for baseado na leviandade de alguns. Eu prefiro ressaltar que o problema não está nos agentes em si, e sim na  deturpação que eles sofrem ao serem direcionados por pessoas más  intencionadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos concordarão que, quando se trata de opinião, dificilmente encontramos algo absoluto ou infalível. E com o diretor Kubrick não é diferente. Ele também é passível de refute, erros e relatividade como qualquer um, porém, admito que é irrevogável sua coerência à frente de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Laranja mecânica"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Parece contraditório, mas não, a discussão levantada pela trama vai além do que possamos compreender. Qualquer impressão é inteiramente pálida, diante de tudo o que mostrado nesta película.&lt;br /&gt;Fato: sempre fomos condicionados a algum tipo de controle abusivo, e hoje esse campo foi ampliado e mascarado, sendo intermediado por mídias, por sociedades alternativas, facções, grupos, e etc, que nos impõe conceitos, doutrinas e diretrizes, na tentativa de nos privar de pensar e agir naturalmente.&lt;br /&gt;Portanto, se aprendi algo com este filme foi que devemos ser autênticos no que somos e convictos do que queremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mT4pCfnoOro/TcG6U7QCR-I/AAAAAAAABRQ/gog3lim6IRM/s1600/fotos-de-filme-laranja-mecanica-.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-mT4pCfnoOro/TcG6U7QCR-I/AAAAAAAABRQ/gog3lim6IRM/s400/fotos-de-filme-laranja-mecanica-.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602964280090707938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma última observação pertinente a se fazer é que &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Laranja mecânica” &lt;/span&gt;não é um exemplar prazeroso de se ver. Estou falando de um clássico cult, forte, único e duramente confrontador. Confesso que fiquei impressionado quando o assisti.&lt;br /&gt;Entretanto, é importante reconhecer a importância do mesmo para a sétima arte, e sua genialidade em abordar tal assunto, com tamanha presteza. Ainda mais ao ver que esse é um dos poucos filmes em que sexo e violência não são meros artifícios de apelação visual. Cada cena tem, necessariamente, um objetivo por de trás, seja implícita ou explicitamente. Por isso é que Kubrick, revolucionário e original como era, conseguiu criar uma obra visionária e indelével para história!&lt;br /&gt;Sem mais, afirmo: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Laranja mecânica”&lt;/span&gt; não é o melhor do entretenimento; &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“laranja mecânica”&lt;/span&gt; é um duro exemplar da mais intimista arte cinematográfica...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GiDQl17Ss0w/TcG6ejwT8OI/AAAAAAAABRY/CZTkRn3HoZg/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-GiDQl17Ss0w/TcG6ejwT8OI/AAAAAAAABRY/CZTkRn3HoZg/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602964445582323938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Inclusive, concordo com as negativas críticas que este recebeu, mas achei necessário repensar sobre redigir ou não uma opinião sobre ele já que Anthony Hopkins está presente, e maravilhosamente bem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala em “exorcismo” é inevitável não se reportar ao clássico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O exorcista”&lt;/span&gt; protagonizado por Linda Blair em 73, e todo aquele vômito verde, cabeça girando, cama trepidando e etc. Surgiram também alguns herdeiros interessantes como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O exorcismo de Emily Rose”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O último exorcismo&lt;/span&gt;”, tão assustadores e peculiares quanto o precursor da ideia.&lt;br /&gt;Devido a isso, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O ritual”&lt;/span&gt; não foi tão bem recebido, principalmente pelos americanos, pois ao abordar uma temática tão bem representada e variadamente explorada, o mínimo que se esperava eram muitos sustos e sangue, afinal, sempre que aparece um filme de proposta derivada espera-se que este tente superar, ou maximizar as possibilidades do tema. Mas não foi o que ocorreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-aovpaFGpIFo/TcBc6CQZsFI/AAAAAAAABQY/mII3xaZtwkY/s1600/tn_627_600_o_ritual070210.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-aovpaFGpIFo/TcBc6CQZsFI/AAAAAAAABQY/mII3xaZtwkY/s400/tn_627_600_o_ritual070210.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602580088556728402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acredito que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O ritual”&lt;/span&gt; seja o filme mais honesto no assunto, pois ele opta por mostrar o lado oposto do que já foi visto, voltando-se aos rituais em si, como o próprio título indica.&lt;br /&gt;No filme, este que é baseado num livro não-fictício, revela que os tais exorcismos ainda são praticados pela Igreja Católica, com autorização e respaldo da mesma, só que por um grupo seleto e bem reduzido, isso nos EUA. Portanto, o filme tenta perambular pelo lado crível e austero da coisa, se comparado aos outros filmes que abordam o tema em questão. Mas já adianto, o “chá de cadeira” é certo, os sustos são previsíveis e mínimos, sem contar que os primeiros minutos são uns martírios de chatos, e a estória só engrena quando Hopkins aparece, o que demora um bocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao grande astro, ele está magnífico aqui. Enfático, preciso, compenetrado e muito convincente, como não se via há algum tempo. E ainda consegue introduzir certo humor ao personagem, o que não prejudica sua composição; atributos que só um “velho de guerra” consegue com tanta eficácia.&lt;br /&gt;É também percebido que Hannibal Lecter, seu antológico e pronunciado personagem, foi uma inspiração aqui, para não dizer uma voluntária reminiscência, talvez por este motivo ele próprio tenha sido só elogios para com este filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-s8CimWnboVg/TcBc_3r_RLI/AAAAAAAABQg/szjCPkmGJDg/s1600/o-ritual-01-g.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-s8CimWnboVg/TcBc_3r_RLI/AAAAAAAABQg/szjCPkmGJDg/s400/o-ritual-01-g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602580188798862514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas o personagem central, na verdade, é o sonolento Colin O´Donughue, importado da série &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“The Tudors”&lt;/span&gt;. Ele aqui é um jovem cético e humilde que, em busca de uma educação de qualidade, parte para o seminário. Dificuldades à parte, ele é mandado para a Itália, para estudar em uma escola especializada em exorcismos. Lá ele é encaminhado para uma pequena aldeia em que se concentram os casos mais recorrentes de possessões demoníacas.&lt;br /&gt;Como sempre, a figura endemoniada é uma figura feminina, sob a posse de mais um espírito resistente e extremamente desafiador.  Mas ao contrário de todos os exorcismos já vistos no cinema, como já sobredito, tudo aqui é muito “tranquilo”. Até mesmo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Constantine”&lt;/span&gt; de Keanu Reeves é mais assustador no que concerne às esconjurações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme conta também com a notável participação de Alice Braga (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Predadores”&lt;/span&gt;). Ela, com certeza, a brasileira mais presente em longas ianques, com papéis significativos até, tem seu considerável esforço comprovado aqui.&lt;br /&gt;Alice não fica devendo em nada e mostra aptidão no que faz. E isso não é simpatia pátria [somente], é o reconhecimento de um talento nosso em ascensão em um meio tão hermético como Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xPAf3egdRuk/TcBdFQWyywI/AAAAAAAABQo/DkOP0EFRitk/s1600/O_Ritual_600.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 287px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-xPAf3egdRuk/TcBdFQWyywI/AAAAAAAABQo/DkOP0EFRitk/s400/O_Ritual_600.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602580281320196866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Continuando no que diz respeito ao roteiro, não levando em conta algumas incoerências contextuais, o grande furo do filme mesmo é partir para uma linha investigativa, acentuando a dramaticidade da situação e esquecendo de aguçar o necessário medo no espectador, afinal, é isso que normalmente os filmes de horror proporcionam.&lt;br /&gt;O público que é atraído por essa espécie de entretenimento, ainda mais se tratando de algo que envolva manifestações demoníacas, espera que o pavor seja aflorado no decorrer da projeção, não obstante, em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O ritual”&lt;/span&gt; tudo isso é, erroneamente, deixado em segundo plano, perdendo a chance de ser mais um expressivo integrante do time das possessões. Ainda mais tendo Hopkins no casting, abrilhantando a película.&lt;br /&gt;Por fim, é mais que compreensível às críticas negativas que recebeu o filme em terras do "Tio Sam". Os fãs não polpam filmes, aparentemente proeminentes para o gênero, sendo desperdiçados assim. Contudo, que fique claro, o filme não é de todo ruim, só não é o que se espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8bTxQApXHPw/TcBdLnwJOhI/AAAAAAAABQw/vIKksjbOQx0/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-8bTxQApXHPw/TcBdLnwJOhI/AAAAAAAABQw/vIKksjbOQx0/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602580390679755282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Com o decorrer de minha resenha, vou esclarecer o porquê...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que a maioria das pessoas que resolveram ver &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Irreversível”&lt;/span&gt;, foi motivada a fazê-lo devido a sua famigerada cena de estupro, pois filmes que abordam tal temática costumam causar essa curiosidade suspeita, e comigo não foi diferente, apesar de o tema me incomodar bastante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao roteiro, este é basicamente sobre um homem que busca implacavelmente o estuprador de sua namorada. Uma premissa consideravelmente fraca, entretanto com alguns diferenciais, dentre eles o ímpeto irracional do tal homem ao tentar encontrar o algoz, os lugares escabrosos pelos quais ele percorre, e o estupro propriamente dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mn43XMPcnoc/TcBZHzSj7GI/AAAAAAAABPw/SlYvWViqIZA/s1600/irreversible3.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 380px; height: 180px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-mn43XMPcnoc/TcBZHzSj7GI/AAAAAAAABPw/SlYvWViqIZA/s400/irreversible3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602575927010913378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Outro diferencial que poderia se destacar na estória é que a mesma é contada de trás pra frente, mas como tal recurso já foi utilizado em alguns filmes – como bom exemplo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Amnésia”&lt;/span&gt; de Christopher Nolan –, não se vê nisso novidade. Aliás, esse detalhe até aborrece um pouco porque só vamos entender o que está acontecendo lá pela metade do filme, conforme retrocede a trama.&lt;br /&gt;Devido a isso, o início é extremamente confuso, sombrio, contando ainda com um abusivo filtro vermelho na fotografia. Mas o que torna tudo ainda mais conturbado é a câmera que gira por vários ângulos freneticamente.&lt;br /&gt;Como o final do filme é o começo, o diretor tenta aliviar toda a barbaridade do início com um belo e romantizado “final”, mas essa artimanha não funciona por se saber que o desfecho é totalmente contrário e aterrador, mesmo que mostrado antecipadamente.&lt;br /&gt;Como o próprio título sugere, qualquer tentativa de amenizar o impacto inicial seria em vão, já que o tal ocorrido é &lt;span&gt;“irreversível”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monica Belluci, sempre linda, está impecável na pele de vítima. Como já citado, a cena do estupro é angustiante, e acredito que seja a mais real e perturbadora já feita até então. O que se deve em grande parte ao brilhantismo da bela em transmitir todo o desespero do momento.&lt;br /&gt;Pra se ter uma idéia, a cena tem aproximadamente 10 minutos, sem corte, com a câmera posicionada em um mesmo e “privilegiado” ângulo. Não é à toa que uma multidão abandonou a sala de exibição no Festival de Cannes em 2002, quando o filme chegou nesta parte.&lt;br /&gt;E é difícil de assistir mesmo. A personagem além de ser submetida ao sexo forçado, como conclusão de toda a brutalidade, é ainda afligida à violência física, expressada da pior forma possível, com direito a socos e chute, fazendo com que insurja revolta e indignação em quem assiste.&lt;br /&gt;O mais triste é que, o estupro é um dissimulado fetiche em nossa sociedade, fato preocupante e mais do que desvirtuado, e como a cena é estendida, o espectador ainda corre o risco de achar doentiamente excitante toda aquela violência sexual, o que torna o episódio ainda mais controverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wh30_gcAxio/TcBZQIDKruI/AAAAAAAABP4/AMNq8iQ2m_A/s1600/IRREVERS%25C3%258DVEL.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 178px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wh30_gcAxio/TcBZQIDKruI/AAAAAAAABP4/AMNq8iQ2m_A/s400/IRREVERS%25C3%258DVEL.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602576070022442722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na verdade, a primeira impressão que eu tive ao tentar refletir sobre o filme é que Gaspar queria chocar e criar alvoroço, nada mais. Isso porque ele provoca o público com situações nauseantes e deliberadamente cruéis. Vi-me acuado com a descabida - porém realista - violência demonstrada. Destaque também para uma fortíssima cena em que um homem tem seu rosto destroçado por meio de um extintor de incêndio.&lt;br /&gt;Então, questionei inicialmente se seria essa a razão de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Irreversível”&lt;/span&gt;, mostrar sem pudor a imundície da natureza humana que estupra, agride, mata, friamente, sem relevar as implicações de tais atos... Realmente não me decidi. Mas se for só isso, pensei “é justificável a idealização do diretor em optar por uma retratação tão empedernida?” Também não sei... Na verdade, as especulações ficam abertas à subjetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se o filme tem alguma qualidade a ser ressaltada, é a ambiguidade do ser humano, muita bem delineada aqui, quando nos é apresentado um namorado romântico e pacato, que se transforma em um descontrolado, capaz de tudo para se vingar, impulsionado pela desgraça que lhe foi envolta.&lt;br /&gt;Conforme adiantei, se vê que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Irreversível”&lt;/span&gt; não é um filme de massa, muito menos de proposta afeita. Vê-lo é realmente uma experiência crua, desgastante, intimidadora, intensa, espúria... e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DJ_R4UVF09g/TcBZZEbBPiI/AAAAAAAABQA/my7Mn_OUrzs/s1600/irreversivel_2002_imagem_01_grande.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 222px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-DJ_R4UVF09g/TcBZZEbBPiI/AAAAAAAABQA/my7Mn_OUrzs/s400/irreversivel_2002_imagem_01_grande.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602576223667568162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas, pra concluir, ouso dizer que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Irreversível”&lt;/span&gt; não é um filme totalmente dispensável. Assisti-lo será uma tarefa complicada, mas se você optar por ver, faça, nem que seja somente para criar aversão no que diz respeito à pessoa do diretor e sua ideia subversiva de elaborar algo tão crível, sujo e traumático como é esta película.&lt;br /&gt;O cinema precisa, relativamente, de momentos polêmicos e dissociativos como esse, para que a sétima arte se torne ainda mais epopéica. Mas que sejam momentos eventuais, pois se isso se torna recorrente, eu tenho medo das mentes fracas que veem filmes assim como inspiração para a maldade...&lt;br /&gt;Não acontece de a arte imitar a vida, ou vice-versa? Pois é, é o que eu temo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2AYwXsgItqE/TcBaQjS35BI/AAAAAAAABQI/Ko7u2_tL294/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-2AYwXsgItqE/TcBaQjS35BI/AAAAAAAABQI/Ko7u2_tL294/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602577176847705106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Já tirando pelos protagonistas, Owen Wilson nunca me convenceu, enquanto Jason, um tanto desconhecido, a não ser por sua atuação no mediano&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Saturday Night Lives”&lt;/span&gt;, passou-me melhor impressão se comparado ao seu companheiro de filmagens, mesmo sendo Owen veterano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta comédia retrata a vida de dois amigos adultos e casados, donos de uma notável e incômoda libido adolescente. Por tal motivo, os dois recebem de suas respectivas e expectantes esposas a liberação para curtirem uma semana de paqueras descompromissadas no intuito de os dois compreenderem a importância do amadurecimento etário e do envolvimento estrito e sem reservas com suas parceiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes assim, lógico, não trazem nenhuma novidade. O foco é o mesmo de sempre, explorar o constrangimento que os astros principais irão passar. Alguns surreais, outros mais críveis, contudo, é somente isto.&lt;br /&gt;A escatologia, os estereótipos, os personagens secundários excêntricos, as situações desconfortáveis em lugares impróprios, é no que se resume &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Passe Livre”&lt;/span&gt;. É até difícil desviar-se do habitual ao analisar tal película, pois realmente o filme transborda inautenticidade, forçando a barra mesmo, numa tentativa desesperada de arrancar risos fáceis e descerebrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uARFK00QR7s/TYTrFPNlanI/AAAAAAAABIg/bW57895BN8s/s1600/filme-passe-livre6.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-uARFK00QR7s/TYTrFPNlanI/AAAAAAAABIg/bW57895BN8s/s400/filme-passe-livre6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585847913061640818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre curti filmes cômicos que seguissem uma linha mais sacana, com algumas funcionais e empíricas gags, como os irmãos Farrelly costumavam fazer, e com certo requinte até. Eles atingiam o grau exato de irreverência sem cair no ofensivo. E mesmo que o fizessem, eram justificados pela singularidade. Porém, parece que essa parceria cineástica, que transcende o fraterno, caiu na própria armadilha do enredo de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Passe livre”&lt;/span&gt;. Eles atingiram assim a maturidade e agora não entregam mais produções ousadas e eficazes em suas propostas como antes. O que esclarece o resvalo final niquento e piegas da projeção, atitude recorrente nas comédias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o decorrer do longa é possível se entreter, rir um bocado, até mesmo se simpatizar pela dupla formada por Owen e Jason, mas ainda não é era o esperado.&lt;br /&gt;Diria que Jason roubou a cena, ainda que me passasse a idéia de caricatura extrema. Owen, por outro lado, prefiro não me aprofundar. Sua inexpressividade, paradoxal a sua esgares, não pode ser perdoada nem mesmo em um filme que não exija tanto de seu desempenho como ator. Ele é estigmaticamente risível no pior dos sentidos.&lt;br /&gt;Mas o que mais me aborreceu em detrimento do elenco, foi ver Christina Applegate, aqui encarnada no tipo “housewife”, tão inerte, sem seu conhecido e profuso timming para o gênero. Quem a viu no saudoso seriado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Married with children”&lt;/span&gt;, sabe do que estou falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hHegqFoMY6E/TYTrN-KD3EI/AAAAAAAABIo/lVj6uzGs4K0/s1600/passe_livre.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-hHegqFoMY6E/TYTrN-KD3EI/AAAAAAAABIo/lVj6uzGs4K0/s400/passe_livre.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585848063102278722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No tocante a parte técnica do filme, os farrelly mantêm o mesmo estilo, sem muitas novidades, mas competentes no que fazem.&lt;br /&gt;É claro que em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Passe livre”&lt;/span&gt; há resquícios do que os brothers farrelly tem de melhor, ao julgar pela composição de cada tomada, extraindo ao máximo a comicidade de seus atores, mesmo quando estes não são naturalmente divertidos. O problema é que a fórmula utilizada está agora desgastada, e perambular pelo absurdo para se render a sobriedade familiar final não condiz com o perfil que eles traçaram no início de carreira. Tempos esse em que Jim Carrey foi revelado e Ben Stiller era engraçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando-se agora às cenas de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Passe livre"&lt;/span&gt;, no geral, são demasiadamente impulsivas e embaraçosas, sem contar com o forçado comportamento importuno e púbere da dupla. Parece uma versão alternativa piorada de&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Se beber, não case”&lt;/span&gt;, apostando em aparentes trintão-quarentões com uma esbulhada postura juvenil, beirando sempre o exagero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0P_lUksJz1o/TYTraP9whzI/AAAAAAAABIw/3f8Nzm6oWZw/s1600/passe-livre-4.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-0P_lUksJz1o/TYTraP9whzI/AAAAAAAABIw/3f8Nzm6oWZw/s400/passe-livre-4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585848274040948530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O supramencionado desfecho teria um significado mais persuasivo se a previsível guinada que a trama teria não fosse tão óbvia. E insisto: não combina com os Farrelly comédias que se concluem de forma politicamente correta, por mais bonita e precisa que seja a mensagem.&lt;br /&gt;É uma pena que tantos disparates conferidos em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Passe livre”&lt;/span&gt; tinham a única intenção de entregar um fim panfletário.&lt;br /&gt;Jennifer Aniston e Adam Sandler devem estar se sentindo lesados neste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qMxh7qdvb84/TYTt1a9PFoI/AAAAAAAABI4/K3srq27vrhs/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-qMxh7qdvb84/TYTt1a9PFoI/AAAAAAAABI4/K3srq27vrhs/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585850939871270530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Não vejo  razão, justificativa, nem sequer atrativos. Incomodo-me, sinto  repugnância... mais pelos doentes que produzem do que pelo plano de  fundo dos filmes propriamente ditos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com seu irônico título, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Doce vingança”&lt;/span&gt;, o filme aqui em questão, é um dos mais atuais exemplares desse perfil desnecessário de cinema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Nele, Jennifer é uma escritora que opta por alugar uma casa em um lugar  recluso para concluir seu romance, em busca de inspiração. E graças à  vida e suas nuances, ela é sexualmente brutalizada por um grupo de  moradores adjacentes da região. Como represália, ela cria engenhosas  armadilhas para se vingar de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-E-EZ0JiFe5g/TX2LD4gmz6I/AAAAAAAABHw/kTDZ5PURI9I/s1600/doce-vinganca-02.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-E-EZ0JiFe5g/TX2LD4gmz6I/AAAAAAAABHw/kTDZ5PURI9I/s400/doce-vinganca-02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583772011834298274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme é um remake do sexploitation &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A vingança de Jennifer”&lt;/span&gt; de 1978. E  ao comparar os dois, posso dizer que é fácil identificar as mutações  que sofreu &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Doce vingança”&lt;/span&gt; no tocante ao original, pois cada projeção  foi questionavelmente peculiar em seus propósitos.&lt;br /&gt;No primeiro, lançado a mais de 30 anos, o tema era extremamente  polêmico, autêntico e profligado por diversos países devido a sua  exacerbada violência e misoginia. A ousadia se encontrava nas cenas  de estupro e todo o clima sadomasoquista da situação, inclusive na  vingança em si, quando a moça se “aproveitava” dos verdugos.&lt;br /&gt;Já na refilmagem, datada, por sinal, a elaboração está nas armadilhas  arquitetadas pela “vítima”, dignas de qualquer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Jogos mortais”&lt;/span&gt; da vida,  visando somente o lucro sobre as mentes más e vazias que compõem grande  parte de nossa civilização hoje; mentes estas que teimam em classificar isso como entretenimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Gd_97nhzgyI/TX2LLv6DWwI/AAAAAAAABH4/LkkpT0lQjlA/s1600/doce-vinganca-5.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Gd_97nhzgyI/TX2LLv6DWwI/AAAAAAAABH4/LkkpT0lQjlA/s400/doce-vinganca-5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583772146964060930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mesmo causando frisson na época e sendo revolucionário por sua audácia,  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A vingança de Jennifer”&lt;/span&gt; caiu no esquecimento e tornou-se irrelevante  para a sétima arte. Seguindo a oportuna retórica, o que dizer então de  sua re-produção?&lt;br /&gt;O niilista &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Doce vingança”&lt;/span&gt; não se salva em nada! Nem mesmo a forte cena  de curra sofrida por Jennifer – o estopim do filme –, fundamenta suas  ações, afinal, seus feitos se igualam à “monstruosidade” de seus  agressores, e ainda tenta dar a insalubre impressão de dever cumprido à  anti-heroína.&lt;br /&gt;O crime sexual e a vingança, basicamente o resumo do filme, nem sequer  sugerem à narrativa uma silogia, logo, os argumentos também não tem  respostas, tornando o filme mais incômodo por seus inúmeros porquês do  que pelas cenas fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo: como alguém tão suscetível e indefeso, julgando-se assim  pela situação, escapou sem sérias sequelas de uma investida tão cruel?  Como seu contra-ataque conseguiu ser tão pragmático e rápido? O que  motivou aqueles homens a cometerem tal ato? E como eles, com toda aquela hostilidade, tornaram-se - constrangedoramente - presas tão fáceis após mostrarem tanta  habilidade para o sadismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VxGcqwaiJbI/TX2LVgwmIzI/AAAAAAAABIA/_ZN2wAFvOlw/s1600/doce-vinganca-fotos-do-filme-filme-cinema-SaladaCultural.com.br-1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-VxGcqwaiJbI/TX2LVgwmIzI/AAAAAAAABIA/_ZN2wAFvOlw/s400/doce-vinganca-fotos-do-filme-filme-cinema-SaladaCultural.com.br-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583772314696557362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em suma, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Doce vingança”&lt;/span&gt; é um remake redundantemente “mais do mesmo”,  regado de clichês e duvidosos arquétipos, apostando novamente em uma mocinha  isolada, lugares ermos, jovens incompreensivelmente violentos, policial  arbitrário, câmeras trêmulas com captações pessoais e fechadas, sem  contar com todos aqueles “sustos” sem sucesso, sob o pretexto de brindar  um “final feliz” após tanto sangue e mutilação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GB8LQpbtUIs/TX2L6iwLZYI/AAAAAAAABII/AnCqCHV8rvk/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-GB8LQpbtUIs/TX2L6iwLZYI/AAAAAAAABII/AnCqCHV8rvk/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583772950886835586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Sua decisão agora é  tornar-se prostituta, e passa a usar o codinome “Bruna surfistinha”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Qualquer marmanjo que se preze, já ouviu falar de Bruna Surfistinha. Ela ficou conhecida por relatar seus verídicos episódios  sexuais com os clientes por intermédio de um blog. Mas alçou fama mesmo por  ter seu diário virtual impresso em livro, o famigerado “O doce veneno  do escorpião”, além de ter uma passagem transitória pela carreira  pornográfica.&lt;br /&gt;Para a moça isso rendeu entrevistas, participações em programas televisivos populescos, outros títulos publicados  derivados de seu primeiro livro, e foi assim que “Raquel Surfistinha” instigou o  diretor Marcus Baldini a retratar sua história em um longa.&lt;br /&gt;Eu não tenho dúvidas que o filme será sucesso, afinal, foi bem divulgado, extremamente aguardado, é uma película naturalmente polêmica e posso adiantar que as expectativas não serão abaladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GdTIRXj2P2A/TW-5BRP5qyI/AAAAAAAABG4/Z21bcKb7nmk/s1600/146_2057-alt-deb1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 251px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-GdTIRXj2P2A/TW-5BRP5qyI/AAAAAAAABG4/Z21bcKb7nmk/s400/146_2057-alt-deb1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579881894796438306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Primeiramente, porque o espectador, no caso os homens, que se decide por  assisti-lo tem por inicial intenção ver apenas uma coisa: Débora Secco –  aqui a protagonista na pele de Bruna – seminua em tórridas cenas de sexo. E verá.&lt;br /&gt;Mais o filme vai além. Eu pressupunha que o filme seria apenas isso,  cenas de sexo gratuitas sob o pretexto do tema, mas não. É claro que o  filme não é o melhor exemplo do que é ser profundo ou introspectivo, mas  ele é sincero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema por si só é difícil de abordar, e na maioria das vezes, os que  optam por trabalhar o mesmo transmitem a impressão bifurcada de  moralismo ou apologia. Mas aqui nada é desmedido ou transtornado.&lt;br /&gt;O  diretor foi, em tese, fiel ao livro, sendo transparente e, por vezes,  imparcial, pois o roteiro apresenta a história sem focar nitidamente em julgamentos.&lt;br /&gt;Porém, ainda assim o filme não deixa de ser didático em alguns pontos,  pois a narrativa, gradativa e implicitamente, tenta justificar  alguns dos, digamos,  "desvios de caráter" da personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3l0wUvSL8bM/TW-5MVY-E8I/AAAAAAAABHA/bKSN5glN81M/s1600/Bruna-Surfistinha-2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 286px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-3l0wUvSL8bM/TW-5MVY-E8I/AAAAAAAABHA/bKSN5glN81M/s400/Bruna-Surfistinha-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579882084886778818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No filme ela está mais para uma  adolescente vingativa, autopunitiva, que tenta conquistar pelo corpo o  que lhe foi negado, como: atenção familiar, respeito dos colegas, destaque entre as meninas...&lt;br /&gt;No livro ela é mais complexa, do tipo rebelde sem  causa - se comparado a sua família estruturada -, escolhendo a vida  libertina simplesmente pela sua simpatia e vaidade inerente ao sexo.&lt;br /&gt;Pode-se até dizer que incoerência entre filme e livro se dá somente em sua essência, mas nada que prejudique a ideia em si, afinal, a descrição das situações pelas quais ela passa, juntamente com a cronologia dos fatos,  estão de acordo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3l0wUvSL8bM/TW-5MVY-E8I/AAAAAAAABHA/bKSN5glN81M/s1600/Bruna-Surfistinha-2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Quanto à sobredita protagonista, Débora Secco, esta foi precisa em sua  atuação. Surpreendeu-me até, já que eu nunca a vi como uma atriz  destacável.&lt;br /&gt;A princípio, apresentando Raquel adolescente, ela aparenta  involuntariamente desconforto e insegurança, mas nada que a comprometa  seriamente, diria até que tal fato auxiliou sua representação, afinal, vivenciando uma  situação como a da personagem, ela deveria mesmo sentir-se confusa e despreparada.&lt;br /&gt;O único problema quanto à reprodução deste exato período da vida da  protagonista se dá no tratamento pouco convincente dado a aparência de  Débora. É visível a idade da atriz, ainda mais quando ela interage no  colegial. Por outro lado, na fase adulta, eu não consigo ver ninguém  mais apropriado que ela para interpretar tal papel. Destaque também para  o seu físico que não poderia estar em melhor forma, nem mais  exuberante. É elogiável a absorção e dedicação que ela teve com a personificação de Bruna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-R5P0YO6nY5Q/TW-5TeT5LnI/AAAAAAAABHI/f-hM48qOheQ/s1600/C1DCA51858E960C8DF848AD52D2C0.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 292px; height: 280px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-R5P0YO6nY5Q/TW-5TeT5LnI/AAAAAAAABHI/f-hM48qOheQ/s400/C1DCA51858E960C8DF848AD52D2C0.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579882207540489842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mantendo o foco ainda na performance de Débora Secco, sem dúvida, segundo ela mesma, teve em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Bruna Surfistinha -  O veneno do escorpião”&lt;/span&gt; seu maior desafio. Na maior parte do tempo ela  está intensa, compenetrada, até caricata – o que pode ser conferido nos  momentos em que apresenta o vício da personagem por cocaína. Mas são nas  cenas de sexo – catálises de toda a metamorfose de Raquel – que Débora  precisa transferir ao espectador verossimilhança, ao invés de pura  apelação visual. O que também não impede que o filme se descambe em  cenas de sexo – para o delírio dos mais sedentos –, o que no caso, não é  exatamente negativo. Convenhamos que a história não teria lógica se  seguisse pelo recato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o filme termina de forma aceitável, diria até que elegante,  somando aí mais um ponto para o cinema nacional que não tem feito feio  nos últimos anos.&lt;br /&gt;Eu não poderia ser muito exigente no tocante a parte técnica, até porque  a proposta do filme é expor a vida de uma garota de programa que "se  regenerou" e alcançou fama. O que se espera de uma história assim, foi  visto aqui, com certeza. Só isso é suficiente para prestigiarmos a projeção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--CgMHcuxRAw/TX2MGx5knHI/AAAAAAAABIQ/wH6Dv3oO4Fw/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--CgMHcuxRAw/TX2MGx5knHI/AAAAAAAABIQ/wH6Dv3oO4Fw/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583773161111198834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Ultimamente até mesmo a  forma de retratá-las tem sido tão variada, quanto constante, desde o  tradicional formato em desenho animado, como visto no recente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A princesa e o  sapo”&lt;/span&gt; – este inova pelo fato de a princesa ser a primeira representante  da raça negra –, a versões live-action, como no chatíssimo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Encantada”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, como era de se esperar, nos aparece à estória de Rapunzel, diria  até que tardiamente, debutando como a primeira princesa em animação CGI.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnfoMo2VFI/AAAAAAAAA6k/_tq8VNrsW0w/s1600/tn_620_600_enrolados_0601%2521.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Como acontece em todo desenho que leva o nome Disney, este é  também embalado por uma trilha sonora enfastiada, sob um clima  totalmente pueril, contando com a presença de personagens secundários, normalmente  animaizinhos exóticos, responsáveis por todas as piadinhas mais do que  batidas.&lt;br /&gt;É claro que isso não resume &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Enrolados”&lt;/span&gt; – o título mais masculino que  encontraram para Rapunzel, na tentativa de tornar a estória unissex –; o  filme é bom e tem seus momentos, tanto engraçados como romântico.  Destaque para a cena do lançamento das lanternas iluminadas ao céu, recheada  de brilho e enlevo, tanto visual como climático, por assim dizer.&lt;br /&gt;Mas não posso negar que sinto a saturação rodear o gênero.  Quando se trata de Disney então, a lista extensa de princesas e historinhas do  tipo, já deu o que tinha que dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnfoMo2VFI/AAAAAAAAA6k/_tq8VNrsW0w/s1600/tn_620_600_enrolados_0601%2521.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 245px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnfoMo2VFI/AAAAAAAAA6k/_tq8VNrsW0w/s400/tn_620_600_enrolados_0601%2521.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564724696273278034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tudo bem que a direção de Byron Howard (da também animação &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Bolt – o  super cão”&lt;/span&gt;), compartilhada com o desconhecido Nathan Greno, deu uma  repaginada no estilo, na ambientação e na estrutura desse antigo conto  de fada, conforme comprova-se aqui, ressaltando a princesa, já não tão  ingênua, e o príncipe, sob efeito do bastante utilizado recurso de  desmoralização da classe, bem mais interessante que os convencionais...  Mas ainda assim, eu não consigo deixar de ver &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Enrolados”&lt;/span&gt; como um filme  bobinho que, logo será apontado como mais um integrante do time  das animações-carbono que dão sequência a esse novo perfil, digamos,  um tanto "subversivo", de príncipes e princesas. Afinal, esse tipo de ideia alternativa não é tão novidade  em animações de estúdios concorrentes, como já vimos, muito bem  representados por sinal, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Shrek”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Deu a louca na Chapeuzinho  Vermelho”&lt;/span&gt;. E convenhamos também que, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Enrolados"&lt;/span&gt; não tem a mesma intensidade e sagacidade dos sobreditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnfwJh-xkI/AAAAAAAAA60/TnkAZZZqGzE/s1600/cena-da-animacao-da-disney-enrolados-1288377537693_560x400.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 286px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnfwJh-xkI/AAAAAAAAA60/TnkAZZZqGzE/s400/cena-da-animacao-da-disney-enrolados-1288377537693_560x400.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564724832878118466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E não tem porquê falar mais sobre isso... Eu sei que o máximo que se dá pra fazer em um filme infantil foi feito  aqui, pois estamos falando de um filme que tem como público-alvo, pelo  menos nominalmente, as crianças. Ou seja, é o tipo de filme que não se  pode esperar muita inovação, pela necessidade que seus infantes  espectadores tem de algo que seja facilmente compreensível. Até mesmo as  histórias de amor adultas estão seguindo uma linha padronizada e  desgastada, seria então covardia esperar mais de uma animação infantil.&lt;br /&gt;O que me incomoda mesmo é o tema. E olha que eu sou um acompanhador assíduo de filmes dessa espécie.&lt;br /&gt;Mas, sem problemas, não vou tornar isso motivo para desqualificar o filme. A qualidade do mesmo está acima da média e marca o retorno da diversão nos filmes Disney, o que há tempos não podia ser conferido. E não posso negar que o casalzinho aqui tem uma química admirável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnfrfBB9OI/AAAAAAAAA6s/smKpJOSJ2eE/s1600/enrolados_3.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 253px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnfrfBB9OI/AAAAAAAAA6s/smKpJOSJ2eE/s400/enrolados_3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564724752746149090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os efeitos tridimensionais estão em perfeita sintonia, apesar de eu não ter gostado muito do aspecto do cabelo da heroína – acho que foram descuidados em alguns momentos com ele deixando-o sintético, sei lá, ainda mais se tratando de um detalhe tão pertinente –, mas o restante está bem desenvolvido e adequado a proposta do longa.&lt;br /&gt;A verdade é que o maior atributo de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Enrolados"&lt;/span&gt; se acha mesmo em seu gráfico, como já dito. O cavalo Maximus é super divertido, o camaleão tem suas tiradas,  Rapunzel é fofa e o princípe, trocadilhamente falando, encanta (!!), mas o visual realmente é o ponto forte!&lt;br /&gt;Enfim, eu o recomendo, pois é um filme proveitoso, apesar de eu ainda resistir à idéia por se tratar de mais um filme de princesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnmEY29cBI/AAAAAAAAA68/0UTTEhW3wtU/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTnmEY29cBI/AAAAAAAAA68/0UTTEhW3wtU/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564731777659793426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Diria até que, o primeiro foi  uma bela homenagem mesmo sendo-o deficiente em sua estrutura. Já do segundo eu não posso  dizer o mesmo, aliás, não tenho muito que dizer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTkOnqzYX7I/AAAAAAAAA6U/bMTd_PiK05Q/s1600/sex_and_the_city_2_11-600x400.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTkOnqzYX7I/AAAAAAAAA6U/bMTd_PiK05Q/s400/sex_and_the_city_2_11-600x400.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564494889260441522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Começo pelo fato de eu não me lembrar que as personagens na série eram  tão superficiais, a ponto de poder reduzi-las a meras escravas da moda aqui. A  dependência das mesmas em torno de homens e roupas chega a  incomodar até mesmo o mais leviano dos seres humanos!&lt;br /&gt;Na verdade, a identidade de cada uma, que era meticulosamente definida a  cada temporada, foi totalmente desfigurada neste segundo filme. Eu só  consegui ver quatro senhoras sem noções de limites, sem um resquício  qualquer de maturidade – mesmo, involuntariamente, ostentando idade –,  sob um ar de glamour totalmente imposto, vivenciando situações  irrelevantes que, por assim dizer, não justificam boa parte do drama que  o filme se esforça, infrutuosamente, em passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo todo o luxo que permeia os figurinos e os cenários consegue  desviar a atenção do pobre roteiro, que não tem rumo, foco, muito menos  objetivo. A esquálida trama se resvala em roupas exóticas e  festas socialmente frívolas, parecendo mais se importar com a exibição  desenfreada do mais excêntrico da indumentária moderna, do que  contribuir para com a história da série que, em algum momento,  teve importância no mundo dos seriados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTkOkNPBhMI/AAAAAAAAA6M/i_lihnOTGGg/s1600/Sex%2Band%2Bthe%2BCity%2B2_1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 287px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTkOkNPBhMI/AAAAAAAAA6M/i_lihnOTGGg/s400/Sex%2Band%2Bthe%2BCity%2B2_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564494829783712962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não posso me esquecer também de comentar sobre o desgaste dos conflitos  pessoais das personagens, o que é notável e incômodo. Digo isso porque a  personagem central, Carrie Bradshaw, vivida por Sarah Jessica Parker,  não tem mais charme. Ela está amorfa, irritante e mais indecisa que  antes. O mesmo digo de Samanta, outra personagem que perdeu o brilho, tornando-se uma  mulher neurótica em torno da idade, mesmo isto sendo, no caso dela,  preocupante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Sex and the city - o filme"&lt;/span&gt; tinha conteúdo, ou pelo menos um tema – o casamento de  Carrie –, o segundo, no entanto, não tem nada, a não ser participações  dispensáveis e um bocado de momentos desconfortáveis. Lisa Minelli me fez perder o  sono – no mal sentido – com sua pontinha mais do que burlesca e  nonsense.&lt;br /&gt;A estadia das quatro protagonistas em terras árabes então foi  extremamente surreal e maçante, dominando praticamente a metade do  filme. O pior de tudo foi ver mulheres típicas da região, geralmente  reprimidas pela cultura do local, se rendendo a “clubes do livro” e se  “refugiando” em roupas ocidentais, que elas suprimiam por meio de suas burcas, como se  consumismo e futilidade fossem resposta para a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTkOfxhmWyI/AAAAAAAAA6E/6aZxXFJMqBw/s1600/Sex%2Band%2Bthe%2Bcity-3.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTkOfxhmWyI/AAAAAAAAA6E/6aZxXFJMqBw/s400/Sex%2Band%2Bthe%2Bcity-3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564494753625955106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O final previsível, comportado e clichê, com todas as resoluções positivas deixou tudo ainda mais chato.&lt;br /&gt;Mas como citei no início, não adianta analisar, nem bombardear&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; “Sex and  the city 2”&lt;/span&gt;. Quem curte, irá assisti-lo e aprová-lo, mesmo o filme sendo  uma perda de tempo. Contudo, se você não é um fã cativo da série, mas  tem curiosidade sobre o filme, corra, mas corra muuito dele! Pois o filme  além de ser vazio, é extremamente longo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTj8l92o8PI/AAAAAAAAA58/1FjlFxnoIqk/s1600/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/TTj8l92o8PI/AAAAAAAAA58/1FjlFxnoIqk/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564475068805345522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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A partir daí é possível deduzir o quão previsível e convencional é o filme.&lt;br /&gt;Nele, Jennifer Aniston é Eloise, uma florista independente, recém-solteira, dona de seu próprio e suficiente negócio, no qual com sua vã no estilo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Scooby-Doo”&lt;/span&gt;, faz entregas em locais variados. Em meio as tais entregas, por acaso ela conhece o escritor Burke, interpretado por Aaron Eckhart (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Sem reservas”&lt;/span&gt;), um homem que perdeu a esposa em um acidente de carro e, para amenizar a sua dor, decidiu escrever um livro sobre o assunto. Ao contrário do que planejava, seu livro se torna um best-seller, motivo pelo qual ela passa a dar palestras motivacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J4NGpC7tI/AAAAAAAAA2E/uBf0_HKRKEs/s1600-h/lovehappens_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J4NGpC7tI/AAAAAAAAA2E/uBf0_HKRKEs/s400/lovehappens_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445547065960754898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O ator Aaron Eckhart até está bem em sua atuação, transmitindo com precisão o leve transtorno e a autocensura do personagem. O único – e significativo – problema é que, sua composição é moldada sob um dos estereótipos mais antiquados: o cara benevolente e pouco experiente no quesito "paquera".&lt;br /&gt;Em razão disso, quase tudo o que se possa imaginar de clichê e lugar-comum está presente em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O amor acontece”&lt;/span&gt;, contando ainda com a participação irritante dos melhores amigos excêntricos e semi-engraçados dos personagens centrais que, não somam nada a estória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma, eu já imaginava que o roteiro seria levado por uma linha desgastada e óbvia, na qual os momentos típicos do gênero apareceriam sequencialmente, só não sabia que seria numa escala tão proeminente.&lt;br /&gt;Temos aqui o frustrante encontro inicial do casal, com o personagem masculino voltando atrás em sua performance inicialmente desajeitada, para tentar reverter à má situação causada por sua distração; temos também a hora desconfortável em que a genitora de um deles os coloca em uma saia-justa; entre outros fatos e argumentos exaustivamente habituais que não faz em diferença se citados ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J4TF9gcXI/AAAAAAAAA2M/De4JVnYyT1M/s1600-h/lovehappens_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J4TF9gcXI/AAAAAAAAA2M/De4JVnYyT1M/s400/lovehappens_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445547168857354610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entretanto, o que mais me aborreceu em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O amor acontece”,&lt;/span&gt; foi o grupo de pessoas que interagia com Burke (Aaron) na intenção de aprender a lidar com a perda de entes queridos. Tinha um que resistia aos argumentos do escritor, porém, a maioria era manipulável e excessivamente receptiva às suas idéias, aparentando uma forçada e ingênua passividade se comparado à realidade. Ainda pior foi aturar as insuportáveis palestras de superação prelecionadas por ele, sem qualquer habilidade para realizá-las.&lt;br /&gt;Jennifer Aniston, por sua vez, estrelou filmes razoavelmente bons ao longo de sua carreira como, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Fora de rumo”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Separados pelo casamento”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Marley &amp;amp; eu”&lt;/span&gt;, entre outros, no entanto, ao optar por estrelar este filme com cara de repeteco, inconscientemente, ela marca um retrocesso em sua filmografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando agora ao sentimento “amor” sugerido pelo título, no contexto ele é totalmente nominal e indeferido, uma vez que Jennifer e Aaron não tem química, e nem sequer um beijo é dado entre eles durante o decorrer da projeção. Sendo assim, tudo parece não passar de um flerte inexperiente que, consequentemente, não incita qualquer torcida ou expectativa em prol dos dois.&lt;br /&gt;E como se não bastassem tantos deslizes, os diálogos são pobres, o decorrer da estória é morno e quase sem empecilhos, e a trilha sonora tão adocicada como se tivesse se inspirado nos melosos clássicos da Disney.&lt;br /&gt;Um dos poucos momentos prazerosos desta película envolveu uma calopsita; cenas estas que valem a pena serem conferidas, graças ao carisma do bichinho que, realmente é um artista, ao contrário de outros componentes do elenco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J4bJyr3QI/AAAAAAAAA2U/qCd50ocNWtQ/s1600-h/lovehappens_3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J4bJyr3QI/AAAAAAAAA2U/qCd50ocNWtQ/s400/lovehappens_3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445547307324660994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enfim, nesta suposta estória de amor, a direção deliberadamente despeja gratuitas sessões de auto-ajuda, tornando tudo muito melodramático e piegas. Inclusive, pesando a mão em algumas questões que poderiam ser revistas, como a cena do caminhar sobre brasas (????).&lt;br /&gt;Após tal análise, só resta dizer que, ironicamente acontece de tudo um pouco neste filme, menos o tal amor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J5o1gJZYI/AAAAAAAAA2c/LmV37SKRQGM/s1600-h/amoracontece.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S5J5o1gJZYI/AAAAAAAAA2c/LmV37SKRQGM/s400/amoracontece.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445548641907991938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Eu simplesmente fiquei pasmo, boquiaberto, sem qualquer reação diante dessa notícia. Não fazia ideia de que eu havia visto antecipadamente o filme sensação da vez de forma tão despercebida.&lt;br /&gt;Como não poderia ser diferente, eu fiz questão de o rever com toda a meticulosidade necessária, e compreendi então, sem qualquer oportunismo, o porquê de todo esse “boom” em torno dele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gBFw-QB7I/AAAAAAAAA1Q/23as16IQdTk/s1600-h/98efjs.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 222px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gBFw-QB7I/AAAAAAAAA1Q/23as16IQdTk/s400/98efjs.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442601348234217394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Indispensável é afirmar em um momento tão propício que há inúmeros filmes proveitosos do gênero bélico como, o oscarizado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Platoon”&lt;/span&gt; de Oliver Stone e o clássico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Apocalipse Now” &lt;/span&gt;de Coppola, pra mim os mais consideráveis. No entanto, não preservo qualquer simpatia pelo universo cinematográfico das forças armadas, obviamente por isso eu não me envolvi a princípio com &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Guerra ao terror”&lt;/span&gt; – eu até cochilei em boa parte dele.&lt;br /&gt;O meu argumento para sustentar meu desinteresse nesse caso, vai desde a mesmice do próprio tema a antipática abordagem patriótica. Só que em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; “Guerra ao terror”&lt;/span&gt; algumas de suas particularidades mudam o aspecto negativo que tenho com relação a filmes de guerra, e tudo isso se deve ao diferencial que o mesmo apresenta, começando por seu baixo orçamento. Normalmente em produções assim o custo é dispendioso e o protagonista  costuma ser do tipo “figurinha fácil”, mas este, com apenas U$ 11 milhões (mixaria se comparado aos seus antecessores) ,e com um elenco pouco expressivo, exceto pelo ator David Morse, conseguiu com muita competência ser a surpresa - exceção da vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa de forma dispersa e pouco envolvente, e sua narrativa altamente lenta, como já dito,  chega a provocar sono nas primeiras tomadas. No obstante, a trama notavelmente extensa com seus 131 minutos, gradualmente vai ganhando outro rumo a partir de sua metade, desde então a emoção e a adrenalina não deixam mais o espectador. O curioso é que o foco não se dá pelas explosões, confrontos ou tiroteios em si, mas sim, pela tensão em torno dos soldados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gBN577LMI/AAAAAAAAA1Y/HGN8vDv_eIg/s1600-h/guerraaoterrorum.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gBN577LMI/AAAAAAAAA1Y/HGN8vDv_eIg/s400/guerraaoterrorum.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442601488079334594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A guerra (claro...) se passa no Iraque e atenta-se em específico ao personagem sargento William James (Jeremy Renner), integrante de uma unidade do Exército americano em Bagdá especializada em desarmar bombas. Juntamente com ele temos outros dois militares, o sargento J.P. Sanborn (Anthony Mackie), e o soldado Owen Eldridge (Brian Geraghty). E sob a visão destes três personagens é que vemos o verdadeiro teor de um combate: seu lado viciante e insano. O que envolve consequentemente outros fatores também como: a pressão psicológica; a inquestionável submissão em grupo a ordens reacionárias; a aliciante imagem de heroísmo; e, não menos importante, a desprendida dedicação pessoal a missão... tudo transmitido com um realismo impressionante.&lt;br /&gt;As cenas de tocaia são as mais angustiantes e convincentes a meu ver. Sem contar com os momentos apreensivos que os militares passam ao se depararem com situações de desarme de bomba. Tudo graças à elogiável linha traçada pelo roteiro de Mark Boal, que verificou a fundo o cotidiano de um exército durante semanas por volta de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atuações são precisas e críveis, sem ter onde pôr defeito, principalmente em relação à intensa interpretação de Jeremy Renner como o sargento Willian James, bastante aproveitada graças aos belos e inquietos ângulos captados de suas cenas.&lt;br /&gt;Agora, o que me deixou desconcertado foi ver a ótima direção de Kathryn Bigelow – ela, ex-mulher de James Cameron, seu maior concorrente na corrida rumo à estatueta – junto a &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Guerra ao terror”&lt;/span&gt;. Quem diria que um trabalho tão comentado e positivamente criticado seria fruto de um trabalho feminino? Não que eu julgue mulheres incapazes, por favor, mas alguém há de convir que seja extremamente raro encontrarmos uma cineasta que não opte por estórias mais delicadas e sob uma ótica um tanto cor de rosa. Portanto, devido à ousadia de Kathryn, rompendo barreiras, inclusive com pouco recurso, esta obra se torna ainda mais admirável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gBW3Hg35I/AAAAAAAAA1g/dVAfY31J96E/s1600-h/guerra+ao+terror%281%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gBW3Hg35I/AAAAAAAAA1g/dVAfY31J96E/s400/guerra+ao+terror%281%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442601641941458834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quanto ao final do filme, este é sem dúvida o momento mais emblemático, concluindo com louvor o que foi expresso no início do filme por meio de uma frase: “a guerra é uma droga”. Se fazendo entender que assim o é não só pela dissimulada estupidez de sua causa, mas também pelo seu efeito viciante. Afinal, se de alguma forma, por mais doentio que pareça, a guerra não fosse prazerosa ou gratificante, tais batalhas já teriam sido extintas em nossa sociedade que se diz evoluída e civilizada.&lt;br /&gt;Enfim, diante de tantas qualificações, apesar de seu início paulatino, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Guerra ao terror” &lt;/span&gt;merece sua atual ascensão. E como eu faço parte do movimento que não se fascinou com o bazófio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Avatar”&lt;/span&gt;, embora não o desmereça por isso, minha torcida, além de minha recomendação, lógico, é incontestavelmente direcionada a projeção sob os cuidados Kathryn Bigelow, que conseguiu me render inteiramente a uma obra sobre guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gGwdDRDJI/AAAAAAAAA1o/gUAqVObK2Iw/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4gGwdDRDJI/AAAAAAAAA1o/gUAqVObK2Iw/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442607579179060370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Assassinatos, sequestros, suicídio, desaparecimento, rompimentos amorosos, entre outras infelicidades, são alguns dos assuntos já tratados. Porém, ainda que tais temas elevem o impacto diante do público, simultaneamente, eles não caem no gosto do mesmo. O que é compreensível, pois ao nos depararmos com um dia-a-dia desesperador, espera-se no mínimo uma abordagem mais suave de nossos problemas civis no cinema, nem que seja casualmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;E por falar nisso, Alex kendrick, o inexperiente diretor e roteirista cristão, que tem como seu maior trabalho o irregular &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Desafiando gigantes”&lt;/span&gt;, reaparece com mais uma estória sobre vitória pessoal agora intitulada como &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“À prova de fogo”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Neste, a estória gira em torno de Caleb, um bem sucedido capitão dos bombeiros, que está passando por sérios problemas conjugais, devido as diferenças que impera entre ele e a esposa.&lt;br /&gt;Ele é um homem ambicioso e impaciente que visa sua carreira e seus bens acima de tudo, alternando seu tempo entre trabalho e pornografia na internet. Sua mulher, por outro lado, carente e decididamente distante - reflexo do tratamento que recebe do marido -, parece se interessar por outro homem em seu trabalho.&lt;br /&gt;Apesar de não ser um filme intenso, Kendrick consegue desta vez, e com muita coerência, se aproximar da rotina de um casal normal. Ainda mais quando este enfoca as discussões entre os cônjuges e os motivos pelos quais elas surgem. Até me lembrei de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Separados pelo casamento”&lt;/span&gt; nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VBrROYJ-I/AAAAAAAAA0g/V6exOkzQT-8/s1600-h/prova_de_fogo_3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 293px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VBrROYJ-I/AAAAAAAAA0g/V6exOkzQT-8/s400/prova_de_fogo_3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441827936360998882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Umas das características mais marcantes de Kendrick como diretor é sua sede por retratar estórias de superação. Sem muita experiência e sem muita verba para dar vida a projeções no mínimo respeitáveis, ele sempre mantém a mesma linha, buscando finalizar suas tramas de forma positiva e exemplar.&lt;br /&gt;Nesta película não é diferente. O casal tem um árduo caminho para reatar os fragmentos de seu casamento que, apesar de não estar oficialmente desfeito, na prática já não existe qualquer indício de intimidade e cumplicidade.&lt;br /&gt;E esse dificultoso caminho rumo à resutaração matrimonial tem início quando o pai de Caleb, percebendo então o iminente divórcio do filho, propõe-lhe um método denominado como “desafio do amor”, que consiste em colocar em prática um simples programa de 40 dias no qual a pessoa realiza pequenas atividades diárias com o objetivo de reconquistar o parceiro.&lt;br /&gt;Caleb, então, ainda relutante, parte nessa jornada. E mesmo sob uma narrativa extremamente corriqueira, tudo é contado de forma bem eficiente e objetiva. Diversas das dificuldades enfrentadas por Caleb ao tentar se adaptar ao plano oferecido pelo pai são totalmente críveis e visivelmente torturantes, pois envolvem submissão, mudança de temperamento, abdicação de diversos defeitos causados pelo ego, a lascívia e a vaidade, visto que o maior empecilho é o próprio “eu”.&lt;br /&gt;Até o slogan estampado na capa do DVD, transmite apropriadamente esse ideal: “Nunca deixe seu parceiro para trás”. Um dual significado em relação a Caleb por se aplicar tanto para bombeiros quanto para casais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a possível qualificação do filme se resume estritamente em sua proposta, pois este tem múltiplos problemas, desde sua estrutura à parte técnica. Tendo ainda a "contribuição" do superficial desempenho dos aspirantes aqui – recuso-me a chamá-los de atores, porque falta muuuito para tal classificação.&lt;br /&gt;O desfecho também não é muito interessante devido a sua previsível e fácil resolução. Por isso, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“À prova de fogo”&lt;/span&gt;, repleto de inúmeras e notáveis limitações, inclusive textuais, se salva por um específico, sobredito e elogiável ponto: inspirar casais em crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VBxRcjHKI/AAAAAAAAA0o/aNqEpyW5hng/s1600-h/prova_de_fogofoto-300x193.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 375px; height: 243px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VBxRcjHKI/AAAAAAAAA0o/aNqEpyW5hng/s400/prova_de_fogofoto-300x193.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441828039499652258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Muitos das críticas que li sobre o filme, reclamaram da essência maniqueísta que ele transpassa. Também pudera&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;o mesmo&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; é catalogado como um filme cristão, então, não haveria outro foco. Porém, a questão maior é que muitos se incomodam exatamente pelo filme seguir o gênero “religioso”.&lt;br /&gt;A meu ver, qualquer pessoa, seja de qual religião for, quando se tem algo consistente a dizer, merece ser ouvida. Preconceitos relacionados a crenças deveriam ser ignorados no que diz respeito a cinema, pois cada indivíduo tem capacidade o suficiente para distinguir o que deve ou não ser absorvido por si.&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“À prova de fogo”&lt;/span&gt;, acima de qualquer discursivo religioso, panfletário ou dicotômico envolvendo o bem e o mal, é um longa que vem com ótimos princípios sociais.&lt;br /&gt;Entre tantos filmes vazios e desconexos presenciados no mundo da sétima arte, este tem um objetivo totalmente altruísta. Seus argumentos para se salvar o casamento são consistentes e adaptáveis a qualquer pessoa, independente da enaltecida inspiração divina reconhecida pelo protagonista quando este se decide por viver o programa de 40 dias. E se a retratação cai no clichê, posso certificar que não é o único filme a recorrer a essa medida, a diferença é que o fim de tudo vai além do simples fato de emocionar gratuitamente o espectador. Sendo assim, eu o considero um bom filme; um filme que tem uma razão e se esforça por transmiti-la sem ofender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VCAQH2QpI/AAAAAAAAA0w/Wak9yUFHcpo/s1600-h/baixarfilmesdownload9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VCAQH2QpI/AAAAAAAAA0w/Wak9yUFHcpo/s400/baixarfilmesdownload9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441828296842429074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enfim, resumindo, eu faço um apelo: não ignore seu senso crítico ao assistir &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“À prova de fogo”&lt;/span&gt;, apenas deixe seu egocentrismo de lado, e da forma mais humilde possível, tente assimilar as mensagens positivas emitidas pelo mesmo. Como já dito, dentre tantos filmes hollywoodianos negativamente influenciáveis e propositalmente polêmicos, esta simples película independente, despretensiosa e bem intencionada não o fará perder tempo ao vê-la, você só precisará se desprender de alguns conceitos negativos para deleitar-se com ele de forma plena. Não é fácil, mas também não é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VDdPaqIsI/AAAAAAAAA1A/teDJ_QU-MzE/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VDdPaqIsI/AAAAAAAAA1A/teDJ_QU-MzE/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441829894380724930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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No entanto, ao falar de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Um olhar do paraíso"&lt;/span&gt;, seu mais novo filme, não consigo pensar em outra definição que não seja essa: trivial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A estória de uma menina assassinada que busca resolver seu caso do além, por seu assassino ainda estar à solta, não soa, a meu ver, nada interessante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu cheguei a pensar que depois das adaptações literárias e remake tão criativos e bem produzidos, Peter Jackson seria capaz de, satisfatoriamente, dar vida a todo tipo de obra que fosse... ledo engano. O mesmo que cometi com o diretor dinamarquês Lars Von Triers, até assistir&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Anticristo”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4U-ZR-XM9I/AAAAAAAAA0A/TbuByCHwLq4/s1600-h/knCelZuK.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 269px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4U-ZR-XM9I/AAAAAAAAA0A/TbuByCHwLq4/s400/knCelZuK.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441824328789734354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Um olhar do paraíso”&lt;/span&gt;, mesmo sendo também uma materialização literária, além de explanar uma estória pouco atraente e nada inovadora (não me lembro de nenhum filme em específico, mas sei que já vi filmes similares), o faz de forma batida e um tanto lânguida. Isso pra não dizer desagradável.&lt;br /&gt;Porém, os problemas deste longa não se limitam à trama em si. Ao pesquisar um pouco sobre o filme descobri que o mesmo foi rejeitado pelo público em suas primeiras exibições, resultando-se assim em sua suspensão nos cinemas, tudo para reformular a campanha de marketing, em que o retornariam mais chamativo aos adolescentes – estes mais fáceis de engambelar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se toda a alteração com a publicidade funcionou com o, digamos, agora público-alvo, não posso ao certo dizer, mas ao me basear na estória em si, ouso arriscar um palpite desprendido de qualquer expectativas, pois, a crítica americana a bombardeou implacavelmente, e nesse caso, com toda razão.&lt;br /&gt;E como não poderia ser assim? O roteiro por si só é uma tristeza - e no sentido literal da palavra. As falhas são gritantes, a narrativa não se decide por qual gênero seguir, enquanto o visual do filme, apesar de belo e ligeiramente exibido, não deixa de ser demodé. O enredo até tem suas parcelas de terror, suspense e fantasia, mas no fim não passa de uma salada sem nexo, sob uma estendida e maçante duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4U-jNQZo6I/AAAAAAAAA0I/2waePLdkMIg/s1600-h/um-olhar-do-paraiso.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 290px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4U-jNQZo6I/AAAAAAAAA0I/2waePLdkMIg/s400/um-olhar-do-paraiso.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441824499321906082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por outro lado, o elenco quanto as suas interpretações está muito bem, destacando, claro, a airosa jovem Saoirse Ronan (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Cidade das Sombras"&lt;/span&gt;) como a infeliz assassinada, em um exemplo de delicadeza e sensibilidade.&lt;br /&gt;Mark Wahlberg (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Fim dos tempos”&lt;/span&gt;) como o pai da moça na estória, está com um visual, pode-se dizer, repaginado e bem jovial (totalmente incoerente se comparado a aparência de sua filha na estória). E como sempre, sua interpretação quase indecifrável não passa da mediania, o que para ele é um elogio.&lt;br /&gt;A mãe é feita por Rachel Weisz (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Constantine”&lt;/span&gt;), esta sempre bem em tudo que faz. O único problema que ronda sua personagem é a ausência sem mais nem menos da mesma na estória, muito mal desenvolvida por sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, eu acredito que a estória não emplacou por de fato ser extremamente incômoda e mórbida.&lt;br /&gt;Pense: que sentido tem o espectador presenciar o hediondo assassinato de uma jovem e por duas horas vê-la postumamente sofrendo, e assim também seus pais, sabendo que, obviamente, ela não terá um final dos mais dignos?&lt;br /&gt;Tudo bem, ela vai pro céu, aparentemente o melhor destino após o seu precoce fim. Porém, mesmo assim, a circunstância que a levou até o dito paraíso não deixa de ser deprimente. O que fica ainda pior ao presenciarmos um céu tão limitado e tatibitati como o representado aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4U-rmRzLXI/AAAAAAAAA0Q/jd1D489xBE4/s1600-h/lovelybones_foto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4U-rmRzLXI/AAAAAAAAA0Q/jd1D489xBE4/s400/lovelybones_foto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441824643477613938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sem mais a dizer, concluo com o seguinte pensamento: a experiência de assistir &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Um olhar do paraíso"&lt;/span&gt; só me fez confirmar que a competência de alguém pode ser tanto relativa quanto temporal, afinal, todos somos suscetíveis a erros ...&lt;br /&gt;Pra quem não entendeu, essa necessária ressalva é uma negativa indireta ao desempenho do diretor Peter Jackson, do qual eu esperava mais... pelo menos algo que fosse superior a uma perspectiva clichê e um céu chinfrim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VDW3C9B5I/AAAAAAAAA04/CgnB7s8TZoM/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S4VDW3C9B5I/AAAAAAAAA04/CgnB7s8TZoM/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441829784759633810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Sem falar de seus títulos altamente ingênuos e romantizados – cada um indica o momento pelo qual  a protagonista está passando, relacionando metaforicamente o sentimento dela às variantes da lua.&lt;br /&gt;Se eu pudesse indicar um nome para um suposto quinto livro, seria “Minguante”, pois assim tal título fecharia com “chave de ouro” a estória, compendiando totalmente a qualidade da mesma num todo: mirradinha, mirradinha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S325uqkawnI/AAAAAAAAAxY/0uqVfUSFPVo/s1600-h/Fotos-de-Taylor-Lautner-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 284px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S325uqkawnI/AAAAAAAAAxY/0uqVfUSFPVo/s400/Fotos-de-Taylor-Lautner-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439708136285586034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, optando eu por comentar sobre a segunda edição de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Crepúsculo” &lt;/span&gt;intitulada como &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Lua nova”&lt;/span&gt;, adianto que o foco continua sendo o amor do descorado vampiro Edward e da insossa humana Bella. Porém, desta vez a película retrata o pior momento da vida da mocinha: quando seu amado a abandona.&lt;br /&gt;Pormenorizando, Edward decide deixá-la ao perceber o quão inseguro é para ela manter-se ele próximo com tantos vampiros em derredor.&lt;br /&gt;A partir daí surgem as cenas mais irritantes e risíveis do longa: a desilusão de Bella, com direitos a chiliques e muita histeria – lastimável ter presenciado isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas confesso que para o público se envolver realmente com a estória é necessário se ter qualquer familiarização que seja com os livros, pois se assim não o for, muitos detalhes não farão sentido, como por exemplo, o clã dos vampiros, totalmente esquemático e sem sustentação.&lt;br /&gt;Inclusive, muitos são os furos temporais para adequar a extensa trama do livro ao filme, como o fato de Bella em menos de 12 horas conseguir realizar uma viagem que no livro é descrita sob a duração de três dias.&lt;br /&gt;Sendo assim, muitos detalhes foram fiéis ao livro, enquanto outros importantes foram sem mais nem menos cortados ou desvirtuados aqui, mesmo com o filme tendo aproximadamente 2hr de duração. Ou seja, um tempo bastante justo para se retratar um romance tão simplório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S325oVtS0yI/AAAAAAAAAxQ/wX-K1u1S5YI/s1600-h/lua+nova%282%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S325oVtS0yI/AAAAAAAAAxQ/wX-K1u1S5YI/s400/lua+nova%282%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439708027606455074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A caracterização dos vampiros continua berrante e exagerada, em que purpurina e maquiagem rolavam a solta nas composições. Por outro lado, os lobisomens, agora realmente visíveis e consideráveis, não necessitam de se travestir, basta apenas ficarem sem camisa e esperar que os efeitos especiais – melhores, por sinal – façam todo o trabalho de inseri-lhes pêlos e garras.&lt;br /&gt;E por falar em lobisomens, se existia algum motivo pelo qual o ator Taylor Lautner, que vivencia o personagem Jacob, chamava a atenção no primeiro filme, era pela quantidade de cabelo que o mesmo ostentava. Agora em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Lua nova”&lt;/span&gt;, sofrendo seu personagem uma reviravolta plástica, sob o efeito de alguns exercícios físicos e total extirpação de suas madeixas, ele rouba a luz dos holofotes, quase empalidecendo – ainda mais – a presença de Robert Pattinson.&lt;br /&gt;E essa dedicação toda dele ao papel quanto à exigida aparência sarada do personagem, foi necessária, porque se ele não adquirisse pelo menos mais 14 quilos de massa muscular, o papel não seria seu.&lt;br /&gt;Mas, asseguro as garotas de plantão que não se entusiasmem, porque o máximo que ele faz é aparecer descamisado no melhor estilo Marcos Pasquim em seus tempos áureos de novela das sete da Rede Globo.&lt;br /&gt;Se bem que para elas isso é razão suficiente para criar alvoroço em torno dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção desta vez ficou ao encargo de Chris Weitz (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A bússola de ouro”&lt;/span&gt;), substituindo Catherine Hardwicke, no entanto, parece que a cada sequela a direção será aventurada por outro profissional. No terceiro longa, denominado como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Eclipse” &lt;/span&gt;(aff...), já se sabe que o responsável é David Slade.&lt;br /&gt;Pelo menos este tem experiência em criar figuras vampirescas mais interessantes, baseado em seu trabalho à frente do terror &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“30 dias de noite”&lt;/span&gt;, também encabeçado por vampiros, só que, digamos, menos dóceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S3251gMSyxI/AAAAAAAAAxg/Nix0TvAi-Bs/s1600-h/novas_imagens_do_filme_sao_divulgadas_blog.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S3251gMSyxI/AAAAAAAAAxg/Nix0TvAi-Bs/s400/novas_imagens_do_filme_sao_divulgadas_blog.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439708253759130386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E como não poderia ficar de fora, minha análise sobre o desempenho da mocinha Kristen Stewart, constatou que esta continua desinteressante e apática, só que desta vez sua representação afetada me fez questionar a estabilidade psicológica de sua rasa personagem, pois tanto descontrole e renúncia em torno de um vampiro não indica muito equilibrio emocional.&lt;br /&gt;Por sua vez, o galã da saga Robert Pattinson, em relação a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Crepúsculo”&lt;/span&gt; apareceu bem menos nesta continuidade, o que também não fez diferença. A meu ver, seu personagem continua chato e indecifrável.&lt;br /&gt;Quanto ao restante do elenco, sob um apanhado geral, não tem muito que se comentar. Ninguém, nem mesmo os estrelas da vez brilham aqui – a não ser Pattinson sob a luz solar... brincadeirinha.&lt;br /&gt;Até mesmo Dakota Fanning, sempre reconhecida e enaltecida por mim devido ao seu trabalho, ao fazer parte do elenco em uma participação pouco aproveitada, se mostrou mais convencida do que convincente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Lua nova”&lt;/span&gt; é um filme volúvel, sem grandes expectativas, que visa mais agradar as enlouquecidas fãs a se manter consistente.&lt;br /&gt;Sem dúvida é melhor e mais movimentado que o primeiro, mas, ainda assim, continua sendo uma projeção meia-boca de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327zXuZ63I/AAAAAAAAAyQ/QOWt4fnf6Pc/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327zXuZ63I/AAAAAAAAAyQ/QOWt4fnf6Pc/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710416149801842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Hoje, estando eu um pouco mais experiente e com uma visão mais apurada no que diz respeito à sétima arte, tenho outra postura concernente à estória, embora algo continue imutável em relação ao mesmo: a aprovação pelas músicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme traz também a presença de Cuba Gooding Jr. na pele de Darrin Hill, um executivo desonesto recém despedido de uma agência de publicidade.&lt;br /&gt;Como um promissor escape de sua situação desesperadora, ele descobre que sua tia, moradora de uma pequena cidade no estado de Geórgia, a qual também é sua cidade natal, faleceu e lhe deixou uma herança de 150 mil dólares. Entretanto, para ele se apossar de tal bagatela, será necessário cumprir uma cláusula nada fácil exigida por sua finada tia como último desejo: gerenciar um coral na igreja em que ela era membro e transformá-lo no vencedor de uma concorridíssima competição gospel.&lt;br /&gt;Sem opção, ele então retorna ao lugar, se passando por produtor musical e ingressando nessa aventura totalmente nova para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2w_bd0pLMI/AAAAAAAAAvw/uzVnVQgGlHg/s1600-h/resistindo_tentacoes4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2w_bd0pLMI/AAAAAAAAAvw/uzVnVQgGlHg/s400/resistindo_tentacoes4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434788591423794370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como se pode ver, o enredo desde o princípio apresenta uma essência evangélica bastante expressiva, o interessante é que o filme não é regado de oportunismo, apologia ou manipulação como costuma ser as projeções de cunho religioso.&lt;br /&gt;Na verdade, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Resistindo às tentações”&lt;/span&gt; não passa de uma comédia ligeiramente cristã embalada pelo o melhor da música Gospel, tendo ainda a contribuição de várias tiradinhas sarcásticas (com certa reserva, lógico) junto ao tema.&lt;br /&gt;Quanto à direção do filme por conta do indiferente Jonathan Lynn, dono de um currículo marcado unanimemente por comédias sem originalidade, não passou de mera colaboração, pois o resultado do filme depende muito mais do talento vocal dos participantes do que propriamente dito do diretor.&lt;br /&gt;E talento é o que não falta, graças aos ótimos e variados representantes nomes do Gospel, R&amp;amp;B e hip-hop, entre eles: a reverenda Shirley Caesar, a dupla Mary &amp;amp; Mary, os garotos cegos de Alabama, Angie Stone, Melba Moore, The O'Jays, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a atriz principal, Beyoncé, em termos de atuação está sofrivelmente apática, no entanto, quando abre a boca, seu talento musical é indiscutível, fazendo-nos compreender plenamente o porquê de sua escalação como tal.&lt;br /&gt;Enquanto Cuba Gooding Jr, reconhecido por seu competente timming cômico, não está em sua melhor forma no papel, aparentando até um ligeiro desconforto. No obstante, seus piores momentos mesmo, desprovidos de qualquer química, se dão quando há interação entre ele e Beyoncé.&lt;br /&gt;Inda assim, dentre as películas estreladas por Beyoncé, esta, na intenção de destacar sua imagem, foi a mais bem sucedida, diferente do mais recente e também musical &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Dreamgirls”&lt;/span&gt;, no qual ela foi totalmente desfocada pela presença de Jennifer Hudson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2w_mLafwiI/AAAAAAAAAv4/3UtvzO7CRvU/s1600-h/resistindo_tentacoes2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2w_mLafwiI/AAAAAAAAAv4/3UtvzO7CRvU/s400/resistindo_tentacoes2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434788775460848162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;De qualquer forma, filmes musicais, em suma, costumam ser duvidosos graças à mesmice que paira sobre seus roteiros.&lt;br /&gt;Não fugindo à regra, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Resistindo às tentações”&lt;/span&gt; se rende aos clichês mais gritantes e sequenciais, com direito a um desfecho previsível e açucarado. Portanto, para avaliar esta película que, como todo musical, se sustenta em meio às canções e não ao argumento estrutural, o jeito é analisar estritamente as canções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como já foi mencionado, o longa nesse quesito, não fica devendo a ninguém. Entre tantos representantes do gênero como o potente e supracitado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Dreamgirls”&lt;/span&gt;, o incessante e exagerado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Hairspray”&lt;/span&gt; e o insosso &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Nine”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Resistindo às tentações"&lt;/span&gt; dá a sua precisa contribuição, conseguindo ainda por cima evitar um erro muito comum no gênero: o excesso de cantoria.&lt;br /&gt;Tudo bem que são películas especificamente sonoras, mas esse fato não extingue por inteiro uma trama que seja. E aqui, mesmo sendo seu roteiro ingênuo, floral e óbvio, não deixa de ser divertido.&lt;br /&gt;As canções não substituem simplesmente os diálogos, elas são partes imprescindíveis durante as passagens da história. E apesar de ser mais fraco, é impossível não compará-lo à &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Mudança de hábito”&lt;/span&gt; de Whoopi Goldberg – com certeza, sua maior inspiração, tanto pela semelhante estória, quanto pelo pano de fundo religioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2w_7nQu_6I/AAAAAAAAAwA/iZS0Xul0Sqc/s1600-h/resistindo_as_tentacoes_2003_g.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 237px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2w_7nQu_6I/AAAAAAAAAwA/iZS0Xul0Sqc/s400/resistindo_as_tentacoes_2003_g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434789143713349538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Porquanto, admito que pra mim seja extremamente difícil ser imparcial em relação ao longa, afinal, ele atende inteiramente minhas preferências musicais... é por este motivo que minhas constatações soam um tanto apaixonadas – posto que, qualquer pessoa de bom senso saiba reconhecer quando uma música é bem representada, inda que esta não supra seu gosto pessoal.&lt;br /&gt;Mas nem por isso deixo de reconhecer que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Resistindo às tentações”&lt;/span&gt; não é uma obra-prima, nem o melhor do gênero, muito menos inovador, e sim, somente um filme auditivamente belo que soube conquistar tal título com louvor (!) – a rima foi péssima, mas o trocadilho foi apropriado...&lt;br /&gt;Logo, não se podendo exatamente analisá-lo, visto que sua estória é extremamente convencional, independente disso, ele merece ser ouvido, pois uma trilha sonora gospel ao transitar pelos estilos seculares denominados como Hip Hop, Black, R&amp;amp;B e jazz, sem envolver o senil conservadorismo litúrgico é uma tremenda façanha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, sem mais, a você que aprecia música em todos os sentidos, o consentimento positivo por esta retratação caricata e bem-humorada do cotidiano de uma igreja protestante americana dominantemente negra, será inevitável!&lt;br /&gt;Agora, caso você seja avesso a essa arte, reformulo minha recomendação: simplesmente ignore-o, porque além das músicas não sobra muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S32750i-YRI/AAAAAAAAAyY/6xDH1evG-R8/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S32750i-YRI/AAAAAAAAAyY/6xDH1evG-R8/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710526965702930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-5ESJ0pi0Gws/TWamO904CbI/AAAAAAAABFw/JT22nPDn1N4/s400/224.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577327964589656498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Antes de comentar sobre &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Premonição 4”&lt;/span&gt;, eu acho mais justo fazer uma retrospectiva sobre a série para se achegar ao ponto necessário da minha opinião.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguindo então essa ordem, no inicio dos anos 2000, surgiu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Premonição” &lt;/span&gt;(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Final destination&lt;/span&gt;), um suspense no qual o foco era seu personagem central Alex (interpretado pelo sumido ator canadense Devon Sawa) e sua habilidade de prever a morte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por falar na dita cuja, normalmente em filmes do gênero a morte é uma peça imprescindível como o resultado do terror, só que em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Premonição"&lt;/span&gt;, embora ela fosse legitimamente retratada de forma invisível, a grande novidade girava em torno de sua atípica atuação, o que se devia ao fato de ela ter sido propriamente à vilã da estória, ou melhor dizendo, a causa de si mesma.&lt;br /&gt;Assim, vingativa e implacável, a indesejada perseguia todos àqueles que de alguma forma saíram ilesos de suas primeiras investidas, conseguindo ser tão eficaz como qualquer outro vilão palpável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra você que não conhece nenhum dos filmes, eu sei que descrevendo assim a premissa aparenta ser ingênua, mas não se engane, pois o notável roteiro foi uma tremenda surpresa, ainda mais pelo filme ter sido lançado após a década de 90, a qual foi marcada por películas cujo antagonista era predominantemente um serial killer.&lt;br /&gt;Por tal motivo, esta substancial projeção não só obteve um diferencial em meio aos filmes de terror adolescente na época, como deu uma guinada na mesmice que pairava sobre os tais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2jFkq_fnLI/AAAAAAAAAvA/MGZi5-HOG6Y/s1600-h/premoni%C3%A7%C3%A3o-4-cinema-SaladaCultural.com.br-438.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2jFkq_fnLI/AAAAAAAAAvA/MGZi5-HOG6Y/s400/premoni%C3%A7%C3%A3o-4-cinema-SaladaCultural.com.br-438.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433810184229067954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em consequência disso, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“premonição”&lt;/span&gt;, obviamente, acabou ganhando três sequelas – ao que parece, esta é a obrigação de todo filme junto à Hollywood quando alcança certo êxito junto à bilheteria e crítica –, tudo graças ao interesse absolutamente pecuniário das indústrias do cinema.&lt;br /&gt;Por outro lado, a parte mais aborrecida desta questão é a falta de qualidade das ditas continuações que muitas das vezes desvirtuam a idéia original – foi assim também com o copiadíssimo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Pânico” &lt;/span&gt;de Wes Craven e seu rival &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”&lt;/span&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando-se então específica e necessariamente ao filme em destaque, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Premonição 4”&lt;/span&gt;, por sua vez, tem agora como personagem central Nick O'Bannon, isso porque a cada continuação de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Premonição”&lt;/span&gt; o protagonista é substituído por um ator nitidamente pior.&lt;br /&gt;Já a direção e o roteiro ficaram ao encargo de dois veteranos no que diz respeito a estória: David R. Ellis (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Serpentes a Bordo”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Celular – Um grito de socorro”&lt;/span&gt;) responsável pela direção do segundo e Eric Bress, também já familiarizado com o roteiro da segunda edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, na trama, Nick, após uma ter uma horrível visão na qual uma brutal série de eventos provoca uma batida múltipla de carros, incinerando tudo a volta, matando muitos e deixando o local em destroços, convence seus amigos a evitarem a corrida. Porém, como consequencia, todos os que escaparam iniciam sua própria corrida pela sobrevivência, afinal, a morte irá requerer "seus direitos".&lt;br /&gt;Diante de tal sinopse, como já era previsto, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Premonição 4"&lt;/span&gt; segue, sem hesitar, a mesma linha dos outros, alterando apenas a localização do iminente desastre que impulsionará o desenrolar sanguinolento.&lt;br /&gt;A única novidade aqui, se é que podemos chamar assim, é a técnica de filmagem em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3-D&lt;/span&gt; – Respectivamente neste caso, um recurso de apelo estritamente visual utilizado para contornar a falta de consistência no roteiro –, fora isso, o resto é só fiasco!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2jFti0G-9I/AAAAAAAAAvI/eJSDOaVMfrg/s1600-h/filmes_547_Premonicao+4+16.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2jFti0G-9I/AAAAAAAAAvI/eJSDOaVMfrg/s400/filmes_547_Premonicao+4+16.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433810336652655570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na verdade, se teve algum dos títulos da série que fez por merecer elogios, foi o primeiro filme. Ele supera todos os outros por meio de seus sólidos questionamentos, seu clima significativamente tenso e suas atuações bem mais comprometidas – no casting tinha Seann William Scott e Ali Larter, nomes bem mais expressivos do que teve qualquer outro da franquia.&lt;br /&gt;O segundo até conseguiu marcar alguns pontos, por manter um sentido linear em relação ao precursor, preservando o contexto e inteligentemente alguns personagens (pena terem excluído  depois o sinistro personagem patologista).&lt;br /&gt;Sem contar que foi através de  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Premonição 2"&lt;/span&gt; o início da evolução na elaboração das mortes. Porém, como o roteiro principal não dava margem estrutural a uma continuidade – como dito, ideia absurda e capitalista restrita aos interesses de Hollywood -, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Premonição 2”&lt;/span&gt; acabou se rendendo à mesmice. Enquanto no terceiro o desgaste da estória já havia se tornado incômodo, perdendo de vez a linha de raciocínio e limitando-se apenas às gratuitas mortes.&lt;br /&gt;Agora, é aqui em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Premonição 4"&lt;/span&gt; que a saga perde todo o sentido da trama original,não restando um resquício sequer do que já foi um dia.&lt;br /&gt;Nem mesmo as engenhosas mortes são mais suficientes, visto que nos anteriores tudo se saturou consideravelmente..&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, após esse vislumbre, não resta mais o que falar de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Premonição 4”&lt;/span&gt;...&lt;br /&gt;Eu comentaria sobre mais o quê? Sobre o fato de as cenas estarem mais corridas e forçadas? Ou que, apesar da distância cronológica, os efeitos especiais estão mais toscos? Ou devo frisar a inexpressividade dos personagens diante das mortes graças à falta de talento dos atores?&lt;br /&gt;Porque, sem mais retóricas, o filme é só isso, óbvio, tacanho e sem carisma, desde o aspirante elenco às resoluções previsíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2jF7aoEEUI/AAAAAAAAAvQ/A368VD0G_RQ/s1600-h/premonicao4_08.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2jF7aoEEUI/AAAAAAAAAvQ/A368VD0G_RQ/s400/premonicao4_08.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433810574972817730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por fim, só me resta asseverar que os quatro filmes – curiosamente lançados de três em três anos – não se complementam, nem apresentam um mísero argumento para explicar as premonições, ou uma razão que seja para as mesmas terem ocorrido em lugares determinados, como avião, montanha russa (...); muito menos dão um motivo plausível para o dom resvalar entre os diversos personagens principais.&lt;br /&gt;De qualquer modo, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Premonição 4” &lt;/span&gt;– por enquanto o último filme –, a meu ver, não teve outra intenção a não ser angariar bilheteria em cima de nossa juventude afoita por violência imoderada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328ALHFMuI/AAAAAAAAAyg/5H_hcJc1kHg/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328ALHFMuI/AAAAAAAAAyg/5H_hcJc1kHg/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710636101939938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Não são nada mais do que filmes pretensiosos e propositalmente "mal produzidos", com estórias que relativamente assustam pelo fato de retratarem uma situação utópica de forma verossímil.&lt;br /&gt;O sobredito &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A bruxa de Blair”&lt;/span&gt;, no entanto, é o único autêntico nesse âmbito, não por serem verdadeiras as suas alegações, mas por ser ele a maior inspiração desse estilo cru, de ângulos mal direcionados e tremidos. Portanto, por não haver mais novidades nessa questão, não vejo motivos para que mais filmes nessa linha surjam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ao que parece, o diretor (se é que posso denominá-lo como tal) Oren Peli, não obstante, pensa de outra forma.&lt;br /&gt;Ao estrear no ramo da sétima arte, ele criou sua primeira obra conhecida como &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Atividade paranormal”&lt;/span&gt;, um suspense que foi sucesso absurdo de bilheteria e também identificado por muitos como o mais competente herdeiro de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A bruxa de Blair”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Reconheço que não se pode simplesmente desmerecer esse filme. Ele, apesar de oferecer bem menos do que propagam, tem lá seus momentos... insuficientes, mas tem.&lt;br /&gt;Um fato interessante no tocante ao mesmo foi à idealização de Peli com relação à estória. Até onde sei, o roteiro teve bastante improviso e muitas alterações no decorrer de suas filmagens. O próprio desfecho foi refeito para que quando lançado alcançasse por sua vez um apelo mais pasteurizado.&lt;br /&gt;Devido então a inesperada ascensão do trabalho assinado por Peli, surge a pergunta que não quer calar: o que faz de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Atividade paranormal” &lt;/span&gt;um filme tão solicitado? Ou melhor: como um filme filmado integralmente por uma única câmera, esta sendo utilizada muitas das vezes sob o recurso de “visão noturna” (uma imagem que não privilegia a visão do espectador), pôde arrastar tantas pessoas para o cinema?&lt;br /&gt;Eu confesso: ainda não encontrei o porquê do êxito junto ao público, sinceramente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2i5q-FPdYI/AAAAAAAAAuo/mDLGns1t8so/s1600-h/atividade_paranormal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 243px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2i5q-FPdYI/AAAAAAAAAuo/mDLGns1t8so/s400/atividade_paranormal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433797098293130626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Primeiramente, o filme tem aproximadamente uma hora e meia; nesse período, somos apresentados a um casal denominado como Katie e Micah, interpretados por neófitos atores de nomes homônimos. O cotidiano deles representado é o mais normalesco possível. Se o filme pode ser elogiado é exatamente por esse ponto: a naturalidade dos atores.&lt;br /&gt;Quanto ao desenvolvimento da trama, gradativamente nós nos deparamos com o drama de Katie que começa a sentir-se coagida por uma presença maligna. Por vezes ela chega a afirmar que é possível sentir até sentir a respiração da tal entidade.&lt;br /&gt;Diante disto, por iniciativa do marido &lt;a href="http://www.cineplayers.com/comentario.php?id=22309#" onclick="hwClick316205(undefined);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(153, 0, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw316205(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;&lt;/a&gt;, eles decidem filmar constantemente sua rotina doméstica em busca de qualquer evidência sobrenatural, inclusive, nos momentos em que estão dormindo.&lt;br /&gt;Agora pensem em momentos extremamente fastidiosos em que uma lâmpada piscando, ou um vulto na parede são guardados justamente para a conclusão porque não há nada mais contundente a se mostrar durante o longa. Pensou? Pois é, isso é &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Atividade Paranormal"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Devido a isso, eu posso atestar que todas as tentativas aqui de se retesar o espectador são pífias e óbvias. E como consequencia desse fato, fica a impressão de que não existe um roteiro, e sim, uma comumente representação do dia-a-dia de um casal, esta tão arrastada como a de qualquer mero mortal, exceto pelos frugais momentos tensos envolvendo, como já disse, vultos e luzes se auto-acendendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez prevendo a apatia pela qual o filme seria envolvido, Peli decidiu inserir uma desnecessária cena de uma moça que havia passado pela mesma situação de Katie e agora tinha seu vídeo disponível na internet revelando o fim que a mesma teve.&lt;br /&gt;O casal mobilizado a assistir o tal video, confere no mesmo uma réplica inópia de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O exorcista” &lt;/span&gt;com direito a uma moça amarrada na cama, com o rosto desfigurado e aparentemente possuída, fato este que não ajuda nem acrescenta nada ao filme.&lt;br /&gt;Por fim, o único momento, digamos, assustador de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Atividade paranormal" &lt;/span&gt;se dá unicamente em seus minutos finais, visto que, o espectador para contemplar o tal momento, precisará de uma apurada paciência, senão, desistirá antes mesmo de o filme chegar a sua metade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2i5-ovkc7I/AAAAAAAAAuw/Eip6Ug2RqtQ/s1600-h/1261287519_destaque_atividade_paranormal_3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 283px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2i5-ovkc7I/AAAAAAAAAuw/Eip6Ug2RqtQ/s400/1261287519_destaque_atividade_paranormal_3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433797436162470834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No mais, é totalmente certo o que muitos afirmaram: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Atividade paranormal”&lt;/span&gt; funcionou para alguns, já para outros ele não passou de uma imensurável experiência bizarra.&lt;br /&gt;Nem o fato de sua bilheteria ter sido um sucesso, garante que todos tenham gostado - eu mesmo sou um dos representantes contrários.&lt;br /&gt;Por isso, só recomendo uma coisa com relação ao filme: se você é uma daquelas pessoas que não se satisfizeram com a exibição de o supramencionado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A bruxa de Blair”&lt;/span&gt;, então nem pense em assistir a este filme aqui; imagine-o como uma sequencia piorada... preciso dizer mais? Acho que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328G_NBv-I/AAAAAAAAAyo/Sf0YvOZP-f8/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328G_NBv-I/AAAAAAAAAyo/Sf0YvOZP-f8/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710753164738530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Por tal motivo, os poucos sobreviventes, para se defenderem, se vêem obrigados a procurar um local seguro, evitando assim de serem devorados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Parece uma sinopse familiar? É... eu sei, mas já adianto que não estou falando de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Diário dos mortos”&lt;/span&gt;, nem de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Madrugada dos mortos”&lt;/span&gt;, nem&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Extermínio”&lt;/span&gt;, ou qualquer outro filme do estilo "mais do mesmo", e sim, de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Zumbilândia”&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;Com certeza, você deve estar se perguntando: que raio de título infantilóide e bizarro é esse?&lt;br /&gt;Bom, por meio dele, pode-se obviamente prever que a proposta deste filme, apesar de abordar pela milésima vez o corroído tema “mortos-vivos”, não é a mesma a qual estamos acostumados a ver.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar: para contornar o desgaste do gênero, a direção optou por inserir na estória uma linha humorística – o melhor exemplo que temos dessa novidade é o divertido &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Todo mundo quase morto”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Por isso, este filme, adequadamente denominado de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“zumbilândia”&lt;/span&gt;, traz sua significante e necessária contribuição para repaginar o “universo dos zumbis”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1456MiIrZI/AAAAAAAAAt4/C8b5gZ-buKI/s1600-h/zumbilandia13_gde.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1456MiIrZI/AAAAAAAAAt4/C8b5gZ-buKI/s400/zumbilandia13_gde.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430841872614993298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É certo que há cenas fortes e sanguinolentas e toda aquela típica carnificina do gênero, mas vale ressaltar que o clima dos acontecimentos estão sob um camuflado ar infante (nada comprometedor), desviando o filme de qualquer tipo de apelação. Méritos da esforçada direção do iniciante Ruben Fleischer e do empenho de seu engajado elenco.&lt;br /&gt;No entanto, por mais paradoxo que seja, mesmo contendo essa essência ligeiramente juvenil, não o recomendo para os pequenos por ser o mesmo mais pesado do que se espera em suas primeiras tomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, ambos os roteiristas, Rhett Reese, contando com a cooperação de Paul Wernick – ambos desconhecidos –, desenvolveram a estória para uma suposta série de televisão, em que a primeira metade do filme seria o provável episódio-piloto. Talvez os produtores pressagiaram o êxito do filme, e assim &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Zumbilândia”&lt;/span&gt; veio direto para as telonas, tornando-se então sucesso de público e crítica nos EUA.&lt;br /&gt;E graças ao seu desenrolar agitado, inovador e suficientemente atrativo, já se escuta rumores sobre suas sequencias (isso mesmo, no plural).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ator Jesse Eisenberg (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Amaldiçoados”&lt;/span&gt;) – eficiente em seu estereótipo de nerd americano – é um dos protagonistas e ao narrar à estória em primeira pessoa dispensa aqui o intrincado e desnecessário cruzamento de informações em se tratando de filmes de terror.&lt;br /&gt;Logo de início, ele apresenta ao espectador suas inúmeras e promissoras regras de sobrevivência, disciplinadamente seguidas por ele, que mostram como se sair ileso de uma infestação de zumbis, momento este em que ele se encontra.&lt;br /&gt;Toda vez que Columbus, o personagem de Jesse, cita uma regra e o momento propício de executá-la, a cena é exemplificada na tela, descrita com direito a título em letras garrafais, rebobine da ação e ótica sob variados ângulos, tudo isso para que todos possam, meticulosamente, entender como funciona os seus elaborados escapes contra os iminentes ataques dos hostis zumbis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S146BAa9n5I/AAAAAAAAAuA/vf1jpny0lZo/s1600-h/zombieland_13.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S146BAa9n5I/AAAAAAAAAuA/vf1jpny0lZo/s400/zombieland_13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430841989622767506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Continuando com o elenco que, diga-se de passagem, é um show à parte, temos o versátil Woody Harelson (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Sete vidas”&lt;/span&gt;), encarnando um papel digno de seu perfil: engraçado, cínico, indiferente e destemido; sendo ele o responsável por ajudar involuntariamente Columbus (Jesse Eisenberg).&lt;br /&gt;E para que tudo se torne funcionalmente mais caricato, o paradigma de anti-herói indestrutível que gira em torno do personagem de Harelson é “desvirtuado” quando contemplamos sua obstinação por achar um tipo específico de bolinho recheado, que para ele é mais importante do que aniquilar os perigosos mortos-vivos à sua volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso me esquecer das representantes femininas do casting principal, composto por Abigal Breslin (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A pequena Miss Sunshine"&lt;/span&gt;) e Emma Stone (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Superbad - é hoje"&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Por algum tempo eu tive a pequena (já não tão mais) Abigal como superestimada. Após seu papel aqui, posso dizer que o talento dela não é extraordinário, mas merece às honras que já teve.&lt;br /&gt;Já Emma Stone, bonita e carismática, me remeteu aos tempos áureos da carreira de Goldie Hawn, por ser ela uma espécie de versão morena e trinta anos mais jovem da tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um detalhe que também merece ser revelado aqui é a inversão comportamental pela qual os personagens foram definidos.&lt;br /&gt;Normalmente as mulheres em filmes assim colaboram para com os gritos e o pavor das cenas, enquanto os homens tomam as rédeas da situação, encabeçando os momentos cruciais da ação – embora esta seja uma visão antiquada, machista e clichê, que ainda persiste no cinema. Só que em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Zumbilândia”&lt;/span&gt;, qualquer homem que se atreva a mexer com a dupla de irmãs Wichita (Emma) e Little Rock (Abigal), se arrependerá.&lt;br /&gt;Elas, por meio de uma bem explorada transposição de personalidade, são bem ordinárias – no bom sentido, claro. E à custa dos personagens de Woody Harelson e Jesse Eisenberg, elas protagonizam os momentos mais sacanas da estória, fazendo por isso, o ingresso valer ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S146JNoy3cI/AAAAAAAAAuI/vWdRLJYOhlI/s1600-h/zombieland_4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S146JNoy3cI/AAAAAAAAAuI/vWdRLJYOhlI/s400/zombieland_4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430842130609397186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Das tantas qualificações, a bastante comentada aparição bem-humorada de Bill Murray tornou o filme ainda mais proveitoso. Ele afirmando seu arrependimento em participar do filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Garfield”&lt;/span&gt;, foi impagável!&lt;br /&gt;Quanto à parte visual do filme, só me resta prosseguir incessantemente com os elogios. A caracterização dos zumbis é precisa, aterradora e sutilmente cômica. A fotografia, esplêndida! A ambientação erma das cidades, super crível. Enfim, está tudo muito bem nivelado a qualidade do roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única questão que poderia ser vista como problema neste longa é narrativa que em meados torna-se arrastada, mas por ser por um lacônico período, não é nada que prejudique o filme.&lt;br /&gt;Na verdade, o público acaba entendendo que tudo não passa de uma produção esperta que soube brincar alternativamente com um tema desgastadíssimo, conseguindo também manter a qualidade junto ao enredo, devido ao esmero de toda uma equipe.&lt;br /&gt;Sem mais, o ótimo roteiro é detentor de todas aquelas características inerentes ao gênero: competência visual, futilidade estrutural e inconsequência por parte dos personagens. Ou seja, o resultado não poderia ser mais satisfatório.&lt;br /&gt;E para que o proveito seja por completo, recomendo que o espectador se focalize somente na identificação com os personagens (que é certa), na diversão (também garantida) e mais nada.&lt;br /&gt;Acreditem: quem quiser assistir &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Zumbilândia”&lt;/span&gt;, não irá se arrepender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328OqHiwVI/AAAAAAAAAyw/8G_3Sk0n8OE/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328OqHiwVI/AAAAAAAAAyw/8G_3Sk0n8OE/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710884943544658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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E foi por esta razão que resolvi assistir o filme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A estória apresenta Ted Gray (Milo Ventimiglia, da série “Heroes”), um jovem médico que acabou de concluir a sua licenciatura entre os melhores da turma. Como consequência disto, ele se insere entre um dos mais prestigiosos programas de Patologia do país.&lt;br /&gt;Logo, ele é convidado pelos jovens patologistas internos a se integrar ao grupo. E aos poucos, o comportamento duvidoso dos tais médicos, deixa transparecer certo mistério.&lt;br /&gt;Por esta razão, Ted começa a sondar os colegas, descobrindo assim um jogo macabro realizado por eles, no qual ele se envolve voluntariamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1keNgqVu4I/AAAAAAAAAtY/UsLtm1x8rYQ/s1600-h/pathology_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1keNgqVu4I/AAAAAAAAAtY/UsLtm1x8rYQ/s400/pathology_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429404043226495874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O jogo pode ser descrito da seguinte forma: rotativamente, um dos médicos legista fica incumbido de trazer um novo corpo à mesa. Depois de feito, sem deixar evidências, todos se reúnem secretamente no hospital para realizar a autópsia no corpo, buscando identificar como o responsável praticou o homicídio.&lt;br /&gt;Ganha a aposta àquele que conseguir cometer o crime com maior dificuldade na determinação da causa de morte, de forma que nem o melhor patologista consiga desvendar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando... Por esta premissa desenvolve-se uma trama fria, que incomoda em muitos momentos, principalmente pelas atitudes perversas tomadas pelos dúbios personagens.&lt;br /&gt;O elenco, bem escalado, dá vida a personagens com personalidades igualmente doentias e calculistas, que não demonstram qualquer tipo de ética, pudor ou respeito com relação aos corpos em que trabalham. Podendo incitar aí uma inquietante curiosidade no público em saber se realmente existe casos assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1keTZfEb0I/AAAAAAAAAtg/cbpBgbf5L6A/s1600-h/pathology-2008-022.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 244px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1keTZfEb0I/AAAAAAAAAtg/cbpBgbf5L6A/s400/pathology-2008-022.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429404144379391810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No entanto, o desconhecido e ousado diretor Marc Schoelermann, mesmo tentando retratar os fatos de forma verossímil, conseguindo até extrair do elenco atuações seguras e naturais, traz uma superficial construção narrativa à trama, bem como o desenvolvimento.&lt;br /&gt;A injustificável filosofia de vida dos subversivos médicos é transmitida sem muita lógica, deixando o filme vazio. Talvez, por esta razão, a produção é desnecessariamente recheada de apelativas cenas de sexo e violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro escrito pela dupla Mark Neveldine e Brian Taylor – os mesmos responsáveis pelo filme de ação &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Adrenalina”&lt;/span&gt; –, peca pelo excesso, soando em alguns momentos exagerado, esquemático e até fetichista.&lt;br /&gt;Outro ponto negativo a ser conferido no longa é em relação à fotografia. Demasiadamente escura e sem qualidade, a mesma passa a idéia de filme amador. Enquanto a trilha sonora, igualmente lamentável, é confusa e irritante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1keaBY0njI/AAAAAAAAAto/MOun_Kl5gik/s1600-h/pathology-05-thumb2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 235px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1keaBY0njI/AAAAAAAAAto/MOun_Kl5gik/s400/pathology-05-thumb2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429404258169822770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Agora, levando em consideração a novidade do tema e o seu imprevisível desfecho, pode-se dizer que o filme alcança uma superioridade em relação às bombas do terror “série B” lançadas ultimamente.&lt;br /&gt;Portanto, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Autópsia de um crime”&lt;/span&gt; pode ser considerado um entretenimento mediano, ainda que manifeste a sua única e deliberada pretensão em chocar quem o assiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328W-CL_GI/AAAAAAAAAy4/07ANQDHpjVs/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328W-CL_GI/AAAAAAAAAy4/07ANQDHpjVs/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439711027728743522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Eu assisto, mas quase sempre não me agradam. Nem mesmo os grandes sucessos como&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "Carandiru"&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Cidade de Deus"&lt;/span&gt; ou o superestimado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Central do Brasil"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, são filmes que possuem certas qualidades, mas somente em compartimentos, dificilmente  como um todo.&lt;br /&gt;À princípio parece ser uma visão preconceituosa, mas a verdade é que me incomoda ver filmes tão crus, desperdiçando alguns bons atores.&lt;br /&gt;Muitos soam como denotação de pobreza, sem preocupar-se com a mediocridade. A desculpa está sempre no baixo orçamento, nos parcos patrocínios... tudo bem, isso explica, mas não justifica.&lt;br /&gt;Bons roteiros dependem mais de talento do que de qualquer outra coisa; o dinheiro é só o recurso que irá concretizar a idéia impressa.&lt;br /&gt;Os filmes independentes e pecuniariamente inferiores já provaram ter muito mais consistência do que as superproduções descerebradas de Hollywood - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Transformers”&lt;/span&gt; se diga de passagem.&lt;br /&gt;Então, só resta concluir que além da falta de dinheiro, falta aptidão cinematográfica em nosso país?&lt;br /&gt;O elogiável &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A casa de Alice"&lt;/span&gt;, e o simpático &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O auto da compadecida"&lt;/span&gt;, ainda não me deixam generalizar, porém, a divisão que há entre a afirmação e a especulação é muito tênue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kbGkSbSlI/AAAAAAAAAs4/-4h6DAVJ3IM/s1600-h/a_mulher_invisivel_2009_g.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kbGkSbSlI/AAAAAAAAAs4/-4h6DAVJ3IM/s400/a_mulher_invisivel_2009_g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429400625405971026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, voltando-se ao filme em específico, Cláudio Torres, o responsável pela elaboração do roteiro e da direção, entrega sua terceira obra intitulada como &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"A mulher invisível"&lt;/span&gt;, esta comédia brasileira de caráter romântico.&lt;br /&gt;Qualquer um a essa altura do campeonato não precisa ser cinéfilo para afirmar que as comédias românticas seguem uma espécie de raciocínio padrão para sua realização. Mudam-se os temas, enquanto o perfil dos personagens, assim como o desenvolvimento, e o desfecho das estórias, são invariavelmente os mesmos.&lt;br /&gt;No Brasil não é muito diferente, a não ser por um considerável detalhe: a falta sofisticação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta projeção, o roteiro, nada original, nos apresenta o protagonista Pedro se desiludindo com sua mulher que, logo de início, confessa não aguentá-lo mais por sentir-se "invisível" em sua vida iludívelmente perfeita, e assim, o abandona em uma profunda depressão.&lt;br /&gt;Após esse ocorrido, ele, inconscientemente, cria a imagem de uma mulher escultural chamada Amanda, totalmente adequada às suas fantasias masculinas: que entende e se interessa por esportes; que está sempre linda e disposta a fazer sexo; que perambula pela casa com lingeries provocantes; que não se incomoda em ser traída; que não discute a relação, e por aí vai.&lt;br /&gt;Obviamente, ele não tem noção de que a tal beldade seja obra de sua imaginação.&lt;br /&gt;Já dá pra imaginar que agora só resta contemplar as diversas situações atípicas e constrangedoras, pelas quais, Pedro irá passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estória, a princípio, já se mostra requentada, com pontos que se apresentam evidentes desde o prólogo do filme.&lt;br /&gt;Tudo é muito previsível, e por vezes caricato, mas graças às cenas de humor gratuitas é que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"A mulher invisível"&lt;/span&gt; não é uma verdadeira perca de tempo.&lt;br /&gt;Pelo contrário, é bem mais engraçado que muitas pretensiosas comédias ianques. Embora, isso não seja razão suficiente para salvar o filme da insignificância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kbO3L972I/AAAAAAAAAtA/pi6h_hmiUTI/s1600-h/a_mulher_invisivel_2009_nota.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 249px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kbO3L972I/AAAAAAAAAtA/pi6h_hmiUTI/s400/a_mulher_invisivel_2009_nota.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429400767918108514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Selton Mello, ao interpretar o personagem central, oscila entre o razoável e o péssimo. Mesmo ele tendo oferecido atuações esplêndidas em novelas e em alguns filmes; mesmo sendo ele super requisitado em nosso cinema; ainda assim, fiquei com uma péssima impressão dele nesse longa. Ele não mostrou em nenhum momento seu notório potencial.&lt;br /&gt;Exagerado, aparentemente desconfortável, e forçado em muitas das cenas – sem contar com dispensável tom de voz alterado –, Selton causa constrangimento em boa parte do tempo.&lt;br /&gt;Só não diria que ele está canastrão no papel, porque esse título é de Luana Piovani, como a tal mulher invisível.&lt;br /&gt;O que salva Luana é sua beleza inquestionável. Para o papel não teria ninguém fisicamente mais adequado. A coisa só desanda mesmo quando ela abre a boca. A sorte é que com ela em cena, principalmente seminua, ninguém irá se concentrar em sua representação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como elenco secundário, temos Vladmir Brichta (está bem, mas seu personagem é irritante); a simpática e não tão conhecida Maria Manoella; e o que há de melhor no filme, a irmã do diretor, Fernanda Torres (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Os normais"&lt;/span&gt;), que possui as melhores tiradas e rouba todas as cenas em que aparece. Pena ter sido tão mínima sua participação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o que está sendo novidade nas comédias românticas americanas, como exemplo tem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A verdade nua e crua"&lt;/span&gt;, é o linguajar chulo, acompanhado de leves palavrões.&lt;br /&gt;Em produções brasileiras isso não é novidade – e sim, uma característica –, mas os diálogos de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“A garota invisível”&lt;/span&gt;, por já serem superficiais, ficam ainda mais fúteis com o excesso de expressões vulgares do tipo "vou dar pra ele" ou "não tô comendo ninguém".&lt;br /&gt;Não baixam o nível por completo, mas é aí que entra a "falta de sofisticação" citada anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kbXHZ2cyI/AAAAAAAAAtI/hWtVixlgl4M/s1600-h/mulher-invisivel.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kbXHZ2cyI/AAAAAAAAAtI/hWtVixlgl4M/s400/mulher-invisivel.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429400909710258978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entre outros defeitos, temos a edição que deixa a desejar; a fraca e deslocada estrutura narrativa; a contradizente trilha sonora (de muito mau gosto, por sinal); o desfecho meloso de sempre; e por fim, a artificialidade das situações: destaque para as cenas em que Selton se relaciona sexualmente com várias mulheres para esquecer o ocorrido com a esposa logo no intróito da projeção, com direito a uma pontinha bizarra de Karina Bacchi. E as tomadas de Vladmir Brichta fingindo cair (ou realmente caindo), tentando conquistar a personagem de Maria Manoella. Não tinham por mais em quê serem piores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pra não parecer injusto, reafirmo que o que não transforma &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"A mulher invisível" &lt;/span&gt;em um fracasso total, são as situações absurdas vivenciadas por Pedro.&lt;br /&gt;Somente nesses momentos, que são bem engraçados, Selton Mello oferece algo mais convincente, afinal, timming cômico ele tem.&lt;br /&gt;Pra mim, a cena que vale o filme é a do surto de Pedro em uma cerimônia com a presença de seu chefe e do governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, longe de ser um elogio (está mais para uma conformação), dentre os trabalhos de Cláudio Torres – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A mulher do meu amigo"&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Redentor"&lt;/span&gt; –, este é, com certeza, o mais apreciável.&lt;br /&gt;Só posso dizer que, como espectador, continuarei a ser exigente no tocante à qualidade do roteiro de nossos filmes, contudo, estarei um pouco mais esperançoso por ver alguns avanços no cinema nacional – o recente e notável &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Divã”&lt;/span&gt; estrelado por Lilian Cabral, é um exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328drI-L1I/AAAAAAAAAzA/gqK6_2XX6YY/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S328drI-L1I/AAAAAAAAAzA/gqK6_2XX6YY/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439711142916009810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Ali, ele conseguiu provar seu timming junto à comicidade, fazendo bem seu personagem e por vezes roubando a cena. Por este motivo, eu não entendo como alguém que iniciou a carreira de forma tão promitente, inclusive, tomando a ousada atitude de se distanciar da série que o lançou no mercado para tentar a sorte em Hollywood, hoje simplesmente não consegue oferecer nada além de um suposto rosto bonito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;E por mais versátil que ele tente aparentar, no fim, seu esforço apresenta sempre a mesma característica: a dubiedade.&lt;br /&gt;Todavia, especificamente neste caso, não só Kutcher, mais também seu novo filme &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Jogando com prazer”&lt;/span&gt;, estão igualmente sofríveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kYYQJ9fCI/AAAAAAAAAsY/8-GXPmxDEc8/s1600-h/jogando-com-prazer-cinema-SaladaCultural.com.br-272.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kYYQJ9fCI/AAAAAAAAAsY/8-GXPmxDEc8/s400/jogando-com-prazer-cinema-SaladaCultural.com.br-272.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429397630704516130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O diretor de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Jogando com prazer”&lt;/span&gt;, David Mackenzie, não é nenhum profissional de renome, apesar de ter feito dois bons trabalhos a meu ver: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Pecados ardentes”&lt;/span&gt; com Ewan Mc Gregor e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Olhar de desejo”&lt;/span&gt; com Jamie Bell. Contudo, o diretor inglês desta vez se supera na falta de objetivo. A estória do filme é fraca e desinteressante; as atuações, por sua vez, aborrecem com tanta irregularidade; e a gratuita denotação sexual das cenas constrange.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na estória, Nikki (Ashton Kutcher), um típico gigolô que namora Samantha (Anne Heche), se sente privilegiado por suas tantas conquistas amorosas e financeiras. Isso até conhecer Heather (Margarita Levieva), uma garçonete do tipo que se enquadra no perfil de “mulher dos sonhos”, fazendo- o perceber o quanto ele não é realizado no amor. No entanto, esta não pode o corresponder romanticamente falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tendo muito o que falar deste filme, exatamente por ele ser incomodamente raso, o mesmo é só isso: uma razoável e avulsa película que não progride.&lt;br /&gt;E como já dito, outro ponto de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Jogando com prazer”&lt;/span&gt; que vem causando polêmica, além do fato de sua estória não atingir uma sintonia, e assim, se estagnar em muitos momentos, é a sua deriva em cenas sexualmente tórridas e desconcertantes – sem querer passar a idéia de falso moralismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kYvOrnEiI/AAAAAAAAAsg/xuMeHdXrsO0/s1600-h/spread_movie_image_ashton_kutcher_l__1_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kYvOrnEiI/AAAAAAAAAsg/xuMeHdXrsO0/s400/spread_movie_image_ashton_kutcher_l__1_.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429398025445773858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Voltando-se novamente ao desempenho do protagonista, eu nem sequer consigo alegar o que é pior: presenciar sua tênue interpretação, ou assistir uma atriz mediana e desenxabida como Anne Heche desbancá-lo.&lt;br /&gt;E mesmo ele tornando claro para o espectador que o seu forte não é o drama, ainda assim, o mesmo insiste no gênero, como por exemplo, no filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Por amor”&lt;/span&gt;, também recente, em que sua presença é então suplantada pelo talento da veterana Michelle Pfeiffer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, comparando-o a Meg Ryan quando esta, cometeu o crasso erro de estrelar o desnudo longa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Em carne viva”&lt;/span&gt; em 2003, este mesmo erro poderia ser reportado a Ashton Kutcher, devido a ele se envolver em um projeto similarmente fútil e expositivo como&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; “Jogando com prazer”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Afinal, ambos em assim o fazerem, desvirtuaram suas empáticas imagens, para se infiltrarem em produções contextualmente pobres e excessivamente erotizadas. Embora, é claro que, a repercussão negativa com relação à figura de Ashton com este filme não se equipara as mesmas proporções que teve a de Meg Ryan.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, ela é mulher e ainda vivemos em uma sociedade latentemente machista. E em segundo lugar, vamos combinar que Ashton, mesmo sendo um ator, digamos, solicitado, este ainda não conquistou o título de “Queridinho da América”. Sendo assim, ele não perdeu muito, a não ser a chance de entregar ao público, pra variar, uma boa representação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kY79H_ZuI/AAAAAAAAAso/hTo3ESb-Alc/s1600-h/suvacao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 308px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1kY79H_ZuI/AAAAAAAAAso/hTo3ESb-Alc/s400/suvacao.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429398244071270114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Então, se alguém pretende prestigiar algum trabalho de Kutcher, escolha filmes como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Jogo de amor em Las Vegas”&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A filha do chefe”&lt;/span&gt;, que são clichês, mas garantem a diversão e constata a habilidade dele para com o humor; habilidade esta que parecer se restringir a esse gênero.&lt;br /&gt;Sem mais embargos, concluo que o filme agradou a poucos (incluo-me nessa), alvoroçou os mais pudicos e não transmitiu mensagem alguma, portanto, não o recomendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329E8f8BSI/AAAAAAAAAzI/PDi-3AfVEmw/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329E8f8BSI/AAAAAAAAAzI/PDi-3AfVEmw/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439711817590637858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Sec&lt;/style&gt;Antes de qualquer observação em relação a este filme, é preciso definir uma questão: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Vírus”&lt;/span&gt;, desde o seu prólogo, já apresenta altos sinais de dramaticidade que vão se acentuando no decorrer da fita, portanto, não se enganem com o cartaz ou o trailer do mesmo: não se trata de mais um terror sobre a propagação de um vírus mortífero, e sim, um drama.&lt;br /&gt;A estória, como sugere o título, apresenta uma espécie desconhecida de vírus sendo o mesmo responsável por dizimar toda a população, restando assim apenas um irrisório número de sobreviventes, entre esles dois irmãos, a namorada de um deles e uma amiga de outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca de um local seguro, tendo como referência uma casa de praia, na qual os irmãos passaram grande parte da adolescência, os quatro, de carro, encaminham-se rumo a este nicho, tendo como sua maior proteção no percurso apropriados litros de desinfetantes.&lt;br /&gt;Não é necessário citar que o pano de fundo para esta aventura nada tem de original: pandemia global; extinção humana; clima apocalíptico; nada que já não tenhamos visto e sob diversas retratações. Mas é preciso frisar que em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Vírus”&lt;/span&gt; a abordagem alcançou certo primor. O motivo se dá por todo o desgaste do tema ser contornado pela intensificação dos conflitos pessoais dos personagens em detrimento à violência gratuita inerente do gênero.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal" face="georgia"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1XB4tru31I/AAAAAAAAAsA/RdO2m2nNpCs/s1600-h/Carriers2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1XB4tru31I/AAAAAAAAAsA/RdO2m2nNpCs/s400/Carriers2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428458105944858450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: webdings;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto interessante se dá pelas características sobrenaturais inexistentes aqui. O roteiro tenta (e consegue) seguir por uma linha bastante crível, abdicando-se de qualquer argumento que pudesse inserir os aborrecidos zumbis sedentos por carne humana. O clima até sugere a idéia, mas não passa de uma mera e proposital insinuação. Um tipo de “pegadinha” com àqueles que estavam à espera de mais um saturado filme de mortos-vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a narrativa desta produção dá sequencia à intensa jornada dos quatro jovens em busca do supracitado local desinfetado e seguro. E por assim ser, seu argumento, ligeiramente considerável, aborda sociologicamente toda a tensão do momento.&lt;br /&gt;As reações são subjetivas, mas todas refletem o pânico entre eles, seja reprimido ou explícito, diante dos caóticos e desérticos lugares por onde passam – méritos para a eficaz fotografia. E nada do que eles presenciam contribui para que a esperança na sobrevivência seja alimentada, inda assim, tentando não serem confrontados à insanidade, optam em conjunto pelo otimismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: georgia;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1XBpxdN4XI/AAAAAAAAAr4/55DBdt9ovWA/s1600-h/zombieland_13.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 241px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1XBpxdN4XI/AAAAAAAAAr4/55DBdt9ovWA/s400/zombieland_13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428457849259680114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: webdings;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que, devido à ação aniquiladora e melindrosa do vírus, por sua fácil transmissão no ar, os jovens são forçados a usar máscaras o tempo todo (auto-personalizadas até) e a esterilizarem tudo o que tocam. Por tal motivo, qualquer contato que seja com alguém desconhecido é reconhecido como perigo letal.&lt;br /&gt;E assim, a trama se segue explorando seus personagens que, visivelmente vão se alterando no tocante ao temperamento, dando vazão à violência, ao egoísmo e a intolerância contra eles mesmos.&lt;br /&gt;O roteiro não se aprofunda nas questões psicológicas, mas também está longe de ser uma representação superficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando-se agora ao elenco, temos Chris Pine (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Star Trek"&lt;/span&gt;), dos atores aqui o mais promissor, não fazendo feio com sua segura atuação; já Piper Perabo (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Show bar"&lt;/span&gt;), sempre sensível, consegue se manter precisa e marcante em sua participação. Os outros não tem nomes expressivos, mas tiveram um desempenho razoável.&lt;br /&gt;As regras de sobrevivência, do tipo que havia em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Zumbilândia”&lt;/span&gt; – é claro que sem o apelo cômico da situação – estão presentes aqui, mas sem a mesma importância. Elas somente elevam o nível de paranóia entre o quarteto.&lt;br /&gt;Aliás, falando em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Zumbilândia" &lt;/span&gt;parece que estamos vivenciando a era dos filmes zumbis alternativos: comédia, agora drama... interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2xGwfRsM_I/AAAAAAAAAwI/mVIdJqNImRc/s1600-h/carriers_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 308px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S2xGwfRsM_I/AAAAAAAAAwI/mVIdJqNImRc/s400/carriers_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434796649172710386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em relação ao ponto mais marcante do filme que se dá por sua verossimilhança, considerado sua maior qualidade é também seu maior defeito. O desenvolvimento do filme tem um decorrer progressivo, porém, periga por diversas vezes cair na monotonia. Culpa da direção inexperiente que, ao optar por simplesmente focalizar o comportamento humano, se esquece de ousar um pouco. Afinal, o tema está sendo mostrado sob outra roupagem (Leia-se sem zumbis), então era esperado que outros elementos substituísse a ausência de um vilão visível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, sem efeitos especiais mirabolantes, ou desfecho repleto de susto e ação, o melhor mesmo do filme é o seu realismo, concluindo então que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Vírus”&lt;/span&gt; não é um exemplo espetacular da sétima arte, mas é minimamente recomendável e interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329MkzklfI/AAAAAAAAAzQ/B6a6wwpU3hs/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329MkzklfI/AAAAAAAAAzQ/B6a6wwpU3hs/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439711948669490674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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E quase sempre pelos mesmos motivos: a difícil assimilação da real intenção do roteiro.&lt;br /&gt;Normalmente, a culpa fica por conta da linguagem excessivamente erudita e conscientemente evasiva, ou pelos excessos de metáforas e analogias em sua retratação. E, ao que parece, esse é o perfil do comentadíssimo &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Anticisto”&lt;/span&gt; – merecedor de todo repúdio.&lt;br /&gt;Porém, Lars Von Triers conseguiu ser plenamente entendido e mesmo que dividindo opiniões, bastante elogiado. Mas, nem por isso, este filme deixa de ser um trabalho bastante penoso de se acompanhar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1WvQxcSIXI/AAAAAAAAAqo/ccL-7OlWvBc/s1600-h/anticristo4_galeriaBig.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1WvQxcSIXI/AAAAAAAAAqo/ccL-7OlWvBc/s400/anticristo4_galeriaBig.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428437628549734770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em primeiro lugar: o filme se excede em suas alusões escriturísticas por não se limitar às entrelinhas, o que torna sua essência bastante cínica e polêmica. Não que isso seja necessariamente reprovável, mas sua deliberação, sim.&lt;br /&gt;Como dito, todas as intenções do diretor neste filme são propositais, esperando conscientemente causar furor, aversão, desconforto, tudo na mais radical das acepções.&lt;br /&gt;A idéia principal, por mais ilusória e metafórica que seja, é vendida como sendo totalmente absoluta, mesmo liberando espaço para outras interpretações, porque, no fim, levam ao mesmo objetivo - se é que existe um.&lt;br /&gt;Parece que o autor quer somente ser visto e ouvido, não importando o que os outros pensem desde que estes absorvam, inquestionavelmente, tudo que for mostrado ali e formem assim opiniões sob a ótica dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à estória, esta relata, em partes, a insanidade e a impotência do ser humano diante de uma situação dolorosa – a perda de um filho.&lt;br /&gt;O roteiro opta por destrinçar o comportamento humano, para simplesmente ratificar o quão irracional e contraditório ele é.&lt;br /&gt;Os únicos personagens aqui, um homem e uma mulher, é o casal da trama, interpretados magistralmente por Charlotte Gainsbourg (premiada pelo papel) e Willem Dafoe (atuação também perfeita).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1WvX3UjQGI/AAAAAAAAAqw/cKJI8fqkYeo/s1600-h/charlote-anticristo-011.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1WvX3UjQGI/AAAAAAAAAqw/cKJI8fqkYeo/s400/charlote-anticristo-011.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428437750386999394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O início do filme já é o suficiente para chocar: o casal aparece fazendo sexo, de forma bem intensa (com direito a um close interno de penetração vaginal), até que, nesse exato momento, o filho destes acaba caindo de uma janela, resultando em um acidente obituário, sendo tudo presenciado pela mulher que, por estar aparentemente extasiada pelo prazer da relação sexual, manteve-se inerte diante da cena – a razão real de sua atitude vem gradativamente no decorrer do filme.&lt;br /&gt;Ela, sucumbindo em um estado sufocante de depressão pelo ocorrido, conta com a ajuda do marido, este psicólogo, que decide fazer algo para livrá-la de seu tormento pessoal, quando, simultaneamente, o mesmo tenta superar a tragédia.&lt;br /&gt;Então, ambos se retiram para uma casa no campo, denominada sugestivamente de Éden, buscando refúgio. O que eles não sabem é que ali todo o drama dos dois se travestirá do mais puro terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior mérito de Lars com esta estranha experiência chamada &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Anticristo” &lt;/span&gt;é a sua capacidade de persuadir o espectador com seus personagens carregados, aliciando-os a adentrar em meio à sua loucura.Tudo é levado de forma bem progressiva em que o enredo flui sem impedimentos, devido ao belo trabalho das câmeras otimamente posicionadas, privilegiando cada detalhe de um dos mais belos trabalhos que já presenciei no que diz respeito à fotografia.&lt;br /&gt;Sua conclusão literalmente torturante cria uma sensação antagônica entre o principio e o fim da estória. A primeira cena é totalmente estética, com direito a belas filmagens, ótima trilha de fundo e um visual rico em preto e branco. Por outro lado, o último ato do filme é totalmente responsável por sentimentos como repulsa, indignação, tensão e, no meu caso, desapontamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1WveA59VII/AAAAAAAAAq4/LF7twJK4pDc/s1600-h/anticristo3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 254px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S1WveA59VII/AAAAAAAAAq4/LF7twJK4pDc/s400/anticristo3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428437856039031938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não que eu esperasse um filme raso, com desfecho óbvio, tampouco de resoluções dóceis, afinal, se tratava da mais nova e pretensiosa obra do pedante Lars Von Triers, mas a questão é que não é um filme de fácil digestão.&lt;br /&gt;O sentimento negativo que o filme insere na mente permanece durante algum tempo, não só pela nítida misoginia, ou as inconcebíveis mutilações e todo o clima horrivelmente claustrofóbico, mas por ser um trabalho, no fim, depressivo, assim como o próprio autor que, se encontrava nessa circunstância quando elaborou o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais delongas, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Anticristo”&lt;/span&gt;, a meu ver, não passou de um mero abuso de argumentos, por vezes, incoerentes e sem propósito, descambando-se em um gratuito e generalizado exagero visual, impulsionados por uma mente, naquele momento, debilitada.&lt;br /&gt;Se alguém quiser assistir a degradação humana pela visão de um melancólico em potencial, este filme é um prato cheio. senão, assista-o pelo aspecto técnico que, por sinal, está excelente. Do contrário, adianto: é um mero exemplar duvidoso e intransigente do cinema cult.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329ZorucoI/AAAAAAAAAzY/BIxv4CpC24Y/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329ZorucoI/AAAAAAAAAzY/BIxv4CpC24Y/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439712173048623746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Alguns exemplos frustrados podem ser citados aqui, como: o enganoso e sem nexo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O apanhador de sonhos”&lt;/span&gt;; o entediante e interminável “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rose Red - A casa adormecida&lt;/span&gt;” (eficaz também em nos fazer adormecer); O inconsistente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“1408”&lt;/span&gt;, e o insosso &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Janela secreta”&lt;/span&gt;. Portanto, graças a esses desastrosos títulos, eu criei certa resistência às películas baseadas nos escritos de King.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;É certo que não posso ser radical, esquecendo os seus sucessos, inda assim, penso duas vezes antes de prestigiar seus trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a verdade é que, como nem tudo é absoluto no mundo do cinema, eu me surpreendi com uma de suas recentes adaptações, dirigida pelo também roteirista Frank Darabont, denominada como &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O nevoeiro”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O diretor Darabont parece ter se tornado um especialista em dar vida às obras de Stephen King. Em suas três experiências – &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Um sonho de liberdade”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“À espera de um milagre”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O nevoeiro”&lt;/span&gt; –, ele, unanimemente, obteve consideráveis acertos. E o mais curioso com relação aos três filmes é que a sensação de “confinamento” está relacionada em todos eles. O que nos mostra a uniformidade na forma de o diretor francês trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S0vIyxLXz4I/AAAAAAAAAqI/3B8W7IPuWcE/s1600-h/nevoeiro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 376px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S0vIyxLXz4I/AAAAAAAAAqI/3B8W7IPuWcE/s400/nevoeiro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425650950617943938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, o longa &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“O nevoeiro”&lt;/span&gt;, estrelado pelo “justiceiro” Thomas Jane (atualmete estrela do exótico seriado "Hung"), foi realmente pra mim uma grande surpresa. Eu não alimentava qualquer expectativa em relação a esta produção. Eu até me lembro de uma versão antiga de título homônimo de John Carpenter, em que consistia-se num terror habitado por almas vingativas e mortíferas que agiam contra uma cidade portuária, ocultos em meio a um tipo de névoa.&lt;br /&gt;A princípio eu pensei que&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; “O nevoeiro” &lt;/span&gt;de Darabont fosse um remake deste clássico do terror, tipo, uma espécie de retratação à horrorosa refilmagem de 2005, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A névoa”&lt;/span&gt;, mas não é. Não existe ligação entre os dois e o produto de Darabont é simplesmente muito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O nevoeiro”&lt;/span&gt; foi divulgado como sendo um filme de terror... não que seja enganosa tal informação, mas todo o, digamos, “terror” da estória é apenas um pretexto para se aprofundar em um tema muito mais denso: o comportamento humano perante o desconhecido.&lt;br /&gt;A estória do filme se passa, obviamente, em uma cidade pacata dos EUA, enfocando o personagem David Drayton (Thomas Jane), ilustrador de cartazes de filmes de Hollywood, que mora com a mulher e um filho pequeno.&lt;br /&gt;Após uma forte tempestade, resultando em alguns estragos consideráveis em sua casa, ele, o filho e o vizinho, também prejudicado pelo temporal, vão até um supermercado próximo atrás de materiais para o conserto. E a partir daí eles ficam enclausurados no tal supermercado, com mais um grupo de pessoas que também estavam à procura de suprimentos, devido a um bando de criaturas grotescas e sanguinárias, envolvidas por uma espécie de névoa, que está ameaçando-os mortalmente do lado de fora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S0vJIN0n0nI/AAAAAAAAAqQ/BhubnpbzZTM/s1600-h/tm1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 253px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S0vJIN0n0nI/AAAAAAAAAqQ/BhubnpbzZTM/s400/tm1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425651319084405362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Inicialmente, parece ser uma estória comum, com os aspectos peculiares de Stephen King, no entanto, vai além disso. Os vilões são sugeridos no primeiro ato do filme (nenhum é mostrado por inteiro), e Darabont, sem rodeios, se empenha em mostrar quão diversas são as reações e os conceitos de cada um dos indivíduos trancafiado ali.&lt;br /&gt;Alguns beiram o desespero; outros, de forma extrema, se apegam a fé e arrastam outros com ele; outros se mantêm inertes; enquanto outros, com espírito de liderança, obstinam-se em escapar, não importando como. E sob tal variedade de sentimentos, o filme se segue linearmente tenso e limítrofe, assustando mais pela estupidez dos seres humanos, do que pelos próprios monstros. Todavia, não se podem menosprezar as criaturas, são elas realmente assustadoras, ainda mais por não sabermos ao certo o que elas são e de onde vem.&lt;br /&gt;De qualquer modo, a sensação de agonia e ansiedade toma conta do evento. Ponto positivo para a trama.&lt;br /&gt;O melhor de tudo é que todos os recursos utilizados aqui são condizentes com o que a estória que passar. Das tantas qualificações, temos os diálogos perfeitos e bem alinhados; o visual assustador; os efeitos muito bem produzidos; o clima inquietante e a precisa trilha sonora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão a favor do longa são as atuações bem acima da média. Destaque para a indômita religiosa Sra. Carmody, interpretada por Marcia Gay Harden, que rouba a cena, ainda que sua fanática personagem tenha um comportamento manipulado, sob a idéia errônea de que todo religioso é irracional e com tendência homicida. Fora isso, seu papel é esplêndido e quase ofusca o elenco por inteiro. Pode-se dizer que, ela é o ponto chave para todos os desvarios causados entre os presentes no local, responsável também por formar dois grupos antagônicos, por a mesma acreditar ser a “enviada de Deus” para aquela situação apocalíptica, em que todos devem ser incitados por ela ao arrependimento – as figuras monstruosas segundo sua visão, representam o castigo de Deus como expurgo aos pecados dos habitantes da cidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S0vJQdhEiCI/AAAAAAAAAqY/Fg1Aq-MeSoc/s1600-h/the_mist_3201.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 373px; height: 253px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S0vJQdhEiCI/AAAAAAAAAqY/Fg1Aq-MeSoc/s400/the_mist_3201.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425651460736321570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Agora, o ápice do filme se dá mesmo em sua resolução altamente amarga e, digamos, pungente que, possivelmente, não agradará aos massivos espectadores. Estes acostumados a soluções fáceis, podem se decepcionar, contudo, eu adianto que não poderia ser melhor, graças a ousadia, inovação e imprevisibilidade da direção em não se deter pelo desfecho original do livro. Atitude bastante corajosa.&lt;br /&gt;Até Thomas Jane, elogiável aqui, se superou no papel por normalmente sua interpretação soar um tanto inane.&lt;br /&gt;A derrapada que o mesmo dá no último ato, com sua tépida reação diante do áspero ocorrido (que não posso sob hipótese alguma contar) consegue ser relevada, visto que, seu esforço durante todo o longa foi notável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O argumento para a razão do nevoeiro, ainda que especulativo, foi o único ponto irregular da estória, no entanto, essa lacuna não desmerece o filme que, sinceramente, me divertiu e me surpreendeu.&lt;br /&gt;Enfim, esta concisa estória merece ser vista e avaliada sob a visão pessoal de cada um. Com certeza, várias lições podem ser tiradas por intermédio deste roteiro muito bem dirigido e mais do que recomendado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329gyJs_pI/AAAAAAAAAzg/zlTC4ftCzog/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S329gyJs_pI/AAAAAAAAAzg/zlTC4ftCzog/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439712295849361042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Isso mesmo, eu sei que é um filme altamente subjetivo para Raimi, como uma espécie de auto-homenagem ou nostalgia de carreira, mas não me impressionou.&lt;br /&gt;E já adianto: minha visão sobre o filme tem estrita relação com meu gosto pessoal. Eu nunca me identifiquei com filmes do subgênero terror-trash, nem quando estavam no auge, que dirá agora na Era dos “remakes – adaptações - plágios - cinematográficos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estória é sobre Christine, uma jovem gerente de crédito bancário, que passa a ser atormentada por um demônio, resultado de uma maldição lançada contra ela por intermédio de uma senhora.&lt;br /&gt;Tudo isso se dá por ser Christine a responsável pela negação de um empréstimo solicitado pela tal idosa, fazendo com que a mesma perca assim sua casa pela falta de pagamento da hipoteca. Por tal motivo, o culmine dessa represália sobrenatural é buscar Christine dentro de três dias para “arder” no inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SzcqtbkM_bI/AAAAAAAAApo/Sk8UG6BbA04/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SzcqtbkM_bI/AAAAAAAAApo/Sk8UG6BbA04/s400/01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419847636545764786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, o inegável talento de Raimi, o diretor e roteirista aqui, foi reconhecido por volta dos anos 80, graças ao filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A morte do demônio”&lt;/span&gt;. Talvez, por isso a recepção do público foi tão calorosa no que diz respeito a &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Arraste-me ao inferno”&lt;/span&gt;, pelo fato de Raimi ter se mantido longe dos filmes de horror por um considerável tempo – motivado por seu empenho no projeto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Homem-aranha” &lt;/span&gt;–, marcando por meio deste seu retorno ao terror (ou a espécie alternativa do mesmo, criada por ele).&lt;br /&gt;O prólogo do filme já nos dá referência de que este longa nos remeterá à época do debute de Raimi no mundo do cinema.&lt;br /&gt;E por tal motivo eu até entendo que a maioria dos espectadores assimilou a intenção, pode-se dizer, intrínseca de Raimi com esse filme, porém, ainda assim não vejo isso como razão para tanta incúria por parte dele com a produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem um roteiro interessante, digamos até criativo e parcialmente bem montado, contudo, totalmente exagerado e picaresco.&lt;br /&gt;As continuações de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A morte do demônio”&lt;/span&gt; que, no Brasil são conhecidos como “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma noite alucinante 2 e 3”&lt;/span&gt;, tinham essa pegada cômica no roteiro, mas não era esquecido em nenhum momento o seu maior objetivo como representante do terror: assustar.&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Arraste-me para o inferno”&lt;/span&gt; não se vê nada além de sustos regados por recursos burlescos, causando um confronto comprometedor entre riso e medo. O excesso de situações versadamente repugnantes mostra que o diretor não perdeu a mão, mas sim, a noção de limite nesse quesito – o “beijo” que Christine recebe da velha, envolvido por um líquido esverdeado, é extremamente desagradável de se presenciar.&lt;br /&gt;Constantemente o espectador é bombardeado com cenas asquerosas que se desandam em uma comédia descabida. O que deveria ser uma reminiscência da carreira de Raimi, acaba não passando de um deboche com seu próprio estilo.&lt;br /&gt;Uma coisa é certa, poucos filmes de terror conseguem a façanha de inserir humor ao roteiro sem prejudicar a tensão. Definitivamente, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Arraste-me para o inferno”&lt;/span&gt; não se enquadra nesse aspecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Szcq1JqZ-yI/AAAAAAAAApw/fEzsQm3Jg2E/s1600-h/arrasta-me-pinferno-648-09.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Szcq1JqZ-yI/AAAAAAAAApw/fEzsQm3Jg2E/s400/arrasta-me-pinferno-648-09.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419847769178897186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Voltando-se agora à presença de Alison Lohman (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A lenda de beowulf”&lt;/span&gt;) como protagonista, eu posso afirmar que sua representação facécia ficou “bem ajustada” a proposta do filme. Não estou dizendo que ela seja uma má atriz, mas ela só precisou manter-se o filme todo com uma expressão de pavor. Sem contar que ela não se enquadra ao perfil de bancária como propõe o filme.&lt;br /&gt;Ah, e não é só ela, grande parte do elenco não tem uma figura adaptável ao papel que lhe cabe, a não ser Lorna Raver, ao encarnar a velha odiosa e nada higiênica da estória, com sua performance brilhante e convincente. Ela conseguiu causar os mais variados sentimentos negativos em mim com relação à sua personagem – otimamente caracterizada, por sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a trama, bastante genérica e de desfecho previsível, lembra alguns outros títulos cinematográficos tão senis quanto os filmes do extinto programa televisivo da Rede Bandeirante, o “Cine Trash”. Se isso é um ponto favorável, preciso rever meus conceitos.&lt;br /&gt;Outros fatores que me incomodaram muito nesta projeção foram: o áudio constantemente destoado pelo som alto; os erros plásticos absurdos de continuidade em algumas cenas; e alguns efeitos especiais totalmente parcimônicos.&lt;br /&gt;É aí que entra o tal argumento defensivo de muitos: o supracitado diretor estava querendo reviver os tempos de seu início de carreira, utilizando meios similarmente limitados aos existentes da época.&lt;br /&gt;Tá, eu já entendi, só que isso seria aceitável se o filme fosse definitivamente uma sátira, mas não é. Isso não justifica a utilização de métodos obsoletos e o clima histriônico e antiquado da estória. Não preciso nem sequer citar a intolerável bigorna que aparece do nada (só assistindo para entender quão vil é a cena).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Szcq-S5XGxI/AAAAAAAAAp4/OneyQpKfZo8/s1600-h/arraste-me-para-o-inferno-no-cemiterio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Szcq-S5XGxI/AAAAAAAAAp4/OneyQpKfZo8/s400/arraste-me-para-o-inferno-no-cemiterio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419847926276365074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Todos sabem que o foco dos filmes de terror de hoje é totalmente distinto dos anos 80, época em que nada era tão crível no tocante a arte de amedrontar. A filosofia era: quanto mais sangue e mais explicitasses nas cenas, melhor. Entretanto, ainda mantenho minha opinião sobre a incoerência do filme. Sinceramente não consegui me envolver, mesmo sendo ele esforçado em entreter o espectador. Assistir algo somente para rir, quando na verdade a sensação deveria ser outra, sob a única recomendação de “não se levar a sério”, não combina com minha concepção de diversão. A categoria “comédia” é mais apropriada a esta visão.&lt;br /&gt;Como disse antes, comédia e terror são gêneros que esporadicamente combinam, e aqui a relação dos dois, a meu ver, não teve êxito.&lt;br /&gt;Também, um filme em que se tem a presença de Justin Long (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Ele Não Está Tão a Fim de Você”&lt;/span&gt;) seria demais pedir algo mais sério e definido. Apesar de sua presença no semi-assustador &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Olhos famintos”&lt;/span&gt;, sua filmografia é marcada por filmes de caráter cômico, então... dizer mais o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo, eu não consegui aproveitar o filme, mas não posso simplesmente denegri-lo, como também não posso recomendá-lo com todas as condecorações. Existem muitos que irão aproveitar bem o longa, já eu, não consigo indicá-lo sem antes alertar que não é um filme para ser relevado (mesmo!!).&lt;br /&gt;Se você, leitor, é do tipo que curte rir de momentos bizarros não importando o contexto, este é “ô” filme, caso contrário, você se decepcionará como eu, mesmo compreendendo que &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Arraste-me para o inferno"&lt;/span&gt; foi totalmente intencional em suas falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327sw1Bn0I/AAAAAAAAAyI/xr6zhCnE7wc/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327sw1Bn0I/AAAAAAAAAyI/xr6zhCnE7wc/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710302629371714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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É um fracasso seguido de outro, sempre marcado por películas de baixo orçamento e direção inexperiente.&lt;br /&gt;A jovem hoje, fisicamente mais magra e menos bonita – resultado de uma vida desregrada –, perdeu sua imagem “cuti cuti” de quando estrelava filmes produzidos pela Disney.&lt;br /&gt;Em relação a isso, só posso dizer: “Lindsay Lohan não é mais aquela, olha a cara dela...”. A paráfrase perfeita pra definir a atual condição da carreira da loirinha.&lt;br /&gt;Está certo que o intuito do comentário é falar sobre o mais novo filme de Lindsay, mas é necessário ter um mero vislumbre de sua vida pessoal, para entendermos o porquê de sua decaída na profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvtMqzX8WgI/AAAAAAAAApA/vCO_rNaEVgk/s1600-h/filmes_404_Labor+Pains+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 258px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvtMqzX8WgI/AAAAAAAAApA/vCO_rNaEVgk/s400/filmes_404_Labor+Pains+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402996476189891074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, o título do longa é uma tradução espertinha, mas nada original: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Meu trabalho é um parto” &lt;/span&gt;(Labor pains, 2009).&lt;br /&gt;O roteiro conta a estória de Thea, uma jovem que a se ver ameaçada pelo desemprego na editora em que trabalha, inventa para seu chefe que está grávida, visando à idéia de não ser despedida devido a sua condição de “gestante”. Porém, sem pensar no que isso acarretará, ela mantém a farsa e passa a tirar proveito da situação em todos os sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra começar, o filme é uma bomba! Pois é, não há termo mais apropriado que este para definir esta produção. A estória é fraca, mal desenvolvida e muito sem graça. Quase a mesma descrição do desempenho sofrível de Lindsay no papel principal.&lt;br /&gt;Tudo bem que ela nunca foi referência no quesito atuação, mas nota-se facilmente seu constrangimento ao representar à personagem que, mais deslocada impossível!&lt;br /&gt;E mesmo tendo uma premissa aparentemente interessante, infelizmente, por conta da direção preguiçosa, tudo se tornou extremamente parco, pra não dizer, medíocre.&lt;br /&gt;Os diálogos são superficiais, a fotografia e a arte nada inspiradas, e o elenco secundário não serve nem como suporte. Sendo assim resta somente Lindsay para carregar o filme, o problema é que ela não tem mais carisma pra isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ygVxtFlFhrg/TWaFflxsyyI/AAAAAAAAA-I/D3T3IpS1v1k/s1600/hwzn1t.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 318px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ygVxtFlFhrg/TWaFflxsyyI/AAAAAAAAA-I/D3T3IpS1v1k/s400/hwzn1t.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577291966307945250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A atriz Cheryl Hines (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Férias no trailer"&lt;/span&gt;), pouco aproveitada aqui, começa bem com sua presença ligeiramente divertida de personagem coadjuvante, no entanto, sem mais nem menos sua participação se torna esporádica, limitando-se a proferir falas sem importância.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As cenas, então, sob condição muito pior, destacam-se pelo aspecto amador e pela falta de agilidade em sua composição. Isso porque o posicionamento da câmera parece estar estagnado, filmando sempre o mesmo ângulo dos atores, como se estivessem em um episódio de sitcom – com exceção de uma tomada rápida no final feita pelo recurso de uma grua muito mal direcionada, o que também é uma informação irrelevante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre tantos problemas técnicos e estruturais, como a trilha sonora quase nula e de baixo volume que deixa tudo ainda mais monótono, o filme simplesmente se arrasta e não atinge um ponto alto sequer.&lt;br /&gt;E como se não bastasse, o desfecho se diverge em mais uma trama do subgênero romântico, que tenta utilizar a comicidade como distração, para culminar em mais um amor adocicado, manipulado e sem química. Pode até se dizer que este era o detalhe que faltava para tornar o enredo ainda mais debilitado.&lt;br /&gt;Agora, pra piorar (!!!), nos momentos finais o roteiro tende a trazer alguns resquícios de drama, o que é óbvio à tentativa frustrada, se nem mesmo a comédia, que deveria naturalmente estar inserida à estória, funciona aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvtNATQOxOI/AAAAAAAAApQ/EoXXoCcEGNM/s1600-h/labor-pains5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 385px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvtNATQOxOI/AAAAAAAAApQ/EoXXoCcEGNM/s400/labor-pains5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402996845524731106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sem mais, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Meu trabalho é um parto”&lt;/span&gt; se conclui de forma ingênua, clichê e com todas as limitações imagináveis, entrando aí para o ranking dos fracassos cinematográficos de Lindsay Lohan, conseguindo superar até mesmo o terrível &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Eu sei quem me matou”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Depois disso só posso dar um conselho: prefira entrar em trabalho de parto a assistir este filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327mUZ-9LI/AAAAAAAAAyA/4A1EhuJ-XQs/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327mUZ-9LI/AAAAAAAAAyA/4A1EhuJ-XQs/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710191920542898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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E porque não dizer, tornou-se por este motivo a garota-sensação na época.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora em 2009, após a sequência de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Transformers”&lt;/span&gt;, a morena volta protagonizando este terror teen intitulado como &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Garota infernal”&lt;/span&gt; (no original &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Jennifer's Body”&lt;/span&gt;), tornando-a novamente o foco da vez.&lt;br /&gt;Com certeza, essa foi a oportunidade de Megan Fox provar ser mais do que um rostinho (e corpinho) bonito. Por certo não decepcionou, mas também não passou de uma performance mediana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra que ficou conhecida na mesma época que Megan, foi Diablo Cody, a ex-stripper que se “redimiu” da profissão se tornando roteirista, tendo seu debute muito bem reconhecido com o Oscar de “melhor roteiro original” por seu trabalho em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Juno”&lt;/span&gt;, película estrelada pela notável Ellen Page.&lt;br /&gt;Desta vez, Diablo é responsável pelo roteiro de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Garota infernal”&lt;/span&gt;. O filme foi aguardado “em cólicas” por muitos, alguns para verem Megan em um papel promissoramente sexy, outros para confirmarem se o talento de Diablo foi sorte de principiante.&lt;br /&gt;Adianto que o filme não é de todo banal, mas não merece ser visto pelos motivos acima. Primeiro, a sensualidade de Megan, mesmo com ela se insinuando desde a primeira tomada, está um pouco comedida e sombria - detalhe este nada estimulante pra mim. Já o roteiro de Diablo, absurdo e fetichista, não é de todo ruim, mas nada comparado à &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Juno”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvdyZDhvFYI/AAAAAAAAAog/yoBqmIiI5y0/s1600-h/17097-2009-09-14-05+19+04_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 262px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvdyZDhvFYI/AAAAAAAAAog/yoBqmIiI5y0/s400/17097-2009-09-14-05+19+04_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401912052823299458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A estória é sobre Jennifer, uma “cheerleader” de colegial popular e sedutora, que mexe com o imaginário da rapaziada do colégio. Como companhia ela tem sua melhor amiga Needy (Amanda Seyfried), uma loirinha permissiva e com pinta de nerd.&lt;br /&gt;Certo dia, uma aspirante banda de rock ao chegar à cidade atrai a atenção de Jennifer, provavelmente envolvida pela idéia de se relacionar com um cara da “cidade grande”.&lt;br /&gt;Ela e sua passiva amiga Needy vão até o bar no qual rolará a apresentação, chegando lá o local é tomado por um incêndio, e sem que perceba isso, por estar estaticamente cativada pelo vocalista da banda, Jennifer é salva por Needy que, após livrá-la de ser carbonizada, não consegue impedir que Jennifer vá embora com a banda numa van.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste ocorrido, eventos estranhos começam a acontecer, envolvendo corpos de garotos mutilados por aparentes mordidas.&lt;br /&gt;Needy, na mesma noite do acidente no bar, presenciou dentro de casa uma cena um tanto sobrenatural de Jennifer, após sua volta do "passeio" com a banda, então, ela começa a ligar os pontos e por fim, deduz ser Jennifer a responsável pelos assassinatos, tendo logo após a confirmação pela boca da própria, quando esta confessa ter sido vítima de um ritual satânico feito pelos roqueiros.&lt;br /&gt;Os integrantes da tal banda de rock, certos de que por via do tal sacrifício conseguiriam fama (e conseguem!), erram na escolha da oferenda por não ser esta virgem, e como consequência abrem espaço para o aparecimento de um demônio no corpo da jovem moça. E agora, para manter-se forte, a criatura precisa se alimentar. Qual é o cardápio? Obviamente, garotos.&lt;br /&gt;Como resultado desta aventura pode-se esperar mortes, sexo e muitas tiradas cômicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Svdyi9C59XI/AAAAAAAAAoo/g8o9BpeGvWc/s1600-h/Garota+Infernal+%287%29G.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Svdyi9C59XI/AAAAAAAAAoo/g8o9BpeGvWc/s400/Garota+Infernal+%287%29G.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401912222882067826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, a meu ver a maior injustiça do filme é que Megan Fox leva todos os louros do longa, quando, na verdade, quem brilha é Amanda Seyfried, a Needy da estória.&lt;br /&gt;Megan apresenta uma boa atuação, embora, para quem seja consideravelmente bonita não há dificuldade em instilar sensualidade, enquanto Amanda tem mais expressão e uma representação mais precisa.&lt;br /&gt;Já no que diz respeito ao roteiro, o talento de Diablo é irrevogável, porém, a inclusão de humor nos diálogos, apesar de inteligentes e afiados, comprometem o terror, deixando uma pérfida impressão no tocante ao gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os adolescentes – como público alvo – serão brindados com uma trilha sonora típica à idade deles e um clima sugestivamente picante, preenchido por uma beldade de idade adulta, interpretando uma adolescente (fato muito comum em seriados) mais que oferecida. Um prato cheio pra galerinha dos hormônios.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvdypWXnBLI/AAAAAAAAAow/OB9t9Xv6xXM/s1600-h/0,,31161597-FMM,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SvdypWXnBLI/AAAAAAAAAow/OB9t9Xv6xXM/s400/0,,31161597-FMM,00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401912332759008434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por outro lado, sob uma visão não tão otimista e pouco apaixonada, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Garota infernal"&lt;/span&gt; não cumpre o que promete por meio do thriler, o desenvolvimento também é meramente superficial, a fórmula não é original, não assusta, e a cena mais marcante, absolutamente, se dará pelo beijo super caliente de Megan e Amanda (pura apelação já que não acrescenta nada à estória)...&lt;br /&gt;No mais, filmes assim ganham evidência por mostrarem ídolos adolescentes fora de papéis que os consagraram. O mesmo ocorreu com Vanessa Hudgens em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“High School Band”&lt;/span&gt; e Zac Efron em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“17 outra vez”&lt;/span&gt;. Só existem para angariar mais fama aos astros teens. E a bola da vez é Megan Fox.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327eq_hwcI/AAAAAAAAAx4/F7I6daVLCNA/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327eq_hwcI/AAAAAAAAAx4/F7I6daVLCNA/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439710060544639426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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No Brasil, o original sul-coreano ganhou a tradução de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Medo”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3dxFfxndI/AAAAAAAAAoA/3lIq0KprAso/s1600-h/misterioirma4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 263px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3dxFfxndI/AAAAAAAAAoA/3lIq0KprAso/s400/misterioirma4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399215363645873618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O roteiro é obviamente um carbono do oriental. Alteram-se os nomes, as locações, mas a essência da estória e dos personagens continua intacta.&lt;br /&gt;A sinopse é esta: Anna (Emily Browning) e Alex (Arielle Kebbell) são irmãs e muito apegadas. Anna, a caçula, após presenciar a morte da mãe doente – resultado de uma explosão ocorrida no quarto em que a mesma costumava ficar –, se vê em um internato tentando se reabilitar do trauma, sem conseguir ao certo encaixar as razões pelas quais ela foi parar lá. Enquanto Alex tem certeza de que sua mãe foi assassinada pela madrasta Rachel (Elizabeth Banks), que trabalhava como enfermeira da mãe convalescente no local.&lt;br /&gt;Ambas ao voltarem, simultaneamente, para a casa do pai, tentam desvendar o mistério da morte, a fim de revelar o responsável.&lt;br /&gt;Nesse meio tempo, Anna passa a ver o fantasma de sua mãe que, parece indicar-lhe as pistas necessárias para se concluir o mistério. Devido aos indícios e ao comportamento estranho da madastra, as suspeitas contra ela só aumentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, voltando à atenção ao roteiro, o mesmo possui alguns ingredientes básicos que, na verdade, servem mais como regras mesmo: a casa velha que faz ruídos; os sustos previsíveis; o corredor mal iluminado; o lago próximo a casa; a mocinha com roupinhas sem graça, de personalidade ingênua e curiosa; a nímia quantidade de sangue nas cenas, e por aí vai. Tudo muito aborrecido.&lt;br /&gt;É certo que muitos filmes de terror consagrados também fizeram uso de alguns desses clichês,  o  problema é que essas produções infames extrapolam. Um bom roteiro, personagens bem elaborados, enquadramentos precisos, o uso da sonoridade como um apoio e não como a razão, são recursos em extinção nos filmes de terror.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3d3kh-hRI/AAAAAAAAAoI/_QhpbPl8KYA/s1600-h/misterioirma3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3d3kh-hRI/AAAAAAAAAoI/_QhpbPl8KYA/s400/misterioirma3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399215475055822098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quanto à trama, esta se desenrola de forma lenta (outra característica irreparável do gênero), com um susto óbvio aqui, outro ali, além da presença de algumas figuras assustadoras. E logo o filme atinge seu ápice, seguindo todos os moldes já experimentados – vimos recentemente esse mesmo padrão sendo utilizado em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Evocando espíritos”&lt;/span&gt; – para render-se a conclusão.&lt;br /&gt;E é aí que entra o único "escape" do longa: seu desfecho inusitado; a única razão para não o eliminarmos de vez do rol de filmes que, pelo menos entretem, mesmo quando inúteis.&lt;br /&gt;O problema é que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"O mistério das duas irmãs"&lt;/span&gt; deixa transparecer descaradamente seu único interesse que é apenas surpreender no final, independente do quanto tenha sido pífio o enredo até chegar ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que a reviravolta do final é realmente surpreendente, com certeza méritos da inspiração de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O sexto sentido"&lt;/span&gt; (1999), porém, não há justificativa para um filme não se importar com seu contexto, somente para entregar um fim inesperado.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Os outros"&lt;/span&gt; (2001) também utilizou uma tática similar para entregar algo imprevisível, mas isso foi feito de forma bem sofisticada e autêntica, sem deixar em nenhum momento sua identidade ser ofuscada.&lt;br /&gt;Essa é a diferença entre utilizar uma referência e depender totalmente dela, como fez &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“O mistério das duas irmãs”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3d9_dAuhI/AAAAAAAAAoQ/Hr4XuG2JRPg/s1600-h/ta1mkx.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3d9_dAuhI/AAAAAAAAAoQ/Hr4XuG2JRPg/s400/ta1mkx.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399215585361967634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Portanto, ao que parece, os irmãos Guard não levaram muito em conta o fato de dirigirem uma estória já existente, pois, ao recriarem a trama totalmente dependente do final (sem dúvida a parte mais relevante), fazem com que o filme só não seja comprometido caso o espectador não opte por ver primeiro a obra original sul-coreana.&lt;br /&gt;Pelo sim pelo não, se isso acontecer, nada mais se salva, nem sequer o elenco...&lt;br /&gt;E por falar em elenco, temos Elizabeth Banks interpretando a madrasta e comprovando que esse tipo de papel não se encaixa em sua pessoa. Enquanto a insossa Emily Browning, sendo aqui a mais convincente ao representar, erra feio na composição desleixada da personagem (que cabelo e que roupas são aquelas???). Já Arielle Kebbel continua sendo a mesma "garota - coadjuvante - de - filmes - inexpressivos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, concluindo o paralelo entre o remake e o original, alguns podem não concordar, mas a obra sul-coreana dá um banho de superioridade. Os elementos utilizados por eles para se provocar o medo são bem mais elaborados, desde o clima aterrorizante da estoria às críveis atuações. Com isso, a mediocridade americana, por se intrometer em um estilo que não é seu, só é mais uma vez ressaltada.&lt;br /&gt;Eu, particularmente, acredito que Hollywood só tem insistido em dar vida a essas "bombas" por um único e infeliz motivo: ainda há um considerável público pra isso. Até mesmo quem não curte, como eu, acaba contribuindo para com a bilheteria, mesmo que involuntariamente...&lt;br /&gt;Por isso, eu imploro: não seja você mais um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327XSGpIbI/AAAAAAAAAxw/HFc5ivRpjh8/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327XSGpIbI/AAAAAAAAAxw/HFc5ivRpjh8/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439709933604512178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Sabe por quê?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que novidade há em filmes sobre órfãos hostis, ou crianças macabras? A se julgar por outros títulos lançados que aborda o tema, nenhuma.&lt;br /&gt;Porém, o diretor Jaume Collet-Serra provou que é possível repaginar o gênero, ainda que não seja de forma totalmente original.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na estória, temos o casal Kate e John, tentando se readaptar a rotina de casal, após superarem problemas como infidelidade e dependência alcóolica.&lt;br /&gt;Dentre tantos problemas, Kate também sofreu um aborto, e por tal motivo, ela e John decidem adotar uma criança para preencher essa lacuna emocional, apesar de acharem conforto na presença de seus dois filhos biológicos, Daniel e a pequenina Max que é também deficiente auditiva (consequentemente muda).&lt;br /&gt;Então, ao aderirem a adoção, entra em cena Esther, uma menina de 9 anos, que possui um aguçado intelecto, acompanhado de talentos extraordinários, e um gosto peculiarmente nostálgico quanto à indumentária.&lt;br /&gt;A partir da presença de Esther na casa, uma série de eventos perigosamente incomuns passa a ocorrer. E pelo comportamento inicialmente introvertido e suspeito da menina, Kate passa a acreditar que ela esteja envolvida nos tais acontecimentos; o problema é que nem seu marido, nem sua terapeuta, acreditam em sua versão: há algo errado com Esther.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3XwO1aEuI/AAAAAAAAAng/-RxzqjRb0PI/s1600-h/a-orfa-01g.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 395px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3XwO1aEuI/AAAAAAAAAng/-RxzqjRb0PI/s400/a-orfa-01g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399208751902888674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, a primeira lembrança que veio à minha mente ao assistir &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“A órfã”&lt;/span&gt; foi a de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O anjo malvado”&lt;/span&gt; (The good son, 1993) estrelado pelo suplantado Macaulay Culkin – elogiável como o vilãozinho do filme na época.&lt;br /&gt;O filme também é ambientado no inverno, com direito a casa na árvore e a referências de acidentes ocorridos em lagos congelados.&lt;br /&gt;Embora, mesmo com semelhanças fáceis de detectar, o espaço cronológico entre eles torna evidente as particularidades e os avanços do tema desde então.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O anjo malvado”&lt;/span&gt; é um filme mais realista e mais comedido no tocante à violência explícita, enquanto &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“A órfã”&lt;/span&gt; recorre a um nível de sadismo e tensão pouco explorados em filmes sobre sociopatas infantis.&lt;br /&gt;Desde o prólogo é possível notar que o longa não se trata de um suspense moderado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estilo do diretor Jaume no gênero, pode ser conferido anteriormente na descartável refilmagem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A casa de cera”&lt;/span&gt;, marcado por sua pouca consistência contextual, que tenta se compensar pelo visual perturbador que compõem suas cenas.&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“A órfã”&lt;/span&gt; podemos começar por todas aquelas que envolvem a supracitada Esther, interpretada pela precoce Isabelle Fuhrman.&lt;br /&gt;A atriz juvenil que, na verdade, tem 12 anos, e é o que há de melhor no filme. Normalmente um ator mirim ganha evidência na mídia quando este demonstra uma vanguarda habilidade em transmitir emoção. No caso de Isabelle, ela não precisa ser chorosa como Dakota Fanning, ou tão introspectiva como Halley Joel Osment, para o espectador perceber o quão insigne ela é.&lt;br /&gt;Ela realmente demonstra com clareza a frieza e a dissimulação necessária para compor uma personagem tão desumana. E o melhor: ela realmente assusta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3YbYOUa2I/AAAAAAAAAno/1zGAdGT-Vw0/s1600-h/foto2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 389px; height: 285px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3YbYOUa2I/AAAAAAAAAno/1zGAdGT-Vw0/s400/foto2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399209493157669730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já a pequenina Aryanna Engineer, como a dócil Max, é uma graça. Eu me encantei ainda mais por ela ao saber que a mesma é deficiente auditiva na vida real.&lt;br /&gt;Quanto ao elenco adulto, o ator Peter Sarsgaard, como John, está confortável no papel, mas é Vera Farmiga que convence melhor no quesito atuação (talvez por seu papel ser notavelmente mais exigente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num apanhado geral, pode-se dizer que o filme realmente não é autêntico e abusa dos clichês mais característicos. Até as personalidades de cada personagem é um verdadeiro revival de estereótipos: A mãe depressiva e dedicada, traumatizada por motivos pessoais, que tenta reprimir algum tipo de vício (como bebida, cigarro, ou remédios...); a criança que presencia tudo, mas que, por algum empecilho, não pode contar; o pai indiferente que põe em descrédito os alertas da esposa; o filho ciumento que se torna alvo fácil por sua prepotência; uma autoridade (religiosa, ou civil) ligada à criança que se dispõe a avisar a família...&lt;br /&gt;Tudo muito proposital para que no momento certo cada um tenha sua dose de participação nos sustos e nas surpresas.&lt;br /&gt;Ou seja, é o típico perfil de filmes em que o suspense está centrado na figura de uma criança misteriosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3YiEaGqiI/AAAAAAAAAnw/zF0yAAbxmLo/s1600-h/hqdefault.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 386px; height: 243px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Su3YiEaGqiI/AAAAAAAAAnw/zF0yAAbxmLo/s400/hqdefault.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399209608097475106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enfim, sem querer parecer contraditório, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“A órfã”&lt;/span&gt; é uma boa pedida para um suspense. Não que isso retire o incômodo que há em se ver tantos elementos requentados de obras similares, mas só o fato de ser um filme que apresente uma criança como antagonista, não sendo ela um ser imortal, já é um alívio.&lt;br /&gt;O clima pesado e agonizante – ainda mais, para o elenco infantil que, por sinal, tira de letra – deste suspense progressivo, já garante a diversão. Destaque para o desfecho inopinado da trama.&lt;br /&gt;Há alguns que afirmam que esse ou aquele conseguiu desvendar o filme premeditadamente, todavia, tem que se reconhecer que o final é, ainda assim, inusitado.&lt;br /&gt;Agora, ressalto que assistir &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“A órfã”&lt;/span&gt; pode ser uma influência negativa para pessoas que são impossibilitadas de ter filho, se estas se impressionarem fácil. Afinal, após presenciarem tal experiência, mesmo que fictícia, a adoção poderá não ser mais uma opção para eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327OCLWjWI/AAAAAAAAAxo/aNKuoIccmVg/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S327OCLWjWI/AAAAAAAAAxo/aNKuoIccmVg/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439709774710476130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Então... O diretor Timur Bekmambetov (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Guardiões da noite"&lt;/span&gt;), parece ainda estar vivendo essa fase. E para ratificar isso, ele deu vida a esta projeção intitulada de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O procurado”&lt;/span&gt;, um dos filmes de ação mais “nonsense” que já vi.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, esqueça Rambo, Macgyver, ou até mesmo o Neo da trilogia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Matrix”.&lt;/span&gt; O mais novo e absurdamente inverídico herói se chama Wesley Gibson!&lt;br /&gt;Lembram-se do inofensivo Senhor Tumnus, o Fauno do filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”&lt;/span&gt;, pois é... ele é Wesley Gibson!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estória do filme é a seguinte: o supracitado jovem Wesley (James McAvoy) mora em uma pocilga muito mal localizada; tem um emprego estafante; uma namorada que lhe trai com seu melhor amigo; e ainda por cima sua personalidade é tão débil a ponto dele consentir tudo e qualquer coisa, se consolando com antidepressivos.&lt;br /&gt;O que ele não sabia até então é que seu pai, o qual ele não conheceu, foi morto enquanto trabalhava para uma fraternidade de matadores que tem como objetivo aniquilar todos os assassinos que o destino os disponibilizar. O mais interessante é que quando tudo parecia não ter mais jeito, a tal liga vem à procura de Wesley para transformá-lo em um assassino tão bom quanto seu pai, impondo-lhe ainda a incumbência de matar o homicida do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StUSla5ao4I/AAAAAAAAAnA/aDvS9MkgZx0/s1600-h/AngelinaJolie_Wanted-782223.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 372px; height: 235px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StUSla5ao4I/AAAAAAAAAnA/aDvS9MkgZx0/s400/AngelinaJolie_Wanted-782223.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392236562930639746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como podem ver, não é nada demais. É uma estória simplista e nada inovadora... isto é, até vermos a composição das cenas.&lt;br /&gt;O início do filme é interessante; mostra realmente como a vida de Wesley é vazia, metódica e angustiante. Seus quase- colapsos diários demonstram bem o nível de estresse do personagem, muito bem transmitidos pelo fauno... quero dizer, pelo ator James McAvoy.&lt;br /&gt;A mudança brusca e involuntária na vida de Wesley, nunca mais será esquecida por ele que, agora é caçado e tem a obrigação de tornar-se apto para matar da forma mais hábil possível – tipo, algo como arrancar as asas de uma mosca com tiros não dão nem pro cheiro.&lt;br /&gt;Então, sem muitas opções, ele ingressa nessa aventura com todo afinco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, ele, por intermédio dos membros da tal fraternidade, começa a passar por um tipo de treinamento nada ortodoxo, que consiste em ser esfaqueado e torturado de todas as maneiras que desejarem.&lt;br /&gt;Para que a recuperação do rapaz seja eficaz e rápida, eles o imergem em uma espécie de sebo curativo que em questão de horas o deixa “novo em folha”. E isso acontece várias vezes, pelo fato de seu treinamento ser intensivo (leia-se constante).&lt;br /&gt;Num período de poucas semanas, Wesley passa por uma transformação idiossincrática de dar inveja a qualquer um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StUS2KMHjnI/AAAAAAAAAnI/B1HBwOQ9rAQ/s1600-h/wanted060508-10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 382px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StUS2KMHjnI/AAAAAAAAAnI/B1HBwOQ9rAQ/s400/wanted060508-10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392236850503454322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E como se não bastassem todos os detalhes incabíveis e fantasiosos com relação ao personagem principal, acredito que qualquer um que tenha ouvido falar do filme, sabe que aqui carros dão piruetas e caem de pé dando continuidade ao percurso; balas fazem curvas; os seres humanos resistem a qualquer ferimento; atravessam prédios distantes só no impulso de um salto; são irredutíveis à quedas de precipícios; brincam sobre trens em alta velocidade; tudo de forma bem “natural”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“O procurado”&lt;/span&gt; simplesmente desafiou qualquer lei existente, desde a lógica às leis da física. E pode ter certeza que o longa não é ambientado em um plano virtual como em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Matrix”&lt;/span&gt; – este que deu margens aos absurdos visuais no gênero.&lt;br /&gt;Pelo menos, o universo de Neo mantém a decência de defender uma realidade antinatural, ao contrário de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“O procurado”&lt;/span&gt; que, descaradamente, apela para todo o tipo de recurso surreal dentro de nosso universo normalesco.&lt;br /&gt;Eu não me espantaria se os personagens do nada começassem a voar, ou soltar fogo pelas ventas. Afinal, pelo que foi apresentado, estaria totalmente adequado ao script.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às atuações, o protagonista James McAvoy não decepciona totalmente. Ele tem expressão, é esforçado, mas não passa credibilidade como ator de ação. Ao contrário de Angelina Jolie que está totalmente à vontade em seu papel. Personificando uma mulher bruta e de poucas palavras, o máximo que ela precisa fazer é exalar uma hostil sensualidade, e a faz com maestria, mesmo já não estando tão bonita como antes.&lt;br /&gt;Agora, quem não teve oportunidade de desenvolver bem seu personagem foi Morgan Freeman (ainda que importante para a trama).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StUTBMW9WcI/AAAAAAAAAnQ/NDdpXhnI1ro/s1600-h/cinema_o_procurado_600.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 385px; height: 242px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StUTBMW9WcI/AAAAAAAAAnQ/NDdpXhnI1ro/s400/cinema_o_procurado_600.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392237040064354754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O roteiro, por fim, tem bastantes furos, que tentam ser compensados com o excesso de efeitos especiais (muito bons por sinal), e a narrativa apressada. Tantos os cortes, como as cenas, tudo muito corrido, mas ainda assim funcional.&lt;br /&gt;O maior desgosto que o filme causa é sua irrealidade exasperada mesmo. Tudo bem que o filme é de ação, mas até mesmo a ficção precisa de limites. Constrange passar boa parte do filme exclamando interjeições do tipo “aaahhh, que isso!!”. Entretanto, pode-se aproveitar alguma coisa de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“O procurado”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O que eu mais gostei foi às reviravoltas do último ato: bem imprevisíveis. Aliás, inesperada mesmo foi  a cena de Wesley utilizando-se de inúmeros ratos numa tentativa de vingança, que não me cabe contar aqui. Eu só vi tantos ratos assim no excêntrico longa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A Vingança de Willard"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pra concluir, o maior acerto do filme foi evitar clichês, como acentuar o drama do personagem central, ou criar um romance entre o mesmo e a mocinha da vez.&lt;br /&gt;O filme, na medida do possível, diverte, mas peca, como já disse anteriormente, pelo demasio dos efeitos e das situações. Por isso, particularmente eu não gostei, mas não deixo de recomendar como entretenimento fácil.&lt;br /&gt;Entre tantos conceitos equivocados do filme, fica a pérola final: se você não sabe o que fazer de sua vida, pegue uma arma e mate todos aqueles que te perturbam.&lt;br /&gt;Infeliz inspiração... Como se o mundo já não fosse violento o bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S32-NSF2zGI/AAAAAAAAAzw/bOGMe9d7u5o/s1600-h/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/S32-NSF2zGI/AAAAAAAAAzw/bOGMe9d7u5o/s400/Curiosidades-sobre-o-Filme-Lua-Nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439713060337405026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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É quase impossível fazer uma resenha que se distancie do óbvio. Mas vamos lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mocinha da estória, Genevieve (Nia Vardalos de&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Casamento grego”&lt;/span&gt;), é dona de uma floricultura e “adora” o Dia dos Namorados pelo aumento das vendas de flores. O intrigante é que ela mantém um embate intrapessoal entre relacionamento sério e a tal data comemorativa.&lt;br /&gt;Genevieve elaborou um método que consiste em ter apenas cinco encontros com cada cara que a interessar, e assim, segundo sua teoria, a felicidade e o romantismo são ininterruptamente garantidos, graças a casualidade, já que esse espaço restrito de tempo não dá margens para brigas, envolvimento, dor, ou qualquer tipo de mágoa, podendo ela no fim dos 5 encontros partir pra outra sem culpa.&lt;br /&gt;Mas no fundo, a personagem evita relacionamentos por estar profundamente traumatizada, graças às experiências frustrantes que presenciou, por isso ela criou essa espécie de “mecanismo de defesa”. E assim, por causa desse jogo do amor, ela nunca se envolveu o suficiente ... até conhecer Greg (John Corbett).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StDchRAxb9I/AAAAAAAAAmg/NEe3kGwbNdQ/s1600-h/eu_odeio_o_dia_dos_namorados_2009_g.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 263px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StDchRAxb9I/AAAAAAAAAmg/NEe3kGwbNdQ/s400/eu_odeio_o_dia_dos_namorados_2009_g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391051218022920146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No que tange ao roteiro, mesmo se rendendo aos clichês, é possível se divertir com o bom gosto e a elegância das cenas.&lt;br /&gt;Os momentos de Genevieve com os dois homossexuais que com ela trabalham, rendem as partes mais cômicas, sem contar com seus outros amigos um tanto singulares.&lt;br /&gt;Na verdade, os coadjuvantes dão um “Q” a mais. Todos são bons e engraçados. O que parece ter virado uma marca de Nia, pois todos os seus filmes são repletos de personagens secundários que estão ali para reforçarem o humor. Foi assim também com o mais novo filme dela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Falando grego"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O problema é que em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Eu odeio o dia dos namorados"&lt;/span&gt;, o elenco de apoio não passa de um suporte sem qualquer destaque. O filme é do casal e apenas do casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à protagonista Nia Vardalos, eu a acho agradável, dona de um timming cômico tímido mas funcional, além de apreciar seu indiscutível entrosamento com John Corbett, mas mesmo em seu maior e mais despretensioso sucesso, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Casamento grego”&lt;/span&gt;, no que diz respeito à atuação, Nia é confusa e repleta de cacoetes. Poucas de suas expressões transmitem com afinco o que a personagem parece estar sentindo.&lt;br /&gt;Ela me lembra um pouco a atriz brittany murphy, considerada por mim a atriz mais indecifrável no quesito atuação.&lt;br /&gt;Nunca entendi as esgares e o semblante desligado de Brittany, assim como não compreendo o porquê de tantos sorrisos por parte de Nia ao encarnar Genevieve – ela sorri em 90% das cenas, o que soa forçado até mesmo para uma personagem que afirma exaustivamente no longa que está sempre feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StDctneMc4I/AAAAAAAAAmo/5o557bNvDuA/s1600-h/eu_odeio_o_dia_dos_namorados_2009_nota.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 245px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StDctneMc4I/AAAAAAAAAmo/5o557bNvDuA/s400/eu_odeio_o_dia_dos_namorados_2009_nota.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391051430210335618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Continuando em Nia Vardalos, ela, notavelmente, não é a típica mocinha adequada aos padrões estéticos das indústrias cinematográficas, todavia, com o tempo ela melhorou bastante fisicamente. E o ápice desta melhora é possível ver em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Falando grego"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Voltando agora ao enredo, o filme tem suas pegadas à La &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Casamento grego”&lt;/span&gt;, desde as gagues até à própria estrutura, principalmente pelo repeteco do casal protagonista.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A interação dos dois continua competente, façanha herdada pela primeira parceira. No entanto, a estória, ainda que desfrutável, é bem mais tépida e apressada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a trilha sonora é um mimo. Bem delicada e romântica, sendo uma das coisas mais apropriada ao clima do filme.&lt;br /&gt;Agora, o ponto mais aborrecido do filme é que as cenas não variam muito, limitando-se a mostrar o casal em seus encontros e mais nada.&lt;br /&gt;Por sorte do espectador, as situações pelas quais eles passam são pelo menos engraçadas. Destaque para o passeio deles numa galeria com quadros bem excêntricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9xX7-zjIjH8/TWaTyHZ7ShI/AAAAAAAAA-4/J1jdCrtCS2E/s1600/20_MHG_namorados.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 256px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-9xX7-zjIjH8/TWaTyHZ7ShI/AAAAAAAAA-4/J1jdCrtCS2E/s400/20_MHG_namorados.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577307677735471634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A diretora do filme que, no caso, é também a roteirista e a protagonista - pois é, Nia Vardalos quis fazer tudo! -, se esforça para entregar uma bela produção, no entanto, acaba entregando um final previsível e fastidioso do jeito que Hollywood gosta.&lt;br /&gt;Por fim, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Eu odeio o dia dos namorados"&lt;/span&gt; é simplista, leve, divertido, e tem lá os seus acertos como já citei, mas é graças à química do casal e seus coadjuvantes carismáticos que esta projeção não é um total desastre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StDetD14WEI/AAAAAAAAAmw/z3IrTc-hL1c/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/StDetD14WEI/AAAAAAAAAmw/z3IrTc-hL1c/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391053619669260354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Tudo é ofuscado pelos gigantescos robôs visualmente indecifráveis.&lt;br /&gt;Shia deve ter se sentido em um “revival” do filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Controle absoluto”&lt;/span&gt;, pois mais uma vez, ele simplesmente precisou correr e correr muito (!!) o filme todo.&lt;br /&gt;Em nenhum momento ele pôde explorar mais características da personalidade de seu personagem porque não houve essa abertura por meio do roteiro.&lt;br /&gt;O diretor Michael Bay simplesmente deu uma continuidade simplória e sem nexo a estória do primeiro filme, e recheou o resto do longa com cenas de efeitos especiais extremamente complexas e profusas.&lt;br /&gt;Pois é, ele não fez nada mais que simplesmente apelar para todo o tipo de efeito visual e despejar tudo na tela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que a qualidade do gráfico do filme seja o único motivo elogiável, tudo é muito confuso em diversos momentos, como por exemplo, nas lutas e nas transformações - pra não dizer tudo!&lt;br /&gt;Não será surpresa se espectador se perguntar o que está acontecendo em cena ao assistir à massiva presença de peças mecânicas em choque, faíscas, explosões, misturando-se cores, luzes e sons. Características mais do que oriundas se tratando do fútil Michael Bay.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_au83PfII/AAAAAAAAAls/CxL-gERDNuU/s1600-h/megan-fox-transformers-2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_au83PfII/AAAAAAAAAls/CxL-gERDNuU/s400/megan-fox-transformers-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390767779132439682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em relação à trama do filme, não há desenvolvimento contextual algum, somente pirotecnia, nada mais que isso.&lt;br /&gt;O filme é tão apressado na composição de suas cenas que mais parece um thriller estendido (e põe estendido nisso!!). Cansa se deparar com tanta ação banal em uma duração tão prolixa.&lt;br /&gt;Não houve chance também de se criar envolvimento, ou empatia pelos personagens como foi possível no primeiro. Até o próprio desfecho do filme não surpreende, sendo que de fato, não havia mais o que ser mostrado.&lt;br /&gt;Enfim, se o primeiro não tinha um roteiro consistente, aqui é pior! Os escassos enredos foram todos acoplados em um só, formando um mísero compêndio sob uma lógica anacrônica que só serve de prumo para tanto barulho e tantas lutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comicidade fácil e típica do gênero também não é deixada de lado aqui. As tiradas pastelões aqui soam, por incrível que pareça, como um alívio em meio a tanto alvoroço (destaque para uma cena com um aparelho de choque portátil muito engraçada).&lt;br /&gt;Shia Labeouf demonstra melhor seu carisma em cenas cômicas. Afinal, não é nada empolgante para um filme com grande apelo para a ação, ter o herói correndo a todo tempo soltando gritinhos constrangedoramente agudos.&lt;br /&gt;Já a toda boa Megan Fox, mais uma vez como a passiva namorada do mocinho, não faz nada no filme a não ser mostrar-se bela – o que ela faz com competência, claro!&lt;br /&gt;Sempre filmada nos melhore ângulos, a câmera só busca enaltecer sua beleza pra alegria dos marmanjos de plantão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lmSmipYYfGY/TWaUVwt6QmI/AAAAAAAAA_I/ivUCgAhTjDs/s1600/transformers-2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-lmSmipYYfGY/TWaUVwt6QmI/AAAAAAAAA_I/ivUCgAhTjDs/s400/transformers-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577308290120565346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Alguns furos ao longo do vídeo são gritantes. Uns são bem descarados, como o do personagem Agente Simmons (John Turturro) escalando uma pirâmide (isso mesmo, uma pirâmide!), e em questão de segundos o vemos sair do meio da mesma para o topo, sem mais nem menos.&lt;br /&gt;Outra interessante é a do personagem Sam (Shia), ao ser ferido pelo impacto de uma bomba lançada contra ele, tendo assim a parte esquerda do rosto extremamente machucada; passada algumas tomadas, lá está seu rosto com apenas alguns arranhões. Penso que, talvez, ele tenha adquirido poderes de se regenerar como o Wolverine, vai saber...&lt;br /&gt;E por falar em personagem do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“X-men”&lt;/span&gt;, até mesmo uma decepticon revestida de aparência humana - pra ser mais exato, como uma insinuante garota - traz à lembrança os mutantes vilões da saga do professor Xavier.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem uma cena que de tão pífia me fez chorar de rir: Sam praticamente em uma experiência de quase-morte, com direito a todos os clichês desta situação. Não irei entrar em detalhes para não “estragar” o momento.&lt;br /&gt;Aliás, clichês em nenhum momento são economizados aqui: Corridas em câmera lenta; muitos close up´s; pop rock meloso de fundo; a câmera circulando em traveling; o patriotismo explicito representado pela presença do exército americano; cenas aéreas exageradas, e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato que incomoda é a surrealidade que Michael Bay dá a estrutura óssea humana.&lt;br /&gt;Shia cai de alturas descomunais e nada lhe acontece! Ah, não, eu não poderia esquecer que ele machuca a mão...&lt;br /&gt;Ele, tipo, poderia rolar despenhadeiros, caminhões caírem sobre ele, e nada lhe aconteceria. Ou melhor, ele machucaria apenas a mão (aff...). Isso, é claro, até vir a próxima tomada para ela estar totalmente curada – falácias dignas de Bay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_bJg5EH1I/AAAAAAAAAl0/5VSKRH9KWkI/s1600-h/Transformers-2-Movie-Stills-megan-fox-5305564-2560-1548.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 396px; height: 287px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_bJg5EH1I/AAAAAAAAAl0/5VSKRH9KWkI/s400/Transformers-2-Movie-Stills-megan-fox-5305564-2560-1548.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390768235480358738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Concluindo, Para se aproveitar &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Transformers 2 - a vingança dos derrotados”&lt;/span&gt; (péssima adaptação do título original), basta desligarem o cérebro e aproveitar as exorbitantes explosões que compõem quase 80 % do filme.&lt;br /&gt;Nem preciso diser que há esta hora a imagem de Shia Labeouf como "nerd" já se tornou indelével , e algum dia, infelizmente, isso pesará na carreira dele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_cEHo3pEI/AAAAAAAAAl8/-aTbvSQvAw4/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_cEHo3pEI/AAAAAAAAAl8/-aTbvSQvAw4/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390769242313827394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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No entanto, ao assistir o filme, eu parafrasearia esta expressão da seguinte forma: “seria cômico se não fosse lindo”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Vamos então à sinopse para que possam entender o porquê...&lt;br /&gt;Lars, um jovem adulto tímido, não consegue se relacionar com ninguém diretamente. Totalmente recluso, ele mal consegue interagir com seus próprios vizinhos que, no caso, são seu irmão e sua cunhada.&lt;br /&gt;Então em um belo dia, ele aparece com uma boneca de silicone de tamanho real, usada para fins sexuais (mas não no caso dele), a qual ele apresenta como um ser humano, ou para ser mais exato, como sua namorada.&lt;br /&gt;Segundo Lars, a boneca é uma jovem missionária brasileira chamada Bianca que adora crianças. E para dificultar mais, ele pede para o irmão a hospedar, pelo fato de Bianca acreditar no celibato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podem ver a descrição da estória acima não se adéqua ao termo “lindo” que usei anteriormente para classificar a película. Mas acreditem: nada aqui é retratado de forma infame ou bizarra, nem sequer terá cena de humor fácil ou escrachado.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“A garota ideal”&lt;/span&gt; não passa de um belo drama, trasvestido de comédia. Até mesmo em seu trailer é possível enganar-se com a idéia de que será mais uma comédia de fim romântico. Mas o interessante é que o espectador só irá se dar conta da real intenção do filme quando realmente o assistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_W5FMr5iI/AAAAAAAAAlM/9C2JJnLm36I/s1600-h/66045.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_W5FMr5iI/AAAAAAAAAlM/9C2JJnLm36I/s400/66045.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390763555122046498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As tiradas cômicas e os momentos constrangedores existem sim, mas tudo é muito sutil, sem beirar em nenhum momento o ridículo. E por incrível (e paradoxo) que pareça, o filme pende para um lado tão profundo e denso como poucos filmes conseguem.&lt;br /&gt;A falta de foco em um gênero específico funciona muito bem, por isso &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“A garota ideial” &lt;/span&gt;é tão uniforme em sua mescla de tipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Craig Gillespie, com sua ótima direção, marcando aqui seu debute, conseguiu a façanha de reproduzir uma situação embaraçosa e implausível, de forma altamente verossímil e emocionante, indo de confronto à própria impressão inicial.&lt;br /&gt;Aparentemente o longa discorreria por uma linha medíocre, mas bastou cair nas mãos certas para se ter algo bem superior às expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já com relação ao elenco, é altamente inspirador ver o minimalismo de cada representação. Os diálogos, as performances corporais, os olhares, as sentimentos exprimidos, tudo muito bem acoplado à trama.&lt;br /&gt;Um integrante destacável deste considerável casting é a jovem Kelli Garner com sua natural e encantadora interpretação. Apaixonei-me por sua personagem. Aliás, todos são igualmente elogiáveis.&lt;br /&gt;Kelli, assim como a maior parte do elenco, consegue conquistar o espectador nos pequenos detalhes, sugerindo em cada gesto uma intenção.&lt;br /&gt;Outros nomes que merecem ser citados são de Emily Mortimer, como a cunhada de Lars, e Paul Schneider, como o irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_XEHHLP7I/AAAAAAAAAlU/_Uirey8ZG-o/s1600-h/a_garota_ideal_2007_g.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 254px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_XEHHLP7I/AAAAAAAAAlU/_Uirey8ZG-o/s400/a_garota_ideal_2007_g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390763744614367154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O roteiro altamente analítico de Nancy Oliver desenrola-se progressivamente, envolvendo o espectador com toda a meticulosidade.&lt;br /&gt;Na estória, os moradores do bairro de Lars consentem em inserir a boneca em suas vidas, tratando-a como um ser literal, tudo para que Lars possa se sentir realizado, aceito e possivelmente “curado”.&lt;br /&gt;Essa valiosa e tocante lição de altruísmo, quase extinta no cinema, é que deixa o filme ainda mais poético e filosófico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, sem esquecer a melhor parte, temos o espetacular protagonista Ryan Gosling (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Diário de uma Paixão”&lt;/span&gt;), que desconcerta qualquer um com sua bela atuação. Confortabilíssimo no personagem, ele transmite com maestria o comportamento complexo, iludente e reprimido de Lars; não é à toa que Ryan foi indicado ao globo de ouro na categoria de melhor ator por este papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-K1PLd7rzbiw/TWaUtouAGoI/AAAAAAAAA_Q/4Vjnc306zmo/s1600/larsgirl.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 225px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-K1PLd7rzbiw/TWaUtouAGoI/AAAAAAAAA_Q/4Vjnc306zmo/s400/larsgirl.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577308700290325122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enfim, é claro que o filme não é perfeito, tem lá seus momentos exagerados e alguns leves furos, contudo, julgando-o no geral, ele atinge o ápice do que se espera de uma ótima projeção.&lt;br /&gt;Ao apresentar uma visão écloga da vida em como ela deveria ser, sem sombra de dúvidas, esta obra de aspecto não-convencional, qualificada, intitulada como &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“A garota ideal”&lt;/span&gt;, é altamente recomendável. Estou certo de que irá emocionar até o mais indiferente e disperso ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_XvG2D8YI/AAAAAAAAAlc/_bEaUZtx4Fc/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_XvG2D8YI/AAAAAAAAAlc/_bEaUZtx4Fc/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390764483276960130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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E não me arrependi... tanto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu não conheço muito a carreira de Clint Eastwood, talvez por protagonizar e dirigir filmes de gênero não tão atrativos a meu ver, mas confesso que ao assistir este longa, as comparações com o também dirigido por Clint, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Sobre meninos e lobos"&lt;/span&gt;, foram instantâneas. Desde a temática similar - rapto infantil - até a criação classicista das cenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro se baseia em um caso real ocorrido entre 1928 e 1930. A personagem central Christine Collins, vivida pela bela Angelina Jolie (não tão bela aqui), sai para trabalhar e deixa o filho Walter em casa com um babá. Na volta não o encontra mais.&lt;br /&gt;Ao recorrer à policia, eles restituem à ela uma criança presumindo ser a dela, o que não é. E mesmo ela mantendo-se relutante, o oficial responsável insiste na idéia de que encontraram a criança desaparecida.&lt;br /&gt;A partir dessa premissa inicia-se uma história longa, fria e angustiante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SsKsGT7DpWI/AAAAAAAAAkk/uNilSwNZ0Lo/s1600-h/137_ci_atroca.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 371px; height: 231px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SsKsGT7DpWI/AAAAAAAAAkk/uNilSwNZ0Lo/s400/137_ci_atroca.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387057328715703650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Angelina Jolie sempre foi reconhecida por seus lábios acentuados e insinuantes. Dona de uma beleza invejável e de uma postura incisiva no cinema, ela se apresenta aqui como uma dócil, frágil e recatada mulher, sem a beleza que lhe marcou durante sua carreira.&lt;br /&gt;Apesar de eu não ter achado o filme emocionalmente definido, a atuação de Jolie foi pra mim enternecedora. Seus gestos, seu semblante, tudo muito bem representado e adequado à época. Mesmo não sendo uma tarefa fácil vê-la assim tão ingênua e contida.&lt;br /&gt;Sua personagem, debilmente inocente com relação ao que lhe rodeia, sofre abusivamente pelas circunstâncias que lhes são impostas devido ao acontecimento com seu filho: ter de lutar contra a polícia de Los Angeles, para provar o erro deles na busca pelo menino, e simultaneamente tentar reaver o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma história real, é possível se sentir incomodado com tudo o que acontece com Christine. injustiçada inúmeras vezes, o seu culmine é o sanatório. Graças a ajuda do Reverendo Gustav Briegleb (feito habilmente por John Malkovich), um homem implacável em denunciar a intransigência e a corrupção da corporação de polícia de Los Angeles, Christine é ouvida e notada por toda a cidade, criando um alvoroço que ela jamais imaginará ou talvez quisera.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SsKsaVw6oyI/AAAAAAAAAks/s_naj02TRKQ/s1600-h/a-troca-3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SsKsaVw6oyI/AAAAAAAAAks/s_naj02TRKQ/s400/a-troca-3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387057672807424802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em meio à seca dramaticidade, o filme envolve o espectador no início do filme, o problema é que Clint prolonga demais o video inserindo à história o julgamento do caso, detalhando cada ponto, tornando o longa menos empático. Principalmente por seu desfecho não ser o típico "final feliz".&lt;br /&gt;É exatamente nesse momento que o filme tira o foco do sofrimento da mocinha, e tenta expurgar todos os erros acometidos à ela, apresentando a idéia de que a corrupção não está nas instituições, mas naqueles que as compõem, frisando as acusações, a investigação e a conclusão do caso. E assim, torna-o extremamente cansativo nos momentos finais (e quantos tiveram!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, só posso dizer que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"A troca"&lt;/span&gt; não é o filme que eu esperava. É mais inquietante do que emocionante. Em muitos momentos é sombrio, desviando-se mais para o&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;suspense do que para o melodrama. E muitos pontos são exgerados e duvidosos (como o reverendo chegando na clínica na hora em que a personagem seria punida com choques em sua cabeça, evitando que assim o fizessem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XDaZnqKSo-k/TWaY902EYRI/AAAAAAAABAQ/VglOgYBhQZQ/s1600/atrocaaj.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-XDaZnqKSo-k/TWaY902EYRI/AAAAAAAABAQ/VglOgYBhQZQ/s400/atrocaaj.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577313376469803282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas o que mais me fez questionar o filme (e não o acontecimento em si) foi que a babá do filho de Christine nunca foi interrogada, como destacou muito bem um cinéfilo que admiro ao  também resenhar sobre o filme em seu blog.&lt;br /&gt;Então, para concluir, eu recomendo o filme, mas tenho a certeza de que qualquer um que vier assistí-lo distinguirá o excesso e a tibieza que Clint teve com uma tão comovente história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SsKueEgRJwI/AAAAAAAAAk8/4iUso0Pk7FI/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SsKueEgRJwI/AAAAAAAAAk8/4iUso0Pk7FI/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387059935916926722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Não por serem filmes inteligentes, mas por terem grande apelo comercial e altíssimo orçamento. Está certo que isso não gera boas críticas ao seu desempenho, porém, enchem seu bolso. No fim, ele está no lucro. Sua imagem é bem propagada para os fãs, e sua carreira se mantém firme, a ponto de exigirem sua presença como protagonista, comprometendo até a concretização do projeto se assim não for, como no caso de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Constantine"&lt;/span&gt; - O personagem central do título é vivido por ele.&lt;br /&gt;Protagonista também da trilogia arrasa-quarteirões&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "Matrix"&lt;/span&gt;, Keanu Reeves está sempre com uma atuação inconstante, inexpressiva e de caráter tênue. Por incrível que pareça, ele ainda não conseguiu entregar uma interpretação primorosa. Em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Constantine"&lt;/span&gt; o que o salva são as cenas de ação em que o mesmo tem grande habilidade em realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc4jpr1lOI/AAAAAAAAAbc/6272TxunnT8/s1600-h/constantine.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 399px; height: 276px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc4jpr1lOI/AAAAAAAAAbc/6272TxunnT8/s400/constantine.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374826865426273506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme tem um roteiro ostensivo e ambicioso, porém interessante. Seu foco é o choque  que há entre os mundos paralelos conhecidos teologicamente como "céu" e "inferno". O nosso mundo, no caso o "Mundo real", não passa de uma divisa entre os dois mundos equidistantes.&lt;br /&gt;Nascido com um dom que não desejou - a capacidade de reconhecer claramente os anjos e os demônios híbridos que andam pela Terra com aparência humana -, Constantine (Reeves) tirou a própria vida para escapar do tormento de suas visões. Porém, sua tentativa fracassou. Contra sua vontade, ele foi ressuscitado com a incumbência de proteger a fronteira entre o céu e o inferno, para aniquilar todos os demônios que teimam em vagar em nosso meio, mandando-os de volta ao seu " habitat".&lt;br /&gt;Como um suicida em potencial, Constantine tenta expiar seus pecados por meio de sua missão - ele que está longe de ser um héroi convencional, muito menos espiritual. Concluindo então seu trabalho, ele ganha a salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rachel Weisz (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A múmia"&lt;/span&gt;), está maravilhosa interpretando gêmeas sensitivas. Realmente ela rouba a cena, e é de uma presença incrível, além de bela.&lt;br /&gt;Como a policial Angela Dodson, Rachel pede ajuda a Constantine para tentar solucionar o caso da morte de sua irmã, a mesma (também intepretada por Rachel) que morreu sob circunstâncias sobrenaturais, deixando Angela perturbada, embora ainda cética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aCF79G20Big/TWaWWzR_YZI/AAAAAAAAA_g/vTZRMw5gCO4/s1600/tilda%2Bswinton%2B-%2Bgabriel%2B-%2Bconstantine.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 334px; height: 313px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-aCF79G20Big/TWaWWzR_YZI/AAAAAAAAA_g/vTZRMw5gCO4/s400/tilda%2Bswinton%2B-%2Bgabriel%2B-%2Bconstantine.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577310507011891602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao iniciarem a busca por respostas, Constantine e Angela, ficam a mercê de eventos estranhos e nada naturais, tornando assim evidente a batalha entre os mundos espirituais.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; "Constantine"&lt;/span&gt; é de uma temática polêmica, assustadora e obscura. Em meio a tantos personagens heróis sem contexto, Constantine possui carisma, mesmo não tendo o melhor  dos caráteres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estória não é lá uma obra prima, mas instiga a imaginação, estimulando a curiosidade pelo desconhecido.&lt;br /&gt;O elenco base da trama mostra-se convincente e preparado. Somente Reeves não consegue se equiparar aos colegas. Porém, não está pior que em seus último filmes.&lt;br /&gt;Peter Stormare, numa proposta sátirica, incorpora o diabo (inevitável o trocadilho) habilmente. Até mesmo sua feição natural é assustadora. Ele expressa com perfeição a imagem preconcebidamente suja e pavorosa de satã.&lt;br /&gt;Tilda Swinton está singular como Anjo Gabriel. A ironia de sua androginia foi extraordinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc4v3Avd_I/AAAAAAAAAbk/CqxFLsBcVx0/s1600-h/15.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc4v3Avd_I/AAAAAAAAAbk/CqxFLsBcVx0/s400/15.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374827075162044402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As imagens são marcantes. A fotografia escura, com tons frios e fortes, é magistral. Sem contar na minuciosidade da direção de arte, e na edição precisa. O que auxilia muito nos sustos e na tensão das cenas. Os efeitos especiais também não deixam a desejar.&lt;br /&gt;Agora, entre os pontos negativos está o diálogo banal e o roteiro incoeso. No entanto, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Constantine"&lt;/span&gt; é isso, um ótimo entretenimento; uma super produção hollywodiana perfeita para ocupar o tempo. Só não espere muito do filme - apesar de sua ousadia e pretensão -, pois assim o proveito é maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc-2EwVIQI/AAAAAAAAAbs/wyK-Cm63x-M/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc-2EwVIQI/AAAAAAAAAbs/wyK-Cm63x-M/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374833779000287490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Até a proposta é a mesma. Ou é remake do sucesso tal, ou supostamente baseado em fatos reais...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Wolf Creek - Viagem ao Inferno"&lt;/span&gt; não é diferente. À princípio a estória é semelhante a de muitos filmes do gênero, o que poderia ter feito o mesmo passar desapercebido, pois, a polêmica gerada em torno de massacres em países específicos já foi levantada em alguns filmes, como em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O albergue"&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Turistas"&lt;/span&gt;. Entretanto, mesmo sendo produzido às escuras e sem muito marketing, esta projeção conseguiu criar alvoroço entre críticos e público, em que as divergentes opiniões eram inevitáveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc15tW98II/AAAAAAAAAbE/TEEp4LTh2WY/s1600-h/WolfCreek_1_400.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 245px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc15tW98II/AAAAAAAAAbE/TEEp4LTh2WY/s400/WolfCreek_1_400.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374823945834721410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Eu não posso deixar de fazer tal comentário: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Wolf Creek"&lt;/span&gt; é com certeza mais inteligente do que os filmes convencionais do gênero. Com cara de documentário, mas com uma qualidade superior, o filme australiano é assustador. E mesmo possuindo alguns clichês, os mais reles e habituais são evitados aqui, até surpreendendo em algumas tomadas.&lt;br /&gt;Pra mim, a maior façanha do diretor junto ao roteiro, foi prolongar a exposição dos personagens com seus diálogos dispersos no início do filme, fazendo com que o público crie uma certa empatia para com eles. E melhor, sem deixar escapar qualquer hipótese de quem (e como) morrerá.&lt;br /&gt;E mesmo não sendo original, muito menos inovador, conseguiu ser notável, mesmo sob o efeito de um enredo requentado. Isso se deve a forma competente e convincente das interpretações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc2DB6aqeI/AAAAAAAAAbM/VVPQ0md7xeY/s1600-h/wolf-creek02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 384px; height: 283px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc2DB6aqeI/AAAAAAAAAbM/VVPQ0md7xeY/s400/wolf-creek02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374824105970936290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A sinopse apresenta Liz Hunter (Cassandra Magrath, ) e Kristy Earl (Kestie Morassi) e Ben Mitchell (Nathan Phillips), três jovens que viajam para a Austrália. Ao chegarem no Parque Nacional Wolf Creek, eles conferem a segunda maior cratera do mundo. Ao entardecer eles decidem retomar a viagem, mas o motor do carro teima em não funcionar. Os três agora apreensivos só se acalmam quando obtêm a ajuda inesperada de um motorista de caminhão que estava ali por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem um personagem central, mas com um foco sobre as duas moças, o motorista caipira revela-se um sádico de marca maior, responsável por horas de pânico e tensão, muito bem representados pelos atores. O clima angustiante da estória causa uma certa aversão ao público. O filme mesmo não sendo o mais explícito no quesito "tortura", consegue intimidar.&lt;br /&gt;Por ser filmado em vários cenários desérticos, todo o isolamento dos jovens é retratado com naturalidade, o que perturba ainda mais.&lt;br /&gt;As interpretações supracitadas, sem dúvida, foram responsáveis pelo impacto que o filme causou. Foram as mais verossímeis possíveis, o que pra mim foi um feito, já que a canastrice impera em filmes de terror adolescente.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spc2DB6aqeI/AAAAAAAAAbM/VVPQ0md7xeY/s1600-h/wolf-creek02.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-g0xxGsbZrXk/TWaW29LNwvI/AAAAAAAAA_w/SSNrXUxOpHc/s1600/wolfs_creek_wideweb__430x316%252C0.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 294px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-g0xxGsbZrXk/TWaW29LNwvI/AAAAAAAAA_w/SSNrXUxOpHc/s400/wolfs_creek_wideweb__430x316%252C0.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577311059423642354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Concluindo,&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Wolf Creek"&lt;/span&gt; foi um dos poucos filmes que me incomodou como espectador. A sensação de ver o desamparo dos personagens cruelmente tormentados fisica e psicologicamente por alguém improvável, foi a mais desagradável - num bom sentido para a espécie do filme. Com isso, o filme atinge seu objetivo, pois não é qualquer pessoa que conseguirá ficar indiferente diante desse longa.&lt;br /&gt;Eu esperava mais um passatempo dispensável ao julgar pelo tema, mas me deparei com algo bem produzido. As paisagens obscuras, a manipulação e belos ângulos capturados pela câmera; a ótima fotografia; cenas cruas quase sem corte... Tudo isso trouxe um realismo como nunca vi num terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7j0ofz-5I/AAAAAAAAAb0/iQqPP4n9XWA/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7j0ofz-5I/AAAAAAAAAb0/iQqPP4n9XWA/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376985498490502034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Em contrapartida, o filme é concluído, curiosamente, de forma comportada.&lt;br /&gt;Bom, na verdade é uma mescla. Inicia-se com todas as fórmulas apelativas em relação ao sexo, para desencandear simplesmente em uma estória de amor.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na trama temos como protagonista, ninguém mais, ninguém menos que, Seth Rogen, já acostumado a interpretar o típico cara sacana, largadão, graças ao seu timing cômico incomum. Ele que vem ganhando espaço com sua postura irreverente e singular no mundo da comédia, é acompanhado pela bela atriz em ascenção Elizabeth Banks, que está simplesmente adorável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcxUaXDtXI/AAAAAAAAAas/EFKGXVT6-Lw/s1600-h/pagando-bem-que-mal-tem04.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 242px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcxUaXDtXI/AAAAAAAAAas/EFKGXVT6-Lw/s400/pagando-bem-que-mal-tem04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374818907033154930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os personagens são super criativos e interessantes. Elizabeth incorpora uma mulher quase utópica, sendo romântica no teor certo, mas com um ar politicamente incorreto, muito além do comum. Ambos perfeitos nos papéis.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Pagando bem, que mal tem?"&lt;/span&gt; causou muita polêmica para censura puritana dos EUA, desde um de seus cartazes que trazia a alusão dos atores (Rogen e Banks) praticando sexo oral um no outro, até as excessivas cenas de sexo explícito - apesar de simulativo - e os diálogos picantes, recheado de piadinhas sujas.&lt;br /&gt;Realmente, muita cena de nudez foi mostrada. Até direito a ver o pênis do ator Jason Mewes que participa desta produção, o público teve. O que foi bizarro! Se fosse a Elizabeth nua frontalmente eu respeitaria...hehe (foi necessário a piada).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eHkpQJlUtoU/TWaX5N3apQI/AAAAAAAABAA/_V69J5niKlc/s1600/pagando-bem-que-mal-tem05.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;No filme, Zack Brown (Seth Rogen) e Miriam Linky (Elizabeth Banks) estão com sérios problemas financeiros. Eles que compartilham uma amizade sólida e confidente desde à adolescência, moram juntos. Porém, estão vivendo numa pindaíba sem igual.&lt;br /&gt;Com meses sem pagar contas por causa de sua total falta de dinheiro, eles são jogados de volta a realidade em uma reunião dos antigos colegas de ensino fundamental, famoso High School. O que rende em algumas das cenas mais hilárias, com direito a uma briga de teor homossexual e um selinho por parte de Brandon Routh (o novo "super-homem") e Justin Long (figurinha carimbada do gênero) que fazem uma ponta no longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcxdK34b3I/AAAAAAAAAa0/LdPMn2UrnxE/s1600-h/p2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 247px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcxdK34b3I/AAAAAAAAAa0/LdPMn2UrnxE/s400/p2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374819057494683506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao chegarem em casa, Zack e Miriam se deparam com a casa sem energia elétrica, sem água, sem aquecedor, e etc... Diante disto, Zack tem a idéia deles fazerem um filme pornô estrelado por eles mesmo! Como são solteiros, sem familiares vivos, vivendo um pelo outro, a idéia vinga! Aí dá-se início as situações mais hilárias e sem-noção.&lt;br /&gt;A cena em que Banks e Rogen vão desempenhar a cena de sexo deles, é a mais engraçada. Mesmo um tanto caricata, ela condiz com uma das propostas do filme que, é provocar riso a qualquer custo.&lt;br /&gt;O elenco, merecedor de destaque, é simplesmente magistral! Com o hilariante Craig Robinson, as atrizes pornôs Traci Lords e Katie Morgan, e os supracitados Justin long, Brandon Routh e Jason mewes, o circo está armado (nessa frase quase há um duplo sentido, diante da essência do filme).&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcxdK34b3I/AAAAAAAAAa0/LdPMn2UrnxE/s1600-h/p2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Diante de tantas cenas tórridas, com um certo exagero escatológico, o desenvolvimento do filme, ainda assim, apresenta uma estória romantizada.&lt;br /&gt;Quando o filme acaba, o espectador fica com a sensação de ter visto uma simples comédia romântica. Todo aquele sexo parece uma desculpa proposital para apresentar um romance sob uma amosfera inusitada, mas que não foge ao lugar-comum.&lt;br /&gt;O desenvolvimento clichê - amigos que desconheciam o real sentimento entre si - e a estória de amor soa, descaradamente, como uma aliviada para o clima erótico do filme. É como se o diretor quizesse desculpar-se por tudo que foi mostrado no início. O grande erro do filme. Não por conter uma subtrama de amor, mas por cair no piegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eHkpQJlUtoU/TWaX5N3apQI/AAAAAAAABAA/_V69J5niKlc/s1600/pagando-bem-que-mal-tem05.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 377px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-eHkpQJlUtoU/TWaX5N3apQI/AAAAAAAABAA/_V69J5niKlc/s400/pagando-bem-que-mal-tem05.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577312197775369474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Embora dando umas derrapadas, o diretor Kevin Smith acertou em injetar argumentos tão seguros e absurdos - pornô enriquece e atraia qualquer um -; o que torna o filme interessante.&lt;br /&gt;De qualquer maneira, o filme é bom. Diverte, com certeza! Não tanto quanto eu esperava, mas diverte...&lt;br /&gt;Recheado de alfinetadas psicológicas, humor ácido, e tiradas explícitas e sutis, é um filme pra poucos. Graças a sua ousadia e irreverência. Contudo, esses "poucos" irão se deliciar com tantos elementos escrachados e ordinários.&lt;br /&gt;Diante desse conjunto de idéias, recomendo o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kJDlpNaI/AAAAAAAAAb8/5zAKBAMCn_c/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kJDlpNaI/AAAAAAAAAb8/5zAKBAMCn_c/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376985849360102818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Na véspera de natal, ela fica até mais tarde fidando um serviço. Ao chegar ao subsolo para ir encontrar-se com a família, ela se depara com a fixação desse segurança para com ela. Sobre essa base, inicia-se uma típica perseguição "maníaco/mocinha".&lt;br /&gt;O lado voyer do segurança trouxe a ele informações sobre a jovem executiva Angela Bridges, personagem feita por Rachel Nichols (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Horror em Amityville"&lt;/span&gt;). Com isso, ela tenta escapar dele em um local devidamente trancado, sem qualquer ajuda próxima, dando corpo a um jogo de esconde-esconde movimentado. E adianto desde já que,&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"P2 - Sem saída"&lt;/span&gt; é exatamente o extremo de altos e baixos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcugjDD50I/AAAAAAAAAaU/cRZ24sQuZJU/s1600-h/p2_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 376px; height: 255px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcugjDD50I/AAAAAAAAAaU/cRZ24sQuZJU/s400/p2_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374815816988747586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O enredo basicamente focaliza as artimanhas de Angela ao tentar escapar das investidas do segurança desequilibrado.&lt;br /&gt;Ele inicialmente, sem mostrar intenção de torturar ou dar cabo da moça, esforça-se para convencê-la a ficar com ele, já que ele conhece seu histórico, sabendo que ela está envolvida intensamente com o trabalho e vivendo uma vida solitária. Porém, o evidente distúrbio do segurança vai ganhando força quanto à resistência de Angela.&lt;br /&gt;Ele, possessivo e ciumento, mostra coragem suficiente para matar quem se "engraçar" pro lado da moça. E aí inicia-se o clichê: fugir o filme inteiro de alguém que é uma ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima do filme tem uma certa tensão. Não chega a ser pertubador, mas seu rítmo é acelerado, com interessantes cenas de ação e sustos (meio óbvias, mais válidas), conseguindo atrair a atenção.&lt;br /&gt;O filme só não é melhor porque a estória não tem mais nada a oferecer. É exatamente uma perseguição incansável, e só!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcut4iO9PI/AAAAAAAAAac/fc-lYXgabVw/s1600-h/p2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 389px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcut4iO9PI/AAAAAAAAAac/fc-lYXgabVw/s400/p2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374816046094939378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rachel Nichols mostrou que tem talento de sobra para transmitir desespero e retese. Não é um papel que exija exatamente um empenho da atriz, mas é suficiente para ver o potencial dela.&lt;br /&gt;Já Wes Bentley (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Motoqueiro fantasma"&lt;/span&gt;) só tem um ponto a seu favor: ele aparenta realmente ser um maníaco, graças a sua expressão. Porém, ele não mostra desenvoltura. O clima de pavor que o filme poderia atingir, não é alcançado devido a escalação infeliz de Wes para o papel.&lt;br /&gt;Ele até se esforça para aparentar certo desarranjo mental, mas não convence, mesmo com sua feição propícia.&lt;br /&gt;Os altos e baixos do filme serão exatamente descritos abaixo.&lt;br /&gt;Altos: a trama é acelerada e com cenas de violência na dose certa. O que garante diversão.&lt;br /&gt;Baixos: o maníaco que não dá densidade ao papel, enfraquecendo a atmosfera do filme, transtornando-a totalmente. Além do roteiro simples e limitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DQV5T78RF7U/TWaaaww_iSI/AAAAAAAABAw/aJVBqPqWpyE/s1600/images.jpeg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 346px; height: 192px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-DQV5T78RF7U/TWaaaww_iSI/AAAAAAAABAw/aJVBqPqWpyE/s400/images.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577314973102606626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme porém tem seus momentos fortes, como a cena em que um coitado, por demonstrar interesse em Angela, é amarrado no piso do edifício e é esmagado por um carro contra a parede. É chocante e gráfico na medida certa.&lt;br /&gt;O debute de Khalfoun é um sinal de que como estreante ele sabe entreter o público, e tem chances de aprimorar a técnica em comparação a essa película.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kR543kOI/AAAAAAAAAcE/HZ8kyVycnhg/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kR543kOI/AAAAAAAAAcE/HZ8kyVycnhg/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376986001375203554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Filmes esses que simplesmente seguem à risca a mesma fórmula do gênero que lhe cabem... e no fim, é sempre entregue ao espectador estórias que não fogem ao convencional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como um perfeito exemplo, temos &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Noivas em guerra”&lt;/span&gt;, esta comédia romântica encabeçada por mulheres – e voltada estritamente para as mesmas –, abordando o tema “casamento” sob a ótica capitalista de seus preparativos.&lt;br /&gt;Adianto desde já que, esta produção aborrecida e recheada de asneiras, não acrescenta em nada aos amantes da sétima arte. Conseguindo apenas a proeza de ser minimalista em conceitos supérfluos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcsbvCZp8I/AAAAAAAAAZ8/03TM7CRTO3Y/s1600-h/PHwxPwzC03rGzE_l.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcsbvCZp8I/AAAAAAAAAZ8/03TM7CRTO3Y/s400/PHwxPwzC03rGzE_l.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374813535284602818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As protagonistas são ninguém mais ninguém menos que Kate Hudson (que, no início de sua carreira, chegou ser considerada a “nova namoradinha da América”, em lugar de Meg Ryan) e Anne Hattaway (a mais nova queridinha de Hollywood).&lt;br /&gt;A história é sobre duas amigas de infância, Liv (Hudson) e Emma (Hathaway), e como desde pequenas sonham com o casamento perfeito. Então, as duas recebem o pedido de casamento quase que simultaneamente. O problema surge quando, equivocadamente, o casamento delas é escalado para a mesma data no local do casamento dos sonhos das duas, sem qualquer chance de alteração por ser o local requisitadíssimo, do tipo que demora anos para conseguir um espaço na agenda.&lt;br /&gt;Por este motivo, as duas não medem esforços para se sabotarem na tentativa de evitar que se casem no mesmo dia, dando inicio então a um embate dicotômico de rivalidade x amizade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como se pode ver, o motivo da briga por si só é banal, a meu ver desenvolvendo-se somente pelo fato de não ser sólido o suficiente o sentimento de amizade de uma para com a outra.&lt;br /&gt;Além disso, os recursos usados pelas duas para se prejudicarem são simplórios e forçados. Vai desde entrar em um salão de beleza sem ser vista, e misturar a tintura de cabelo da outra, até entrar em uma clínica de bronzeamento artificial a jato trocando o tubo de coloração...&lt;br /&gt;Outro exemplo improvável é a forma com que a personagem Emma (Hudson) induz o seu noivo a pedi-la em casamento. Totalmente ridícula!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ez3Jf3ueWyk/TWabN3jyiUI/AAAAAAAABBA/b5-xc08Lv_E/s1600/Brides%2Bwar.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 333px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ez3Jf3ueWyk/TWabN3jyiUI/AAAAAAAABBA/b5-xc08Lv_E/s400/Brides%2Bwar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577315851099605314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quanto ao desempenho das estrelas do longa, Anne consegue se manter confortável no papel, roubando as cenas, sendo a mais engraçada e com a melhor representação – destaque para a cena da aula de dança.&lt;br /&gt;Kate Hudson, por sua vez, mais bonita aqui do que o normal, sai perdendo por seu comportamento esgareiro e sua atuação artificial. O que é triste, pois ela vem se mostrado ruim há algum tempo.&lt;br /&gt;Já os atores que interpretam os noivos são chatos, manipulados e com interpretações dignas de seus papéis secundários.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, ao apontar os fúteis argumentos da narrativa, eu destaco a discussão esquemática e sem nexo entre as mocinhas; assim como a crise existencial que ocorre com a personagem Emma e seu noivo... Resumindo, todos os questionamentos levantados pelas noivas – que não poderiam ser mais vazios.&lt;br /&gt;E como é de praxe em filmes assim, a estória pende para o drama na metade do filme, e quando o desfecho se aproxima o pastelão se descamba na tela, com direito a “barraco’ e tudo!&lt;br /&gt;No entanto, como se não pudesse piorar ainda mais, acontece uma reviravolta descabida em torno de um dos casamentos, sem um mísero desenvolvimento, e ainda por cima, de forma previsível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcsssN1swI/AAAAAAAAAaE/tJ3ythRlXnY/s1600-h/bride-wars-hathaway-hudson-vera-wang-3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcsssN1swI/AAAAAAAAAaE/tJ3ythRlXnY/s400/bride-wars-hathaway-hudson-vera-wang-3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374813826585047810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No fim, a óbvia reconciliação das duas acontece, o problema é que vem muito fácil (o filme é tão clichê que não importa revelar esse detalhe).&lt;br /&gt;Durante toda a película elas se mantem rivais e empenhadas em sabotar a cerimônia uma da outra; não soa nada convincente as duas voltarem, num piscar de olhos, a serem melhores amigas.&lt;br /&gt;Portanto, por subestimar em todos os sentidos o intelecto do espectador, eu não recomendo este desgastado subgênero cômico intitulado de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Noivas em guerra”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kYwgvjvI/AAAAAAAAAcM/9lH5Iy8XKX8/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kYwgvjvI/AAAAAAAAAcM/9lH5Iy8XKX8/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376986119117180658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Pelo menos não é um animal utópico, mas também não é nada atrativo.&lt;br /&gt;Em um elenco composto de nomes inexpressivos, salvam-se os rostos mais conhecidos: Radha Mitchel (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Terror em Silent Hill"&lt;/span&gt;) e Michael Vartan (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A sogra"&lt;/span&gt;), respectivamente os protagonistas. Os únicos que realmente atuaram no longa. O restante, coadjuvantes, foi risível. Expressões faciais do tipo "ops... ele foi devorado" era o que se via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcp_oIZmKI/AAAAAAAAAZU/qQAvDjXwYPc/s1600-h/subita.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcp_oIZmKI/AAAAAAAAAZU/qQAvDjXwYPc/s400/subita.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374810853371123874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O início do filme é bem simples. Mostra Pete McKell (Vartan), um escritor enviado às águas do Kakadu National Park para escrever uma matéria sobre o local. Ele então se junta a um grupo de turistas em férias que saem numa espécie de balsa para contemplar o habitat dos crocodilos, sob os cuidados de Kate Ryan (Radha), a guia turística do local.&lt;br /&gt;A estória não apresenta nada demais, apenas uma exposição rápida dos personagens até que a criatura ataque. O desenvolvimento é simplesmente isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já a direção de Greg McLean merece elogios quanto a captação de imagens. A fotografia do filme foi o que teve de melhor. Assim como ele explorou no suspense &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Wolf Crek (...)"&lt;/span&gt; as imagens do deserto para transmitir a sensação de isolamento das vítimas, aqui ele abusou de imagens aéreas para que o espectador sentísse a grandeza do ambiente paradisíaco em que estavam.&lt;br /&gt;O roteiro também ficou por conta de McLean, por isso percebe-se a parca criatividade no desenrolar da estória que dá enfoque unicamente às cenas de risco. Exatamente o que ele fez no supracitado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Wolf Creek - Viagem ao inferno"&lt;/span&gt; que, mesmo assim, é superior a este longa aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-E3rpcSzqhnE/TWabuZxVDcI/AAAAAAAABBQ/W5p4yiHhVTI/s1600/croco11.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-E3rpcSzqhnE/TWabuZxVDcI/AAAAAAAABBQ/W5p4yiHhVTI/s400/croco11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577316410039012802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As investidas de fulga são totalmente clichês, buscando sempre a alternativa mais arriscada e descabida que obviamente irá culminar em morte.&lt;br /&gt;O problema maior é que a falta de carisma do elenco é tanta que é impossível se importar com o desfecho deles. Fiquei mais apreensivo pelo cachorro da personagem Kate Ryan (Radha Mitchell) do que por qualquer outro.&lt;br /&gt;Agora eu não sei se foi impressão minha, mas achei o filme rápido. Quando dei por mim, já havia terminado.&lt;br /&gt;Não sei se isso foi vantagem, só sei que tive essa sensação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O animal, como já é de praxe nesse gênero, tinha um tamanho descomunal, como já citado anteriormente. Porém, entre tantos animais exagerados que nos deparamos ao longo dos tempos em Hollywood, esse tinha um comportamento verossímil. Nada de habilidades forçadas e surreais.&lt;br /&gt;O meu incômodo maior em torno dele foi o gráfico. Totalmente sintética sua aparência.&lt;br /&gt;Na verdade, alguns efeitos especiais ficaram com um aspecto inacabado, porém, a maquiagem dos ferimentos ficou convincente, com exceção à mão machucada do personagem Pete McKell no último ato do filme, descaradamente descuidada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcqIp0bq4I/AAAAAAAAAZc/VmOl07xFYUA/s1600-h/23_MHG_rshow_mortesubita.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcqIp0bq4I/AAAAAAAAAZc/VmOl07xFYUA/s400/23_MHG_rshow_mortesubita.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374811008443067266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sem mais, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Morte Súbita"&lt;/span&gt; não tem muito o que se avaliar; não passa de um suspense trivial, acompanhado de uma ação comedida.&lt;br /&gt;Acho até que pode ser identificado como uma opção de diversão comum, sem correr o risco de perda de tempo, já que para mim o tempo de duração foi sucinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kfn6e80I/AAAAAAAAAcU/F0ZJWAx-HN0/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kfn6e80I/AAAAAAAAAcU/F0ZJWAx-HN0/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376986237068309314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Só que eu não imaginava que seria numa escala tão superlativa!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sinopse é a seguinte: a jovem Casey Beldon está tendo sonhos envolvendo um menino de olhos azuis. Eles se tornam recorrentes após seu vizinho de 4 anos, do qual ela cuida eventualmente, começar a fazer declarações sem nexo e a agir estranhamente. A partir daí a moça passa a acreditar que esteja sendo atormentada por um espírito.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DaF-f2hOOn4/TWac2MeR6JI/AAAAAAAABBg/KST2-gac4F8/s1600/cinema.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;A atriz Odette Yustman, que teve seu debute em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Cloverfield - monstro"&lt;/span&gt;, interpreta aqui a jovem Casey.&lt;br /&gt;Acredito que por ser ela dona de um rosto perfeito e uma silhueta desejável, o fator mais requisitado para sua escalação foi exatamente a beleza - acima até mesmo do talento - , já que a mesma iria ter seus atributos físicos ostentados no video.&lt;br /&gt;Ela também possui uma certa expressão, porém, não o suficiente para segurar o filme, nem sequer para criar empatia no espectador.&lt;br /&gt;Quanto ao restante do elenco, digo o mesmo: tem expressão, mas não o suficiente para salvar a película.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DaF-f2hOOn4/TWac2MeR6JI/AAAAAAAABBg/KST2-gac4F8/s1600/cinema.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-DaF-f2hOOn4/TWac2MeR6JI/AAAAAAAABBg/KST2-gac4F8/s400/cinema.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577317643420035218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O roteiro, como já supracitado, é uma sucessão de clichês ininterruptos. Sua concepção não difere em nada dos filmes de terror já lançados. O que poderia ser apresentado como reminiscência, não passa de uma cópia barata. O pior é que não só de um filme, mas sim, de uma lista!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com certeza o público irá identificar referências de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O chamado"&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O grito"&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O olho do mal"&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O exorcista"&lt;/span&gt;... e a relação só se estende. Chega a ser constrangedor!&lt;br /&gt;Eu mesmo, ao assistir o filme, citava em meio às cenas os outros possíveis filmes que, supostamente, inspiraram a idealização das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcj6-Q6vcI/AAAAAAAAAY0/riF_cPkXFq0/s1600-h/almaperdida6.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;A direção também erra, entregando um desenvolvimento aborrecido e confuso, culminando em cenas corridas em que quase chegam a ser aleatórias. A mocinha, por exemplo, ao mesmo tempo em que está uma cena na faculdade, aparece em outra tomando banho, sem qualquer ligação entre si.&lt;br /&gt;Sem falar nos vários flashbacks misturando-se ao tempo real, tornando tudo muito superficial e chato.&lt;br /&gt;O único destaque do filme são os efeitos especiais e a coloração azulada das cenas, porém, em alguns casos, o gráfico dá origem à figuras bizarras que não contribuem em nada para com a estória. São só sustos forçados. Isso porque os enredos em si são uma verdadeira salada.&lt;br /&gt;A cena no banheiro da boate mesmo, com Casey rodeada de bichos nojentos, com direito a aparição de fantasma e tudo, é totalmente descabida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcj6-Q6vcI/AAAAAAAAAY0/riF_cPkXFq0/s1600-h/almaperdida6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcj6-Q6vcI/AAAAAAAAAY0/riF_cPkXFq0/s400/almaperdida6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374804176343317954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A postura de Casey também não convence muito. Ela possui uma curiosidade exacerbada, totalmente proposital para desencadear as situações mais assustadoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até mesmo ir sozinha de madrugada à um hospital para encontrar uma velha suspeita e esquiva, não soa como anormal para ela.&lt;br /&gt;Já a cena final que, contém a parte mais movimentada do filme, soa até interessante, ainda mais pela sessão de exorcismo, mas quando o tal espírito que persegue a estrela do filme, passa a incorporar pessoas próximas a ela para atacá-la - inspiração que acredito ter vindo do longa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O jogo dos espíritos"&lt;/span&gt; -, faz desandar o único momento do filme em que poderia se ter proveito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcki1mk1OI/AAAAAAAAAZE/3b8gSK2oz8Y/s1600-h/assistimos_theunborn.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 278px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Spcki1mk1OI/AAAAAAAAAZE/3b8gSK2oz8Y/s400/assistimos_theunborn.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374804861213005026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Concluindo, o diretor e roteirista da película, David S. Goyer, talvez por preguiça ou por conveniência, não sei (...), criou a maior colcha de retalhos cinematográfica já produzida.&lt;br /&gt;O filme é tão sem originalidade que eu nem me esforcei em redigir um texto melhor. Por isso, eu não recomendo este longa. Se quiserem ver um filme de terror atípico, corra de&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; "Alma perdida"&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kmDXPV-I/AAAAAAAAAcc/gEdui-FGkCE/s1600-h/4meiocot.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 21px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sp7kmDXPV-I/AAAAAAAAAcc/gEdui-FGkCE/s400/4meiocot.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376986347515893730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Nada mais que isso...&lt;br /&gt;O longa não só aborrece, como se enquadra perfeitamente no perfil de filmes descartáveis. É possível até relacionar, com facilidade, as diversas reminiscências cinematográficas que auxiliaram na composição das cenas do mesmo.&lt;br /&gt;Títulos como, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O exorcista”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Os outros”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O sexto sentido”&lt;/span&gt;, são mais que referências aqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A estória é típica: uma família que se muda para uma nova casa, na qual habitam espíritos com assuntos inacabados, que precisam do auxílio humano para encontrar a paz...&lt;br /&gt;Embora, para que isso aconteça, a direção explore negativamente a imagem dos tais mortos até a metade da película, para no fim transformá-los, deliberadamente, em pobres assassinos involuntários. Ou seja, pelo fato de as almas terem sofrido na casa antes de morrer, os novos moradores podem ser assombrados como justificativa.&lt;br /&gt;A meu ver, o diretor ao optar por esta fórmula já corroída do gênero, deixa transparecer o âmago de sua intenção, que é apresentar mais um drama póstumo, tendo como subtexto, o atrativo terror - ou vice-versa... nesse caso, nem importa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcfRQg4xTI/AAAAAAAAAYc/2OmxTB74WYo/s1600-h/the-haunting-in-connecticut-20090217104459039_640w.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcfRQg4xTI/AAAAAAAAAYc/2OmxTB74WYo/s400/the-haunting-in-connecticut-20090217104459039_640w.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374799061641119026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E como se não bastasse o roteiro requentado, esta projeção é arguciosamente vendida pela asserção de ser “baseada em fatos reais”. Informação constada nos créditos, tão pretensiosa e manipuladora como a de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Os estranhos”&lt;/span&gt; de Bryan Bertino. Um tipo de pretexto que está se tornando comum em Hollywood. Parece ser garantia de evidência na mídia.&lt;br /&gt;A verdade é que a estória se fundamentou em um documentário exibido pelo Discovery Channel em 2002 intitulado de “A Haunting in Connecticut”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às explicações apresentadas ao decorrer, não fazem o menor sentido. Não se sabe exatamente o motivo de os espíritos estarem naquela casa, muito menos quem os ressequiu até a morte e porquê. Nem sequer uma abordagem minimamente curiosa pôde ser extraída.&lt;br /&gt;No que concerne ao desenvolvimento da estória, é notável o cuidado da direção de arte e de efeitos visuais no primeiro ato do filme. Porém, momentos próximos ao desfecho, cai consideravelmente à qualidade de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcfeoifAZI/AAAAAAAAAYk/Hwv1-2B9jYI/s1600-h/filmes_384_Evocando+Espiritos9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SpcfeoifAZI/AAAAAAAAAYk/Hwv1-2B9jYI/s400/filmes_384_Evocando+Espiritos9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374799291428569490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Agora, analisando o elenco, destaco o protagonista Kyle Gallner, que, apesar de não ser um exímio ator, não é de todo ruim. Sua expressão é um tanto inconstante, mas ainda assim está melhor que a veterana Virginia Madsen (a mãe na trama), travada e apática aqui.&lt;br /&gt;O restante do elenco parece ter sido escalado como “volume” para a estória, não importando muito quem seja escalado para o papel.&lt;br /&gt;por outro lado, apesar de mocinho da estória não ser uma decepção, seu personagem tem uma postura bem improvável, em que o mesmo não demonstra medo algum. Ao invés disso, ele paresenta uma aguçada curiosidade com relação às possíveis manifestações “além/túmulo”.&lt;br /&gt;Ele pode ser equiparado à protagonista de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Alma perdida&lt;/span&gt;”, interpretada pela beldade Odette Yustman (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Cloverfield – O monstro”&lt;/span&gt;), no quesito "bisbilhotar".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As figuras bizarras que aparecem no início da trama até assustam, no entanto, na conclusão do filme as mesmas tornam-se caricatas e mal feitas – risível os bonecos descarados que são apresentados como corpos (reparem na foto acima).&lt;br /&gt;Os clichês desgastados – isso mesmo, com direito a redundância – são espalhados na tela: sombras sobre os espelhos; luzes se apagando; ruídos desconexos; casa com alvenaria inacabada e de aspecto assustador; porão, sótão, alçapão, e tudo que uma casa mal assombrada tem direito. Além dos sustos previsíveis e a escuridão exageradamente propícia. Até mesmo a presença de um padre pode ser conferida aqui. Isso porque ele contém a maioria das respostas para as indagações da família com relação aos acontecimentos sobrenaturais que pairam na casa. Familiar? Vamos deixar quieto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vOYgU2leLFk/TWadm-3SoQI/AAAAAAAABBw/0OaFIzCAot8/s1600/evocando_espiritos_2009_nota.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 251px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-vOYgU2leLFk/TWadm-3SoQI/AAAAAAAABBw/0OaFIzCAot8/s400/evocando_espiritos_2009_nota.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577318481580433666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Continuando... A biblioteca – como sempre – é aqui a fonte mais eficiente para desvendar o mistério.&lt;br /&gt;Temos também a falsa (e óbvia) sensação de se ter findado a maldição por meio de rituais e tal, o que na verdade só torna os espíritos mais hostis.&lt;br /&gt;Enfim, o filme tem sim algumas particularidades que o torna assustador, até que se venha o final estragando tudo, tornando-o ínfimo, desnecessário e com ar de reprise.&lt;br /&gt;Como disse na resenha anterior, "O filme é tão sem originalidade que eu nem me esforcei em redigir um texto melhor".&lt;br /&gt;Se após esse vislumbre, alguém ainda estiver interessado em vê-lo, eu só posso lamentar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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O que não é pra menos, já que estória é repleta de cenas de ação, recheada de ótimos efeitos visuais, e ainda conta com a presença dos entrosados protagonistas Brendan Fraser (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;"Viagem ao centro da terra - o filme"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;) e Rachel Weisz (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;"Constantine"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;), dando vida a um simpático casal que passa por maus bocados com a tal múmia do título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido a isso, a sequência &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;"O Retorno da Múmia"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; logo foi lançada, sustentando assim o sucesso da franquia. Continuação esta que, além de manter a temida múmia, insere à estória um novo vilão chamado "Escorpião Rei", interpretado por Dwayne Johnson (conhecido pelo codinome "The Rock"), que teve aqui o seu debute como ator.&lt;br /&gt;Logo após, veio o terceiro filme intitulado como &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;"O Escorpião Rei"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, uma versão "spin off" do personagem homônimo, vivido novamente por Dwayne Johnson. No entanto, essa projeção não conta com a presença do casal O'Connell.&lt;br /&gt;Então, para completar a série (espero), surge em 2008 o fiasco &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"A Múmia: Tumba do Imperador Dragão"&lt;/span&gt;, com uma estória totalmente desfigurada e ambientada agora - sem motivos plausíveis - na China ao invés do Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FsEFBaO0Bfc/TWaeF82AZ9I/AAAAAAAABCA/HBHyJLQHJ_A/s1600/dragon_emperor.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-FsEFBaO0Bfc/TWaeF82AZ9I/AAAAAAAABCA/HBHyJLQHJ_A/s400/dragon_emperor.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577319013614118866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A meu ver, este novo filme só serviu para marcar a volta de Brendan Fraser como o personagem central Rick O'Connell, só que desta vez, ele - que está desconfortável no papel - não conseguiu convencer um minuto sequer como fez anteriormente. Principalmente nas cenas em que se pede um pouco mais de dramaticidade.&lt;br /&gt;Como exemplo, tem o momento da reconciliação entre ele e o filho que, ao invés de emocionar, acaba soando cômico, tudo por causa do desempenho desajeitado de Fraser e sua expressão desproposital.&lt;br /&gt;Quanto à bela Rachel Weisz, talvez prevendo o script vergonhoso, não participou da projeção. O que trouxe uma substituta para "Evelyn O´Connell", composta pela deslocada e sem carisma Maria Bello. Motivo este suficiente para que o filme perca ainda mais pontos, sendo que o clima de cumplicidade entre Brendan Fraser e Rachel Weisz, não pode ser conferido entre ele e nova "Eve".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotIzgp30rI/AAAAAAAAAWM/KLtbEZrnACs/s1600-h/a-mumia-3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 243px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotIzgp30rI/AAAAAAAAAWM/KLtbEZrnACs/s400/a-mumia-3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371467030345536178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entre as "novidades" de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:100%;" &gt;"A Múmia: Tumba do Imperador Dragão"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, temos a presença do insosso e desconhecido Luke Ford como o jovem filho de Rick.&lt;br /&gt;Ele e a também anônima atriz Isabella Leong, ao formarem um par romântico, desconcertam o espectador com tamanha falta de química.&lt;br /&gt;Inclusive, o ator John Hannah, antes o coadjuvante mais engraçado aqui como o irmão de Eve, por sua vez, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;consegue a façanha de aborrecer em todas as tomadas em que aparece por limitar a sua participação a contar piadinhas infames.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E como se não bastasse tem a apagada presença de Jet Li&lt;/span&gt;&lt;span class="texto_titulo"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; numa tentativa desesperada de repromover sua carreira, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;interpretando a múmia no lugar &lt;/span&gt;&lt;span class="texto_titulo"&gt;Arnold Vosloo (troca infeliz)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o elenco não é o único fator que traz insatisfação; voltando-se ao roteiro, é possível relacionar uma grande quantidade de furos e clichês...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;O mocinho é mortalmente ferido e salvo por "mágica", enquanto figurantes morrem com apenas um tropeção. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma paixão súbita e sem noção entre o filho de Rick e a filha de uma feiticeira&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-size:100%;"&gt;O típico final "estou perdendo, mas alguém &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;do nada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;me salva"&lt;/span&gt;. O batido conflito familiar.&lt;span style="font-size:100%;"&gt; E não sendo menos importante, tem o argumento burlesco sobre o que ativa a "pedra" que traz a múmia de volta à vida: o sangue de alguém puro de coração. Ai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotHG1ibupI/AAAAAAAAAV8/QQbs6bt7uNU/s1600-h/a-mumia--tumba-do-imperador-dragao-3_1515_1024x768.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotHG1ibupI/AAAAAAAAAV8/QQbs6bt7uNU/s400/a-mumia--tumba-do-imperador-dragao-3_1515_1024x768.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371465163345738386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dando continuidade aos absurdos da estória, temos o aparecimento de um exército de mortos vivos no último ato. Assim como, alguns Yetis digitais mal elaborados que também dão o "ar da graça". Todos visualmente sintéticos.&lt;br /&gt;E o pior, a própria múmia, apresentada com uma nova roupagem, ironicamente consegue se transformar em qualquer coisa, menos em uma simples múmia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, não sei exatamente qual foi à intenção desse filme, mas sei de uma coisa, ele não diverte, não se desenvolve e ainda deixa explícito que a direção sob o comando de Rob Cohen (antes Stephen Sommers) se mostrou muito inferior.&lt;br /&gt;Diante de um filme em que nem os diálogos são consistentes, só posso recomendar uma coisa: assista apenas o original e esqueça as sequências!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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E seu pior furo foi justamente onde não deveria: na conclusão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inicialmente o filme apresenta algo diferente de tudo que foi mostrado. Algo realmente inovador que prendia a atenção até do mais disperso ser humano.&lt;br /&gt;Eu nem sequer conseguia cogitar uma hipótese para o desenlace da trama encabeçada por Julianne Moore (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Magnólia"&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;A forma com que foi construído o roteiro, à princípio, não deixava brechas para suposições. Realmente a dúvida e o a curiosidade foram despertadas ao acompanhar esse longa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0mhEKoWF4As/TWaZkm2P81I/AAAAAAAABAg/YRFui8jCBfM/s1600/esquecidos_291.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 328px; height: 255px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-0mhEKoWF4As/TWaZkm2P81I/AAAAAAAABAg/YRFui8jCBfM/s400/esquecidos_291.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577314042727363410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A estória do filme é centrada em Telly Paretta (Moore). Ela vive tentando adaptar-se a idéia de ter perdido seu filho de 8 anos num acidente de avião. Entretanto, logo seu psiquiatra, Dr. Munce, tenta convencê-la de que seu filho nunca existiu, e que suas lembranças são um distúrbio desenvolvido por ela.&lt;br /&gt;Com as lembranças vívidas em sua mente, Telly inicia uma corrida para provar a existência de seu filho, porém tudo que ela tinha como "prova" sumiram sem vestígios. Até mesmo supostas fotos com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0zoUNCrkI/AAAAAAAAAT0/saqyOxLUXKE/s1600-h/separados-pelo-casamento.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 260px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0zoUNCrkI/AAAAAAAAAT0/saqyOxLUXKE/s400/separados-pelo-casamento.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358495899351952962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quase convícta de sua insanidade, ela conhece Ash Correll (Dominic West), e juntos continuam a busca por respostas, pois Ash também começa, por incentivo de Telly, a lembrar que tem uma filha, a qual ele não sabe onde está nem como a esqueceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo esse raciocínio, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Os esquecidos" &lt;/span&gt;tinha tudo para ser um marco no gênero do suspense. Com certeza se bem sucedido, já teria aí suas duas ou três cópias. Contudo, Gerald Di Pego, contentou-se em dar vida a um roteiro fraco e descartável.&lt;br /&gt;É uma pena, pois friso que o início do filme é ótimo e instiga a imaginação.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Os esquecidos"&lt;/span&gt; poderia hoje ser um clássico moderno, se tivessem tido o trabalho de elaborar com calma e racionalidade seu encerramento. No entanto, com seu final original conseguiu ser apenas um suspense banal, improvável e enganoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotKye-DlnI/AAAAAAAAAWc/WOisgV_Ih-o/s1600-h/esquecidos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 254px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotKye-DlnI/AAAAAAAAAWc/WOisgV_Ih-o/s400/esquecidos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371469211736708722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para não dizer que o filme é de todo ruím, destaco a atuação de Dominic West  (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"300"),&lt;/span&gt; e principalmente Julianne Moore que, como sempre está impecável. Acredito que a construção e o trabalho que ela teve com Telly necessitava, até como respeito a atriz, um final dígno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais o filme só funciona se assistí-lo até a metade. Assim seu final ficaria sob a curiosidade de cada um. Idéia ridícula? Não comparada ao desfecho do filme.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Há algumas cenas características, mas não o suficiente para rotularem o filme a esse gênero em específico. Inclusive, nem o próprio roteiro define isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme também não é uma propaganda enganosa como alguns críticos afirmaram, entretanto, foi um chamariz totalmente intencional vendê-lo como comédia romântica para o público.&lt;br /&gt;Até o cartaz do filme – com uma imagem criativamente sugestiva ao título –, transmite a idéia de que o filme é um romance cômico convencional, o que não passa de uma mera e distrativa jogada de marketing. Sendo que, a película é simplesmente um retrato verossímil de um relacionamento problemático.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4zllAMkZTgg/TWafWXqHuAI/AAAAAAAABDY/7RxuEDx7Lbg/s1600/1245103398_separadospelocasamento04.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 360px; height: 272px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-4zllAMkZTgg/TWafWXqHuAI/AAAAAAAABDY/7RxuEDx7Lbg/s400/1245103398_separadospelocasamento04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577320395201558530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como toda comédia romântica termina com a união do casal central, esta projeção recorre ao contrário, iniciando-se exatamente onde os filmes terminam: no "felizes para sempre", apresentando o que acontece após isso.&lt;br /&gt;Apesar de haver alguns exageros, eu gostei muito da proposta do filme, não foi mais uma estória previsível e romantizada ao extremo.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0yWJP0rnI/AAAAAAAAATs/CWQ80NCRbII/s1600-h/separados-pelo-casamento.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;A sinopse é esta: Um casal começa a ter problemas constantes em seu relacionamento devido a incompatibilidade de genes. A solução extrema tomada por ambos é a separação. Porém, decidem continuar juntos no apartamento mantendo uma vida individual.&lt;br /&gt;Diante desta situação, os enredos se descambam em provocações diretas e indiretas, onde um sabota os planos do outro, culminando em um clima insustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior acerto do diretor Peyton Reed foi escalar Vince Vaughn (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Penetras bom de bico"&lt;/span&gt;) e Jennifer Aniston (da extinta série &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Friends"&lt;/span&gt;) - eles que tiveram um affair durante as gravações - para estrelarem a película. Ambos foram totalmente convincentes em seus papéis.&lt;br /&gt;O clima pesado das discussões; a revolta pelos motivos banais; a tensão da relação; tudo foi muito bem transmitido pela dupla.&lt;br /&gt;Vince que normalmente estrela filmes pastelões, passou a segurança de todo um preparo para encarnar seu personagem. Mesmo aparentando às vezes inibição, ele conseguiu cumprir o que o papel pedia. Além dele ter cooperado com a criação do roteiro.&lt;br /&gt;Jennifer Aniston ainda não é uma atriz memoravel, mas ela consegue interpretar tudo que lhe é oferecido. Para uma personagem complexa como esta, precisava realmente de alguém talentosa, e ela foi a melhor pedida. Talvez outra figurinha carimbada do gênero não conseguisse explorar o papel como ela fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotNWVIWfeI/AAAAAAAAAWk/9r1HWLFe-_8/s1600-h/breakup_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 381px; height: 248px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotNWVIWfeI/AAAAAAAAAWk/9r1HWLFe-_8/s400/breakup_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371472026594082274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É evidente que o filme é interessante - apesar da estória papalva - graças à interação do casal. A dessemelhança em relação às comédias românticas padrão é logo notada, e essa distinção proposital torna o filme singular, e talvez precursor de um estilo realístico e alternativo.&lt;br /&gt;Os diálogos inteligentes e bem costurados da trama tornam o filme frio em alguns momentos. Atrevo-me até a afirmar que espectador fica com a uma sensação de estar presenciando pessoalmente as discussões acaloradas do filme que, chegam a constranger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peyton Reed (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Sim senhor!"&lt;/span&gt;) conseguiu criar um filme sólido, diferente e realista. Pode agradar o público que não aguenta mais romances prenunciados, como pode ofender os espectadores que curtem filmes ingênuos e açucarados.&lt;br /&gt;O final atípico, mas compreensível, foi uma conclusão ousada a meu ver. E a maturidade para tal desfecho já basta como ponto positivo para o projeto.&lt;br /&gt;O filme teve seus momentos exaltados, frívolos, pretensiosos, mas como o casamento é uma experiência única para cada casal, não se pode criar um paradigma comportamental, por isso, Gary Grobowski (Vince Vaughn) e Brooke Meyers (Jennifer Aniston) pode estar em qualquer lugar, até mesmo em nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0yWJP0rnI/AAAAAAAAATs/CWQ80NCRbII/s1600-h/separados-pelo-casamento.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 384px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0yWJP0rnI/AAAAAAAAATs/CWQ80NCRbII/s400/separados-pelo-casamento.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358494487661555314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Enfim, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Separados pelo casamento"&lt;/span&gt; é recomendado por mim por estes motivos acima,  e principalmente por não ser só mais um integrante da liga dos DVDs cor de rosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Por isso eu acredito que se não tem nada superior a acrescentar a estória, refilmar é obviamente desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão é que Hollywood só considera um filme como qualificado, quando ele é produzido em território americano, ou pelo menos, por concepção dos mesmos.&lt;br /&gt;O sucesso de público que obtiveram os filmes de temática "terror psicológico", foi o impulso para as excessivas cópias americanas inspiradas em filmes de origem nipónica. Ou seja, cópias americanizadas não são novidade.&lt;br /&gt;O que é mais irritante nisso tudo é que, quase todas as refilmagens americanas de filmes bem sucedidos de outros países, são fracas e deturpadas, levando ao ridículo o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OndvTQrdpDQ/TWagZdTV0BI/AAAAAAAABEI/f5e-tgzyYhs/s1600/quarentena_2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-OndvTQrdpDQ/TWagZdTV0BI/AAAAAAAABEI/f5e-tgzyYhs/s400/quarentena_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577321547767861266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando eu assisti &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Quarentena"&lt;/span&gt; foi inevitável não utilizar outro prelúdio para meu comentário. Não há como não ressaltar sua insignificância em relação ao roteiro matriz.&lt;br /&gt;Propositalmente, talvez buscando trazer certa peculiaridade a esse remake, o diretor John Erick Dowdle, incluiu alguns fatos, alterou outros, realmente modificando um pouco a cópia do filme original, o terror espanhol&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "REC"&lt;/span&gt;, sob a direção de Jaume Balagueró e Paco Plaza.&lt;br /&gt;As mudanças que poderiam ser um ponto positivo para o filme, sairam "pela culatra". Com uma edição mais apurada, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Quarentena"&lt;/span&gt; apresentou pontos que em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"REC"&lt;/span&gt; não vemos, porém, com isso os furos ficaram mais evidentes na trama. E a base para o enredo ficou mal ajustada. Além disso, conseguiu tornar o filme menos realista. O clima naturalmente claustrofóbico que o original apresenta, não ganha força nessa precipitada versão ianque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl09jVVuAFI/AAAAAAAAAUs/gLGiHTeZXh4/s1600-h/quarantine_03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl09jVVuAFI/AAAAAAAAAUs/gLGiHTeZXh4/s400/quarantine_03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358506808873713746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O foco de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"REC"&lt;/span&gt; é basicamente o desespero dos moradores de um prédio em não conseguirem lidar com a situação de emergência que está os atingindo com a propagação de um vírus entre eles que os tornam "zumbis"; em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Quarentena"&lt;/span&gt; a narrativa dá lugar exatamente ao título: o isolamento das pessoas no prédio devido ao incidente viral.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Quarentena"&lt;/span&gt; não consegue ser verossímil, como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"REC"&lt;/span&gt;. Nem a tensão do acontecimento, nem o medo dos moradores do prédio convencem no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior feito do filme, foi escalar a atriz Jennifer Carpenter, para interpretar a protagonista Angela Vidal. Apesar de não ser ainda um nome expressivo em Hollywood, Jennifer consegue incorporar bem seus personagens. Ainda que force um pouco, ela consegue transmitir, até mais que Manoela Velasco (a protagonista de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"REC"&lt;/span&gt;) que, também é boa, o pavor do momento.&lt;br /&gt;Jennifer Carpenter, através de sua feição, seu histerismo, a respiração ofegante e pesada, consegue compor uma Angela mais perturbada. Ela é a única peça que incrementa esse terror.&lt;br /&gt;Seu bom desempenho para o gênero pode ser conferido também em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O Exorcismo de Emily Rose"&lt;/span&gt; e no seriado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Dexter"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotPeKaHIMI/AAAAAAAAAW8/iJBbY25OLzc/s1600-h/quarentena2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 383px; height: 281px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotPeKaHIMI/AAAAAAAAAW8/iJBbY25OLzc/s400/quarentena2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371474360177991874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"REC",&lt;/span&gt; a estória que poderia passar desapercebida, conquistou platéias pela forma com que foi apresentada. É claro que a origem do vírus é mostrada de forma parca e não concreta, mas  isso não prejudica o contexto.&lt;br /&gt;O decorrer da trama envolve quem assiste por seu universo escuro e sem solução. Entretanto, as modificações que foram feitas por&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; "Quarentena"&lt;/span&gt;, infelizmente não melhoraram em nada, o que acabou tornando essa adaptação inferior e dispensável.&lt;br /&gt;Conclusão: Sem dúvida, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"REC" &lt;/span&gt;é o único que vale a pena ser visto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Simplesmente estamos assistindo ao filme e passa alguém nu na cena. O close, claro, nos seios e nos pênis. Tosco!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Bom, esquecendo essa besteira por parte da produção, o filme conta a estória de Ian, interpretado pelo desconhecido, porém, carismático Josh Zuckerman.&lt;br /&gt;Ian, tem o perfil convencional do nerd virgem, que contrabalança sua personalidade entre a ingenuidade e a perversão sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ian, tem um melhor amigo, Lance, um tipo super sacana que desperta o interesse da mulherada. O curioso é que Lance, interpretado pelo cheinho e também pouco conhecido Clark Duke, foge ao esteriótipo de beleza adolescente. O que gera menos clichê ao batido perfil do personagem garanhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MSr6pYoEoDY/TWahE0OgocI/AAAAAAAABEY/P5M6_GQaYpY/s1600/film_sexdrivedf-07451.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-MSr6pYoEoDY/TWahE0OgocI/AAAAAAAABEY/P5M6_GQaYpY/s400/film_sexdrivedf-07451.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577322292655989186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O roteiro aqui segue a mesma fórmula explorada desde os anos 80: jovens aventurando-se em busca de sexo casual.&lt;br /&gt;O estilo de comédia do precurssor&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "Porki´s"&lt;/span&gt;, ressucitado nos anos 90 por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"American Pie"&lt;/span&gt;, é exatamente a base para o desenvolvimento desta trama sacana.&lt;br /&gt;Além dessas comparações, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Sex Drive - Rumo ao sexo"&lt;/span&gt; tem um estilo bem similar ao de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Eurotrip - Passaporte para a Confusão"&lt;/span&gt;. Entretanto, diante de tanto cotejo, a aventura de Ian, ainda assim, tem uma certa peculiaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ian, trabalha numa espécie de lanchonete que vende donnuts (roscas) no shopping center local. Por isso, ele, esporadicamente, precisa se caracterizar de rosca gigante, realizando o trabalho de panfletagem para divulgar o local. O que simplesmente é culminante em seu declínio social.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotSZVlBEwI/AAAAAAAAAXM/7Aqz9pZReSU/s1600-h/imagem3.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Constantemente avacalhado pelo irmão mais velho, e superado pelo irmão mais novo, Ian, ainda virgem, resolve atravessar o país em busca de uma loira que ele conheceu num site de relacionamento.&lt;br /&gt;Iludido com a idéia de iniciar-se sexualmente com ela, ele, juntamente com Lance, e sua melhor amiga Felicia, interpretada pela fisicamente perfeita Amanda Crew, parte em busca da Srta. Tasty (codinome virtual da loira).&lt;br /&gt;É exatamente nesse ponto do roteiro que é inevitável não reportá-lo à "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eurotrip - Passaporte para a Confusão"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotSZVlBEwI/AAAAAAAAAXM/7Aqz9pZReSU/s1600-h/imagem3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 383px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotSZVlBEwI/AAAAAAAAAXM/7Aqz9pZReSU/s400/imagem3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371477575812059906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As loucuras pelo meio do caminho são óbvias, porém, a participação de James Marsden como Rex, o irmão mais velho de Ian, é o que acelera mais a trama.&lt;br /&gt;Rex, otário, bruto e ironicamente homofóbico (assista para entender), sai à procura do irmão, por conta de seu carro Pontiac GTO Judge de 1969 que, Ian pegou sem pedir, para impressionar seu contato da net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a viagem nesse Road Movie, o trio se depara com várias situações bizarras, tendo como a principal uma comunidade Amish, retratada aqui de forma exagerada e subjetiva. Tem até uma ponta do grupo de rock, Fall Out Boy, se apresentando para eles.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotSrirhOtI/AAAAAAAAAXU/i_iVp_siMOc/s1600-h/254p.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;O diretor Sean Anders consegue dar um ar desprentensioso à essa comédia, porém, não consegue fugir dos clichês e do desfecho prevísivel, inferindo em um romance barato.&lt;br /&gt;Apesar de ser um filme estritamente adolescente - tanto em sua concepção quanto em seu público alvo - , o filme tem muitas cenas engraçadas, mesmo possuindo uma linguagem depreciativa, mesclada a um amontoado de nudez desnecessária.&lt;br /&gt;Há duas cenas de risada gratuíta, porém, marcantes no filme pra mim: uma é a cena em que Ian cheira o dedo do irmão mais novo (alusão à superioridade sexual do caçula) com direito a um diálogo cômico; a outra é de Ian ajudando uma jovem bêbada, aspirante a Amish, que vibra sempre que ouve a palavra "Rumspringa" - nome dado a uma festa tradicional deles que, foi reproduzida aqui em forma de bacanal. São dois episódios bobos, mas que me fizeram gargalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotSrirhOtI/AAAAAAAAAXU/i_iVp_siMOc/s1600-h/254p.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotSrirhOtI/AAAAAAAAAXU/i_iVp_siMOc/s400/254p.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371477888566639314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Confesso, o filme podia ser melhor, mas vale assistir descompromissadamente... frisando, longe do público infante.&lt;br /&gt;O resultado é razoável, mesmo considerando o fato de  seu roteiro ser uma costura de vários filmes do gênero.&lt;br /&gt;O destaque do longa vai para o protagonista que, pode se tornar figurinha fácil nesse tipo de filme, e para a participação de Seth Green, como um sarcástico Amish (eu sei, é redundante remeter o adjetivo "sarcástico" à figura de Seth Green, mas foi necessário...).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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&lt;!-- Histats.com  END  --&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7437390942079730889-211733045062306202?l=eusubjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eusubjetivo.blogspot.com/feeds/211733045062306202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7437390942079730889&amp;postID=211733045062306202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7437390942079730889/posts/default/211733045062306202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7437390942079730889/posts/default/211733045062306202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eusubjetivo.blogspot.com/2009/07/filme-sex-drive-rumo-ao-sexo.html' title='Filme &quot;SEX DRIVE-RUMO AO SEXO&quot;'/><author><name>Luciano Reis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05269041027176940106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-FMEMTm_DZSM/TjDjv7vFNMI/AAAAAAAABSI/CpclI5iLCek/s220/IMG0396A.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-MFpKfrwRndQ/TWahZTvZfbI/AAAAAAAABEg/JobTFtJ8ZqQ/s72-c/sex-drive-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7437390942079730889.post-3792276800983961997</id><published>2009-07-14T12:05:00.000-07:00</published><updated>2011-02-24T10:22:38.089-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crítica de filmes - 2009'/><title type='text'>Filme "17 OUTRA VEZ"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-tuMeumPw9C4/TWahzcg_AFI/AAAAAAAABEw/jgpEjwzxNcA/s1600/17again_2.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuMeumPw9C4/TWahzcg_AFI/AAAAAAAABEw/jgpEjwzxNcA/s400/17again_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577323093744877650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“17 outra vez” &lt;/span&gt;é uma comédia criada sob medida para arrecadar bilheteria, tendo como público-alvo os adolescentes. Em outras palavras, é mais um filme bobo e superficial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ídolo teen do momento, Zac Efron, é quem protagoniza o vídeo. Ele que, dependendo do ponto de vista, pode ser considerado carismático e bom dançarino, tem uma incontestável falta de talento no que diz respeito à representação. Visto que seu sucesso se dá por um único motivo: sua beleza.&lt;br /&gt;Aí eu me pergunto: pra quê bom desempenho se a indústria do cinema se contenta apenas com rostinhos bonitos? Pois é... Infelizmente é verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Voltando-se agora ao enredo do filme, o mesmo é nada mais que uma película batida sobre um adulto voltar a ser jovem.&lt;br /&gt;E não é de hoje que temas como regressão e troca de corpos se desgastou nas comédias. Ainda assim, isso não é impecílio para que “obras” como esta sejam feitas aos montes pelos ianques.&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“17 Outra vez” &lt;/span&gt;não é diferente. Mais uma vez, nos é mostrado alguém que está sendo afligido por algum tipo de problema, e que por intermédio de forças sobrenaturais, sofre a famigerada troca de corpos – ou, como no caso aqui, o retrocesso etário –, para que assim se possa ser identificado à raiz de sua insatisfação, tendo então, a oportunidade de se corrigir.&lt;br /&gt;Ah, o que acontece, é claro, somente no desfecho, já que durante todo o filme, devido às circunstâncias, o personagem passará por diversas trapalhadas ao tentar se adaptar a nova realidade e a desvendar o porquê do acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iKHCQoQlnVk/TWahkCBERVI/AAAAAAAABEo/Ai0TLnzdbbo/s1600/600--17_outra_vez_1.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 261px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-iKHCQoQlnVk/TWahkCBERVI/AAAAAAAABEo/Ai0TLnzdbbo/s400/600--17_outra_vez_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577322828933645650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, produções desse tipo, normalmente são sem criatividade. Sem contar na falta de o mínimo que seja de raciocínio lógico. E pior, contam ainda com o “auxílio” de interpretações sem graça e sem naturalidade. Resultando-se assim, em mais um carbono de tantos outros vídeos que temos por aí.&lt;br /&gt;De acordo com esta linha de raciocínio, eu só posso afirmar que os mesmos artifícios usados em películas similares como em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“De repente 30”&lt;/span&gt; e “Sexta-feira muito louca”, simplesmente não funcionam aqui.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0_F4o_2CI/AAAAAAAAAU8/tDwYu8FP0Ws/s1600-h/quarantine_03.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;O roteiro em si é uma apresentação de recorrentes fatos aborrecidos. Entre eles está à razão da tal troca de corpos que não é satisfatoriamente definida.&lt;br /&gt;A postura de Zac como um adulto preso a um corpo adolescente, também não convence. Aliás, o comportamento de todo – eu disse todo (!) – o elenco é forçado e esquemático. Sem falar na forma improvável com que o mocinho se relaciona, e se aproxima de sua família... E não para por aí o festival de furos e clichês.&lt;br /&gt;Os personagens são redundantes em tantos estereótipos. Os diálogos rasos e sem nexo. E a falta de química está "presente" em todas as cenas.&lt;br /&gt;Por consequência disto, desde que eu assisti ao filme, não consigo parar de enumerar os furos que o mesmo apresenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0_F4o_2CI/AAAAAAAAAU8/tDwYu8FP0Ws/s1600-h/quarantine_03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 242px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Sl0_F4o_2CI/AAAAAAAAAU8/tDwYu8FP0Ws/s400/quarantine_03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358508501976995874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Outra questão que importuna muito, é que o protagonista é uma versão masculina da aspirante à atriz Hillary Duff.&lt;br /&gt;Ambos são esforçados, porém fúteis, e não conseguem manter segurança por meio da atuação, apelando assim para seus atributos físicos e para projeções que enfoquem isso.&lt;br /&gt;Só espero que ele, como resultado da fama, não opte pelo típico estilo de vida dos jovens astros de Hollywood que se cansam do rótulo da “ingenuidade”, aventurando-se em papéis duvidosos, com o acompanhamento da dependência química, tipo um (a) “maucalay/Lindsay Culkin/Lohan” da vida.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotVgJQ4lyI/AAAAAAAAAXs/7dLWN6sgGEg/s1600-h/17-outra-vez-08g.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;O personagem central da estória, Mike, só serve de arrimo para a alta exposição de Zac Efron.&lt;br /&gt;Sendo assim, o filme existe apenas para desfrutar da bem-sucedida imagem que Zac tem tido na mídia. Idéia esta que fica mais evidente graças aos passos de dança que ele protagoniza junto à brega equipe de torcida de colégio, logo no início do filme. Uma óbvia reminiscência ao folhetim &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“high School Musical”&lt;/span&gt;, sucesso que lançou Zac no mercado.&lt;br /&gt;Portanto, o roteiro é nada mais que um subtexto, ou melhor, um pretexto para manter o galãzinho num vídeo com mais de uma hora de duração, visando o lucro que será angariado pelo público teen – corrigindo, pelo público feminino com menos de 12 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o único momento positivo que consegui extrair deste filme foi rever o querido Matthew Perry – o saudoso Chandler do icônico seriado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Friends”&lt;/span&gt; – , mesmo sendo ele mal aproveitado no papel de Mike quando adulto. Uma perda de oportunidade considerável que a equipe teve de se arrancar algumas risadas através dele.&lt;br /&gt;Quanto ao ator Thomas Lennon, como melhor amigo de Mike, está bizarro! Com seu personagem totalmente inverossímil, moldado sob uma combinação de cafonice e exagero, só irrita. As cenas dele com a diretora do colégio são patéticas e constrangedoras! Com direito a mais referências do exaustivo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Star Wars”&lt;/span&gt; nos diálogos, e tudo o que permeia o mundo dos nerds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotVgJQ4lyI/AAAAAAAAAXs/7dLWN6sgGEg/s1600-h/17-outra-vez-08g.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotVgJQ4lyI/AAAAAAAAAXs/7dLWN6sgGEg/s400/17-outra-vez-08g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371480991300359970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por estes tantos motivos, acredito que qualquer pessoa com o mínimo de senso crítico se sentirá incomodada com &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“17 Outra vez”&lt;/span&gt;. O filme que de tão pífio, pode ser definido por um simples e trivial adjetivo: bobo.&lt;br /&gt;Mas preciso frisar que o problema não é a temática jovem, ou a intenção deliberada da direção de Burr Steers em passear por um produto do cinema de massa, e sim, a falta de total originalidade, em que não há um resquício sequer de argumento coerente. Somente um mosaico repetido e simplório das situações mais artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando o comentário, o longa não me agradou. Pra mim, foi uma verdadeira perda de tempo parar para vê-lo. Por isso, não recomendo. Nem mesmo para quem se denomina fã do rapazinho com cara de boneco "Ken"...&lt;br /&gt;Ah, para quem não conhece, é o namorado da Barbie.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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O motivo? Inicialmente por ser um filme com um elenco recheado de estrelas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Infelizmente, após ver o vídeo, o resultado não foi nada satisfatório em muitos sentidos, principalmente no que diz respeito ao casting que, não podia soar mais aspirante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Normalmente filmes do gênero são repetitivos e previsíveis quanto à temática escolhida; este aqui não foge à regra. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Não existe nele motivos suficientes para que se possa o enaltecer, nem sequer classificá-lo como indispensável – pelo menos, para os homens.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Contudo, por algumas sutilezas, o mesmo se desvia consideravelmente da mesmice.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;O roteiro inicialmente se mostra confiante, trazendo dilemas e questionamentos amorosos atuais à tona, porém, o seu desenrolar se desgasta por soar pretensioso além da conta, como se o mesmo estivesse ali para revelar o conceito-mor da essência dos relacionamentos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotXKn5i0NI/AAAAAAAAAYE/-6_Pb6rEXzI/s1600-h/ele_nao_esta_tao_a_fim_de_voce_cena.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotXKn5i0NI/AAAAAAAAAYE/-6_Pb6rEXzI/s400/ele_nao_esta_tao_a_fim_de_voce_cena.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371482820590096594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;O ingênuo diretor Ken Kwapis, apresenta nove personagens sob o intuito de fazê-los vivenciarem diversas situações amorosas, em que se possam abordar as questões culminantes de cada uma para que se voltem, unanimemente, para um fim específico: revelar a indiferença masculina nas relações amorosas, como o próprio título antecipadamente define.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;O primeiro maior problema do filme é exatamente esse: apresentar suas conjunturas assim, de forma extremamente didática. Parece que ao invés de entreter, o filme está ali, substancialmente, para ensinar à singular e boa lição sobre o amor. Presunção percebida desde o intróito do filme até os depoimentos avulsos entre o discorrer da estória – mais interessantes que a estória em si.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;O que poderia funcionar como uma bela brincadeira junto ao tema derrapa por forçar a barra numa seriedade desnecessária. Portanto, o que começa habilmente bem, se torna chato como um vídeo educacional, o que teria mais êxito se não fosse tão óbvio.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotXKn5i0NI/AAAAAAAAAYE/-6_Pb6rEXzI/s1600-h/ele_nao_esta_tao_a_fim_de_voce_cena.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Os diálogos na trama funcionam em parte. Em meio a conceitos interessantes, o mesmo cai no piegas pelo excesso de expressões niquentas como “homem dos meus sonhos”, “foi mágico o nosso encontro”, “sei que você gosta de mim por causa dos sinais”, “essa é a regra... essa é a exceção”, e etc. Pecando assim, por perder a naturalidade do momento.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;E como se tornou praxe em filmes românticos, os estereótipos estão presentes, a novidade é que os tais não estão exatamente delineados. Os furos maiores mesmos ficam ao encargo das situações desgastadas em que se envolvem os personagens.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotXYQItE9I/AAAAAAAAAYM/o1fQfXIuOjU/s1600-h/Ele+n%C3%A3o+est%C3%A1+t%C3%A3o+a+fim+de+voc%C3%AA+6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 241px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotXYQItE9I/AAAAAAAAAYM/o1fQfXIuOjU/s400/Ele+n%C3%A3o+est%C3%A1+t%C3%A3o+a+fim+de+voc%C3%AA+6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371483054729401298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Os clichês também não são claramente os vilões; o supracitado roteiro em si – ainda acima da média – é que falha pelo excesso. Sem ápice ou um ato marcante, vemos aqui nada mais que um desenrolar previsível e longo de inúmeras histórias recheadas de peripécias.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;O ponto forte do filme poderia ser aquele que atraiu minha atenção a princípio: o grande elenco... Caso o mesmo não se destacasse simplesmente pelos belos fenótipos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Todos os atores escalados aqui tiveram um desempenho insosso, limitando suas interpretações em conversas incessantes.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Jennifer Connelly e Bradley Cooper até estão confortáveis em seus papéis, possuindo os personagens mais exigentes em termos de atuação. Já Justin Long e Ginnifer Goodwin (com sua personagem irritantemente bem representada), carregam o filme e roubam quase todas às cenas, ainda que não sejam interessantes (como todo o resto), enquanto Scarlett Johansson não faz nada a não ser mostrar-se insinuante. Ben Affleck, porém, continua insistindo em uma profissão mais do que provada por si mesmo que não é para ele, equiparado a canastrona Drew barrymore, totalmente apagada.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SotXYQItE9I/AAAAAAAAAYM/o1fQfXIuOjU/s1600-h/Ele+n%C3%A3o+est%C3%A1+t%C3%A3o+a+fim+de+voc%C3%AA+6.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;O segundo maior problema desta produção é o drama hiperbólico que a direção cria em torno de alguns assuntos banais. Beth (Jennifer Aniston), por exemplo, que não se contenta com seu um romance sólido por ela não estar oficialmente casada com seu cônjuge, aborrece, tornando a questão uma vicissitude versão de conflito adolescente, o que ocorre com os outros casos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;É claro que a proposição dos enredos pode incitar no público feminino uma identificação pessoal, mas fazer com que elas se importem de forma significativa com as personagens, é improvável.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-q4q6NZbx2lY/TWaiaJMZzlI/AAAAAAAABE4/qge7XR_E-e4/s1600/ele-nao-esta-tao-a-fim-de-voce04.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 379px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-q4q6NZbx2lY/TWaiaJMZzlI/AAAAAAAABE4/qge7XR_E-e4/s400/ele-nao-esta-tao-a-fim-de-voce04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577323758573178450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Agora eu confesso: o filme não é ruim, mas poderia ser melhor, assim como os cenários que mantiveram o mesmo aspecto, com tijolos à mostra e ambiente rústico em quase todos os lugares.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;No fim, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Ele não está tão a fim de você” &lt;/span&gt;se conclui com recursos típicos de comédias românticas, com cenas apaixonadas, comportamento masculino manipulado e desfecho positivo em cada núcleo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;A comicidade ficou em dívida, mas com o discorrer da estória vemos que o enfoque não era esse, e sim, cumprir deliberadamente – de forma até bem intencionada e com certo conteúdo – , seu exclusivo papel: desiludir as mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;      &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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Ela, Dora (Nicoletta Braschi), que estava noiva de um jovem rico, é cortejada de forma tão encantadora e incomum por Guido que, acaba abandonado o noivo para investir num romance mais poético, digamos assim.&lt;br /&gt;Através dos métodos usados por Guido para conseguir conquistar Dora, podemos ver sua essência onírica e otimista de encarar as coisas.&lt;br /&gt;Os dois casam e tem um filho, Gisué. Ao passarem os anos sob os efeitos da segunda guerra mundial, Guido e seu filho são levados prisioneiros para o campo de concentração devido à sua origem semita. Consequentemente, Dora, sua esposa, entrega-se também aos Nazistas, ficando na ala feminina do mesmo campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima pesado, as ocorrentes mortes, o demasiado mal trato, tudo soa demais para a mente de uma criança processar. Por este motivo, Guido, numa tentativa de aliviar a imagem dos acontecimentos, apresenta toda aquela situação a seu filho como um jogo em que os alemães desempenhavam papéis de maus, e no qual se ganhavam pontos por cada atividade feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SlU1ahRr0eI/AAAAAAAAAS0/Z6a85-5Q2gY/s1600-h/Invasores.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/SlU1ahRr0eI/AAAAAAAAAS0/Z6a85-5Q2gY/s400/Invasores.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356246061552488930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esse homem de grande imaginação e alto astral tenta distrair a atenção dos seus para que todo aquele pesadelo seja amenizado.&lt;br /&gt;As cenas em que ele tenta contato com sua esposa, inclusive oferencendo-lhe música pela rádio do local, é tocante!&lt;br /&gt;Ele consegue manter o filho em seu alojamento escondido por semanas, visto que as crianças não ficam com seus pais. Assim ele adia a morte, sem perder a esperança e sem comprometer o clima do jogo inventado para o filho. Até mesmo a ferida exposta de alguém é garantido ao filho de que faz parte da brincadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narrativa do filme é pura poesia. A beleza está em cada imagem, analogia e metáfora captada. A trilha sonora, os cenários, o enquadramento aterrador, são envoltos numa obra primorosa, sob um humor sutil, puro e apaixonante.&lt;br /&gt;Em meio às cinzas, Guido faz questão de apresentar a variedade de cores para o filho, não deixando em nenhum momento de convencê-lo como "a vida é bela", por mais irônico que soasse em sua realidade.&lt;br /&gt;independente se as cenas ao redor mostram o contrário, Guido mantem-se firme em sua fantasiosa idéia de que tudo é um jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_dysRLYDI/AAAAAAAAAmM/bFhNikbqpXs/s1600-h/life_l.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PRrATN4SW90/Ss_dysRLYDI/AAAAAAAAAmM/bFhNikbqpXs/s400/life_l.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390771141932179506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Após um filme assim é difícil não achar razões pela qual &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Central do Brasil"&lt;/span&gt; perdeu para ele a estatueta de melhor filme estrangeiro. O bem apresentável filme de Walter Salles, com a ótima atuação de Fernanda Montenegro, não tinham consistência suficiente para superar a beleza de "La Vita è bella". O filme é belo até no nome. Um trocadilho mais que justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem mais firme do filme com certeza é a sensação de "papel cumprido" que Guido transmite. Bem sucedido em sua luta pelo amor de Dora no primeiro ato do filme, repete a dose com o filho que em nenhum momento desconfia da gravidade da situação.&lt;br /&gt;A cena mais comovente e marcante dessa projeção, sem dúvida é o momento em que Guido passa diante do filho com uma arma em sua mira para ser executado, e o filho escondido (por acreditar que é necessário para o jogo) observa seu pai que segue sorrindo e fingindo marchar para que o pequeno acredite que é apenas um brincadeira. Realmente conter as lágrimas neste momento não é uma tarefa fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YZ2GuyU9uo8/TaXaRfri6sI/AAAAAAAABJI/1WjFB7bqIQM/s1600/roberto-benigni-em-a-vida-e-bela.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 250px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-YZ2GuyU9uo8/TaXaRfri6sI/AAAAAAAABJI/1WjFB7bqIQM/s400/roberto-benigni-em-a-vida-e-bela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595118106174483138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme mantém um bom nível desde sua fotografia escura até as atuações que, ainda não superando Fernanda Montenegro, foram precisas. Era de se esperar o Oscar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"A vida é bela" &lt;/span&gt;é um dos poucos filmes que assisti sem a pretensão de ver algo bom e me surpreendi.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;!-- Histats.com  START  --&gt;
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